Pesquisadores identificaram um mecanismo até então desconhecido que pode explicar por que algumas pessoas com Alzheimer deixam de reconhecer quem mais amam. O estudo revela que uma estrutura cerebral específica se deteriora antes do esperado — e aponta um caminho promissor para proteger, e talvez recuperar, essa memória afetiva tão essencial.
A escolha da roupa de banho infantil pode influenciar diretamente a segurança. Estudos mostram que certos tons praticamente somem debaixo d’água — especialmente brancos, azuis claros e cores escuras. Já os neons oferecem contraste máximo e ajudam a localizar uma criança mais rápido em caso de emergência.
A cena você já conhece: vem um carro no sentido contrário, o farol acende como um flash direto nos seus olhos e, por alguns segundos, você perde toda a referência da pista. Pois é — agora um estudo britânico confirma aquilo que qualquer motorista brasileiro já percebeu na prática: os faróis LED estão ficando potentes demais e, combinados com a altura crescente dos SUVs, se tornaram um problema de segurança.
Uma série de artigos publicada na The Lancet aponta que o consumo de ultraprocessados está associado a riscos elevados para diversos sistemas do corpo e a pelo menos 12 doenças graves. Mesmo assim, esses produtos seguem ganhando espaço no mundo todo, impulsionados por grandes corporações e políticas públicas ainda insuficientes.
Imagine viver em um Brasil até 6°C mais quente do que hoje. Não é ficção científica, é um alerta real feito pelo biólogo Adalberto Val, pesquisador do Inpa, durante uma palestra no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O cenário projeta impactos profundos nos seis biomas brasileiros — e coloca o país entre os mais vulneráveis do planeta.
Nem todo mundo sabe, mas a gravidez pode trazer sinais completamente fora do esperado — inclusive o aumento extremo da produção de saliva. A sialorreia na gravidez, também chamada de ptialismo gravídico, é um sintoma raro, pouco estudado e que impacta profundamente a vida de quem passa por ele. E foi justamente esse desconforto que levou a publicitária Talita Buzzi a transformar sua experiência em um vídeo que viralizou com mais de 1,3 milhão de visualizações.
Encontrar uma lacraia em casa é daquelas situações que fazem qualquer pessoa recuar um passo. Mas, segundo especialistas, a presença desses animais diz muito sobre o ambiente — e pode servir como um alerta importante sobre umidade, infiltrações e até infestação de outros insetos. Entenda o que realmente significa ter lacraias circulando pela sua casa.
Durante décadas, a Amazônia parecia um enorme ponto vazio no mapa dos dinossauros. Agora, uma nova pesquisa revela algo que ninguém esperava — e que pode reescrever parte da história pré-histórica do Brasil. Descubra como cientistas confirmaram que dinossauros caminharam pela região há mais de 103 milhões de anos.
Um dos métodos mais eficazes para salvar bebês prematuros não envolve tecnologia sofisticada — apenas calor humano. O método canguru, baseado no contato pele a pele e na amamentação, reduz drasticamente mortes e complicações neonatais. A OMS agora o impulsiona como política essencial para hospitais e famílias em todo o mundo.
Nem todo cheiro que percebemos gera automaticamente uma emoção. Um novo estudo japonês revela que o cérebro divide a experiência olfativa em duas fases distintas: primeiro decodifica a química do aroma e, só depois, avalia se ele é agradável ou repulsivo. A descoberta redefine o papel do olfato na memória, emoção e diagnóstico clínico.
Um estudo evolutivo com primatas indica que o beijo, longe de ser uma invenção humana, surgiu nos ancestrais dos grandes símios entre 21,5 e 16,9 milhões de anos atrás. A descoberta mostra que esse comportamento afetivo é muito mais antigo do que se pensava e oferece novas pistas sobre a evolução social dos primatas.
Adotar um cachorro parece uma decisão simples e carinhosa, mas estudos mostram que essa escolha tem um impacto climático muito maior do que imaginamos. A dieta carnívora, a cadeia da pecuária e percepções equivocadas sobre o que realmente polui colocam os cães no centro de um debate que desafia nossas prioridades ambientais.
Um novo estudo revela que a atividade física não só fortalece músculos e coração: ela envia sinais químicos ao cérebro que estimulam a criação de novas neurônias. A descoberta aponta para o papel das vesículas extracelulares — minúsculas mensageiras liberadas pelos músculos — e abre caminho para futuras terapias que imitem os efeitos do exercício.
As olheiras e as bolsas sob os olhos sempre foram tratadas como sinais de cansaço ou má saúde, mas a ciência moderna mostra outra realidade. Fatores genéticos, estruturais e ambientais explicam muito mais do que imaginávamos — e especialistas defendem que esses traços devem ser vistos como parte natural da diversidade facial humana.
Uma descoberta científica inédita promete transformar a forma como tratamos doenças do sangue. Pesquisadores suíços conseguiram criar, pela primeira vez, uma medula óssea humana totalmente funcional em laboratório. O avanço abre portas para medicamentos mais precisos, menos testes em animais e terapias personalizadas que podem mudar o futuro da oncologia.
Uma infecção que parecia controlada está avançando novamente na região, impulsionada por desigualdades sociais, diagnósticos tardios e um estigma que mantém milhares longe do sistema de saúde. Novos dados revelam um aumento preocupante, formas resistentes do patógeno e falhas que podem transformar o cenário em uma crise maior se nada for feito.
Um comportamento cada vez mais comum está fazendo milhões evitarem consultas, exames e diagnósticos importantes — não por falta de tempo, mas por medo do que podem descobrir. A ciência acaba de alertar: esse hábito silencioso está atrasando diagnósticos, prejudicando a prevenção e afetando também a vida financeira, emocional e profissional.
Um novo estudo combinou química avançada e inteligência artificial para identificar sinais biológicos em rochas de 3,3 bilhões de anos — quase um bilhão antes das estimativas anteriores. A técnica revela um passado invisível aos métodos tradicionais e inaugura uma estratégia totalmente nova para buscar vida em Marte, Europa e Encélado.
Após semanas de silêncio causadas pelo fechamento do governo dos EUA, a NASA enfim apresentará imagens inéditas do cometa interestelar 3I/ATLAS, apenas o terceiro objeto conhecido a entrar em nosso Sistema Solar vindo do espaço profundo. A divulgação reacende o interesse científico por um fenômeno raro e cheio de mistérios.
Um comportamento cotidiano, muitas vezes visto como estranho ou constrangedor, está sendo reinterpretado pela ciência. Pesquisas mostram que esse gesto simples pode aprimorar foco, memória e tomada de decisões — e até indicar uma capacidade intelectual acima da média. Descubra por que especialistas agora o consideram uma ferramenta poderosa do cérebro.