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Elon Musk, Jeff Bezos e Mark Zuckerberg estarão na primeira fila da posse de Donald Trump

Os magnatas da tecnologia Elon Musk, Jeff Bezos e Mark Zuckerberg estarão entre os convidados de honra na cerimônia de posse de Donald Trump, reforçando os laços entre as grandes empresas de tecnologia e a nova administração republicana.
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Tempo de leitura: 2 minutos

A cerimônia, marcada para 20 de janeiro, contará com a presença de líderes das principais gigantes tecnológicas, que ocupam papéis estratégicos no cenário político e econômico dos Estados Unidos.

Presença de Musk, Bezos e Zuckerberg na posse

De acordo com a ABC News, os três empresários terão assentos na primeira fila, ao lado de membros do gabinete e outros líderes eleitos. Essa posição de destaque reflete o crescente alinhamento entre as grandes empresas de tecnologia e a administração de Trump.

Elon Musk, CEO da Tesla, SpaceX e proprietário da rede X, terá um papel oficial no novo governo, destacando sua proximidade com o presidente. Durante a transição e a campanha, Musk esteve frequentemente ao lado de Trump em eventos estratégicos.

Jeff Bezos, fundador da Amazon, e Mark Zuckerberg, líder da Meta, também estreitaram laços com o futuro governo. Ambos visitaram diversas vezes Mar-a-Lago, residência de Trump, desde sua vitória eleitoral em novembro.

Doações e apoio das big techs

Empresas como Meta e Amazon doaram US$ 1 milhão cada ao Comitê Inaugural Trump-Vance, que arrecadou um valor recorde de mais de US$ 150 milhões para o evento. Outras gigantes, como Google, Microsoft e o CEO da Apple, Tim Cook, também contribuíram significativamente.

Esse apoio financeiro e estratégico reforça a ideia de que a nova administração buscará uma relação mais colaborativa com o setor de tecnologia, contrastando com tensões passadas.

Zuckerberg e sua recepção para Trump

Antes da posse, Zuckerberg será anfitrião de uma recepção para grandes doadores republicanos, programada para a noite de segunda-feira, véspera dos bailes inaugurais. O evento, coorganizado pelo CEO da Meta, reflete sua tentativa de fortalecer vínculos com o novo governo.

Embora Zuckerberg tenha proibido Trump de usar Facebook e Instagram após os eventos de 6 de janeiro de 2021, ele parece ter adotado uma abordagem mais conciliatória nos últimos meses. Assim como outros executivos do setor, Zuckerberg busca reaproximar-se da liderança republicana em um momento de renovação nas relações entre tecnologia e política.

Um novo capítulo entre tecnologia e política

A presença de Musk, Bezos e Zuckerberg na posse de Trump sinaliza uma mudança significativa no relacionamento entre as grandes tecnológicas e o governo. Essa colaboração pode moldar o futuro das políticas tecnológicas e econômicas dos Estados Unidos, destacando o papel estratégico desses líderes no cenário global.

 

Fonte: Ámbito

 

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