Uma das maiores investigações já feitas sobre a gravidade no universo chegou a uma conclusão surpreendente: as leis formuladas por Newton e refinadas por Einstein continuam válidas mesmo nas maiores estruturas cósmicas. Isso fortalece uma hipótese intrigante — a de que grande parte do universo é composta por algo invisível.
Uma missão espacial recente trouxe de volta algo inesperado: não apenas dados ou imagens, mas um experimento vivo que hoje cresce em solo terrestre e levanta novas perguntas.
Após anos de atrasos e mudanças de parceiros, a primeira grande missão europeia a Marte entra em fase decisiva. Com apoio da NASA e lançamento previsto em um foguete da SpaceX, o projeto quer perfurar o solo marciano em busca de vestígios de vida passada.
Um novo estudo sugere que esses objetos extremos talvez não sejam tão “perfeitos” quanto imaginávamos — e que pequenas mudanças escondem implicações profundas para a física moderna.
Durante muito tempo vimos o corpo como um projeto perfeito. Hoje, a ciência sugere algo mais desconfortável: ele funciona… mas carrega soluções improvisadas de milhões de anos.
Durante décadas exploramos a superfície marciana, mas uma nova proposta sugere que o segredo pode estar escondido muito mais fundo — em regiões onde quase nenhum equipamento chegou.
Um estudo com milhões de casais revela que a atração pode seguir um caminho bem diferente do que se imaginava — e isso ajuda a entender por que algumas relações funcionam melhor.
Um novo olhar da psicologia revela que uma habilidade valorizada hoje surgiu de uma infância menos protegida. O motivo pode não ser tão nostálgico quanto parece.
Um novo estudo aponta uma conexão surpreendente entre intestino e cérebro. Diferenças invisíveis podem explicar por que algumas pessoas envelhecem com mais memória do que outras.
Um espaço impressionante descrito há séculos volta ao centro das atenções. Novas descobertas mostram que ele era muito mais do que um simples lugar com animais.
Um material inspirado na natureza está chamando atenção por unir sustentabilidade, eficiência e inovação — e pode mudar completamente a forma como feridas são tratadas no dia a dia.
Uma carta pouco conhecida revela uma hipótese surpreendente sobre como tudo pode ter começado — e, mais de um século depois, cientistas ainda encontram ecos dessa ideia.
Durante anos acreditamos que a evolução humana havia desacelerado. Mas novos dados genéticos sugerem o contrário — e alguns traços comuns podem ser pistas surpreendentes desse processo em andamento.
Durante décadas, o câncer foi associado a hábitos evitáveis como tabagismo e consumo de álcool. Mas a ciência aponta para um fator ainda mais determinante — e impossível de evitar. Essa descoberta está mudando a forma como especialistas enxergam o envelhecimento e os desafios dos sistemas de saúde.
Uma nova análise científica acende o alerta sobre os efeitos dos alimentos ultraprocessados no corpo. Mais do que ganho de peso, o consumo frequente pode comprometer músculos, articulações e até agravar doenças. O dado mais preocupante: os impactos já aparecem em pessoas cada vez mais jovens.
Uma pesquisa recente encontrou padrões genéticos incomuns em algumas famílias e levantou uma hipótese controversa. Entre ciência e especulação, o debate cresce e divide especialistas.
Nem toda felicidade é o que parece. Pequenos gestos, frases repetidas e atitudes sutis podem revelar histórias silenciosas que passam despercebidas até para quem convive todos os dias.
Um teste recente levou um objeto visível a se comportar de forma inesperada. O resultado desafia ideias básicas sobre a matéria e abre novas perguntas sobre como o mundo realmente funciona.
Muito antes dos remédios modernos para obesidade, a medicina testou soluções que hoje parecem extremas — e perigosas. De substâncias tóxicas a combinações improvisadas de drogas, esses tratamentos deixaram um legado de alertas. Agora, com novas terapias como o semaglutida, o cenário começa a mudar.
Adiar tarefas importantes não é apenas um problema de organização — pode ser uma resposta emocional automática do cérebro para evitar desconforto. Novos estudos mostram que procrastinar está ligado a circuitos neurais que priorizam alívio imediato, mudando a forma como entendemos esse comportamento tão comum.