Uma nova pesquisa revelou um retrato curioso da preferência partidária no país. Os números parecem estáveis, mas escondem sinais importantes sobre memória política e distanciamento do eleitor.
Um novo levantamento oficial revela uma mudança histórica no emprego no Brasil, com menos pessoas procurando trabalho, mais vagas ocupadas e sinais claros de transformação estrutural no mercado.
O Governo Federal publicou o calendário oficial de feriados nacionais e pontos facultativos para 2026. Ao todo, serão 10 feriados nacionais, muitos deles caindo em segundas ou sextas-feiras, o que favorece emendas e feriados prolongados. O cronograma vale para órgãos federais e não afeta serviços essenciais.
Depois de um começo de ano turbulento no ambiente digital, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva encerra 2025 com uma imagem mais forte, estável e positiva nas redes sociais. É o que aponta um estudo da Ativaweb, que analisou dados públicos de plataformas digitais ao longo de todo o ano.
Depois de anos marcados por incertezas, o humor do brasileiro parece estar mudando. Uma nova pesquisa do Datafolha indica que o otimismo está em alta: 69% dos entrevistados acreditam que a própria situação pessoal vai melhorar em 2026. É um salto relevante em relação ao levantamento anterior, quando esse índice era de 60%.
O ex-presidente Jair Bolsonaro voltou ao centro cirúrgico neste sábado (27) para realizar um novo procedimento médico enquanto permanece internado em um hospital particular do Distrito Federal. A informação foi divulgada pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que pediu orações e afirmou que o objetivo da intervenção era aliviar um quadro persistente de soluços.
Pode rir, pode achar superstição — mas todo fim de ano ela volta com força total. A escolha da cor da calcinha no ano-novo é uma das tradições mais populares do Brasil e, para muita gente, funciona como um verdadeiro ritual de intenções. Afinal, se dá para começar o ano pedindo amor, dinheiro ou paz… por que não?
O 13º salário voltou a movimentar bilhões — mas não exatamente do jeito que muita gente gostaria. Mesmo com mais dinheiro circulando na economia, a maior parte dos trabalhadores brasileiros está usando o benefício para apertar o cinto, não para gastar sem culpa. Entenda como o 13º salário está sendo usado, o que isso revela sobre o endividamento no país e por que o comércio sente menos esse impulso.
A polarização política segue como uma marca forte do Brasil — e os números mais recentes mostram que ela continua resistente ao tempo. Um novo levantamento do Datafolha revela que 74% dos brasileiros se identificam como petistas ou bolsonaristas, um retrato claro de um país ainda dividido por linhas ideológicas, regionais e sociais.
O governo federal oficializou o novo valor do salário mínimo para 2026. O reajuste, publicado no Diário Oficial, eleva o piso nacional para R$ 1.621 e já começa a valer em janeiro, com pagamento efetivo no início de fevereiro. O aumento reacende debates sobre poder de compra, impacto fiscal e o papel do salário mínimo na economia brasileira.
Enquanto boa parte do Brasil associa o dia 24 de dezembro a mesa farta, troca de presentes e reencontros familiares, há quem trate a data como apenas mais um dia no calendário. Para essas pessoas, não existe ceia, árvore ou Papai Noel. E os motivos para isso vão muito além da fé.
O governo federal oficializou o salário mínimo que valerá a partir de 2026. O número, publicado no Diário Oficial da União, resulta de uma fórmula que combina inflação e crescimento econômico, após meses de projeções, revisões e negociações no Congresso. O impacto vai muito além do contracheque mensal.
Uma prática irregular se espalhou pelas ruas da maior cidade do país e passou quase despercebida. Nos últimos meses, porém, uma combinação de tecnologia e incentivo mudou o cenário, elevando drasticamente o número de apreensões e reacendendo o debate sobre fiscalização e segurança viária.
Uma campanha publicitária gerou um debate que ultrapassou a comunicação de marca e entrou no campo político. Em poucas horas, concorrentes atentos transformaram a repercussão em visibilidade, engajamento e crescimento acelerado nas redes sociais, mostrando como crises podem se converter em oportunidades comerciais.
O calendário vira, a escola fecha — e a vida de pais e mães trabalhadores entra em modo desafio. As férias escolares expõem um problema recorrente no Brasil: como conciliar jornada de trabalho, produtividade e cuidado com os filhos quando não há aula. O tema ganha força no fim do ano e no meio de julho, mas os efeitos vão muito além dessas datas.
A vitória de José Antonio Kast colocou novamente sob os holofotes um movimento religioso pouco conhecido fora dos círculos católicos: o Schoenstatt. Ultraconservador para críticos, discreto para seus membros, o grupo ganhou atenção internacional após denúncias de abuso envolvendo seu fundador — e por sua presença crescente na política chilena e também no Brasil.
Natal costuma ser sinônimo de mesa cheia, reencontros e clima de confraternização. Mas, para uma parte dos brasileiros, o medo de discussões políticas ainda ronda a ceia. É o que mostra uma nova pesquisa da Quaest, divulgada neste sábado (20), que investigou tanto o impacto da política nas relações familiares quanto a percepção sobre a economia neste fim de ano.
Se superstição já faz parte do futebol brasileiro, agora ela ganhou quatro patas e um pote de ração. O gato Frajola, novo fenômeno das redes sociais, virou assunto ao “prever” quem será o campeão da Copa do Brasil. E, como era de se esperar, o palpite incendiou a rivalidade entre torcedores.
O que antes parecia um problema distante virou rotina angustiante. Em Atafona, no Norte Fluminense, o mar avança ano após ano, engole ruas inteiras, derruba casas e apaga referências de uma comunidade que ainda tenta resistir. Especialistas alertam: a erosão histórica que atinge o distrito pode se intensificar nos próximos anos — e o que acontece ali pode se repetir em outros pontos do litoral brasileiro.
Mesmo sendo prevenível, diagnosticável e tratável, a sífilis segue crescendo no país. Dados recentes revelam falhas persistentes no cuidado, na prevenção e no acompanhamento de gestantes e parceiros. O problema não está na medicina, mas na forma como a sociedade e o sistema de saúde lidam com o risco.