O WhatsApp permite esconder conversas da lista principal e protegê-las com biometria ou código secreto. Até as notificações deixam de exibir o nome do contato e o conteúdo das mensagens.
Pela primeira vez, pessoas com 65 anos ou mais representam uma parcela maior da população mundial do que crianças de até 5 anos. Queda da natalidade e aumento da longevidade estão redesenhando a sociedade.
Um novo estudo indica que Mercúrio pode ter perdido até 23 quilômetros de diâmetro desde sua formação. Parte das marcas desse encolhimento estaria escondida sob bilhões de anos de impactos.
Chocolate, queijo, vegetais e até alternativas à carne já podem sair de impressoras 3D. A tecnologia ainda é cara, mas pesquisadores enxergam uma aplicação muito mais importante.
Um cálculo baseado em modelos alternativos da mecânica quântica sugere que nem mesmo o tempo seria perfeitamente preciso. O efeito é minúsculo, mas pode apontar para algo muito maior.
Visão, audição, olfato, paladar e tato contam apenas parte da história. O cérebro recebe sinais de outros sistemas essenciais que trabalham silenciosamente durante praticamente todo o dia.
Durante anos, o café foi cercado por dúvidas sobre seus efeitos no organismo feminino. Estudos recentes ajudam a separar antigos temores dos riscos que realmente merecem atenção.
Um novo modelo sugere que oceanos de rocha derretida podem liberar gases rápido o suficiente para compensar parte da atmosfera perdida para o espaço.
Daraxonrasib foi aprovado pela FDA após pacientes atingirem sobrevida mediana de 13,2 meses, contra 6,7 meses com a quimioterapia padrão.
Pesquisa acompanhou quase 10 mil mulheres na pós-menopausa durante dez anos e encontrou uma associação positiva entre o consumo de chá e a densidade óssea. O excesso de café, porém, apresentou resultado diferente.
A futura presença humana na Lua enfrenta um problema que não pode ser resolvido apenas com grandes painéis solares. China e Rússia já estudam uma alternativa muito mais ambiciosa.
Um experimento retirou rostos, roupas e contexto das cenas e deixou apenas movimentos. Mesmo assim, as pessoas conseguiram reconhecer emoções escondidas no corpo.
Durante décadas, o apêndice foi tratado como uma sobra da evolução. Um novo estudo sobre centenas de mamíferos mostra que essa explicação pode ser simples demais.
Cientistas encontraram vestígios genéticos inesperados em materiais usados na produção de antigos manuscritos. O achado pode mudar o que sabemos sobre a história de certas doenças.
Tratamento aplicado pelo nariz levou milhões de vesículas derivadas da placenta até o cérebro, reduziu proteínas associadas ao Alzheimer e melhorou a memória de camundongos.
Pesquisadores analisaram cães acordados em exames de ressonância magnética e descobriram respostas cerebrais diferentes diante de rostos humanos felizes, tristes, assustados e irritados.
Presente na alimentação e na medicina tradicional há milhares de anos, o alho contém compostos associados a efeitos antimicrobianos, anti-inflamatórios e cardiovasculares.
Esquecimentos e dificuldade de concentração podem surgir com a idade, mas algumas mudanças na rotina parecem ter efeitos muito mais profundos no cérebro do que se imaginava.
Um dos maiores estudos genéticos já realizados sobre personalidade encontrou mais de mil variantes relacionadas à nossa maneira de ser. Mas a descoberta mais interessante está no que elas não conseguem explicar.
A chamada “gentle parenting” virou alvo de críticas, mas décadas de pesquisas indicam que acolher as emoções das crianças não significa abandonar limites ou autoridade.