O nome que parecia esquecido virou tendência entre os “nepobabys”. Atrizes, cantoras e apresentadoras resgataram Benjamim para batizar os filhos, transformando-o em uma aposta forte para a próxima década — um possível “novo Enzo”.
Entre os brasileiros, nomes de peso já aderiram: Solange Couto, Mara Maravilha, Titi Müller, Rebeca Abravanel e até Gisele Bündchen. A top model chamou seu primogênito de Benjamin — na versão em inglês — fruto da relação com o jogador Tom Brady. Rebeca, por sua vez, escolheu o mesmo para o filho com Alexandre Pato, nascido em 2023.
O significado profundo de Benjamim

A origem é hebraica: Benyamin, junção de ben (“filho”) e yamin (“mão direita”). Traduzido, pode significar tanto “filho da mão direita” quanto “filho da felicidade”. Na tradição, o lado direito simbolizava bons presságios, reforçando o tom positivo do nome.
Na Bíblia, Benjamim era o filho mais novo de Jacó e Raquel, que morreu durante o parto. Inicialmente chamado de Ben-Oni (“filho da minha dor”), ele foi renomeado pelo pai, que preferiu associá-lo à esperança em vez do luto. Mais tarde, deu origem à Tribo de Benjamim, uma das doze tribos de Israel.
Variações e curiosidades
A versão Benjamin, com “n” no final, é hoje a mais usada em países de língua inglesa, mas também aparece em registros no Brasil. Já a variação feminina, Benjamine, é rara por aqui, mas existe em outros países.
E se você acha que Benjamim é incomum, vale lembrar que a Bíblia guarda nomes ainda mais desafiadores. O campeão é Maher-Shalal-Hash-Baz, com 18 letras e seis sílabas, dado ao filho do profeta Isaías. A tradução? Um aviso profético: “o despojo se apressa, a presa corre”.
Com significado forte e histórico marcante, Benjamim voltou para ficar. Famosos ajudaram a recolocar o nome nos holofotes, mas o que realmente conquista pais e mães é a mistura de tradição, sonoridade e simbolismo. Resta saber: será que Benjamim vai mesmo se tornar o novo nome da moda na próxima geração?
[Fonte: ND+]