A atriz contou que a escolha do nome alternativo aconteceu por causa de uma regra do Screen Actors Guild (SAG), o sindicato de atores dos Estados Unidos, que não permite que dois profissionais usem o mesmo nome artístico. Como já existia uma “Emily Stone” registrada — seu nome verdadeiro é Emily Jean Stone — ela precisou inventar outro.
“Eu tinha 16 anos e decidi que queria ser ‘Riley’. Então fui Riley Stone por uns seis meses”, explicou, rindo. “Era um nome lindo. Mas quando comecei a gravar Malcolm in the Middle, eles me chamavam de Riley o tempo todo, e eu não fazia ideia de quem estavam falando. Pensei: ‘Não dá. Não sou a Riley’.”
De Emily a Emma — e de volta novamente

Depois dessa experiência confusa, a atriz resolveu mudar para “Emma” — um nome que soava próximo de Emily, mas ainda era único o suficiente para ser aceito no registro do sindicato. A escolha acabou colando, e o resto é história: Emma Stone virou um nome global.
Curiosamente, em 2023, a atriz voltou a causar alvoroço ao declarar que preferia ser chamada novamente de Emily. Muitos fãs ficaram surpresos ao descobrir que “Emma” era um nome artístico. “Eu surtei há uns dois anos e pensei: ‘Chega, me chamem de Emily’. Mas, sinceramente, tanto faz”, confessou. “Aceito qualquer um dos dois, de verdade. Mas meu nome real é Emily.”
Três nomes, uma carreira brilhante
Independentemente do nome, Emma — ou Emily — é um dos maiores nomes de Hollywood. Vencedora de dois Oscars (por La La Land: Cantando Estações, em 2016, e Pobres Criaturas, em 2023), ela consolidou uma carreira marcada por versatilidade e carisma.
Agora, a atriz volta a trabalhar com o diretor Yorgos Lanthimos em Bugonia (2025), seu novo longa, após a parceria de sucesso em Pobres Criaturas e Tipos de Gentileza (2024).
A mulher por trás do nome
Entre Emily, Emma e Riley, a atriz parece ter aprendido que um nome pode mudar, mas o talento permanece. E, sinceramente, qualquer que fosse o nome escolhido, o mundo acabaria se apaixonando da mesma forma.
[Fonte: Revista Monet]