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Redução de preço inesperada muda cenário para quem depende de remédios populares: Ozempic e Wegovy

Dois medicamentos amplamente usados para emagrecimento e controle do diabetes terão seus preços reduzidos no Brasil. A mudança, anunciada pela fabricante, promete ampliar o acesso ao tratamento e reduzir riscos ligados ao uso de alternativas perigosas e irregulares.
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Tempo de leitura: 2 minutos

A partir desta semana, pacientes que utilizam Ozempic e Wegovy devem sentir alívio no bolso. A farmacêutica Novo Nordisk anunciou uma queda significativa nos preços desses medicamentos, tanto em plataformas digitais quanto em farmácias físicas. A medida chega em um momento de alta demanda, especialmente pelo uso off-label dos remédios no combate à obesidade.

Medicamentos populares com preços ajustados

Redução de preço inesperada muda cenário para quem depende de remédios populares: Ozempic e Wegovy
© Pexels

Ozempic e Wegovy são análogos de GLP-1, uma substância que simula a ação de um hormônio intestinal ligado à saciedade e ao controle da glicose. Embora indicados principalmente para diabetes tipo 2 e obesidade, ambos ganharam destaque por sua eficácia no auxílio ao emagrecimento — o que ampliou seu uso e também o interesse por versões irregulares no mercado.

Os novos preços definidos pela Novo Nordisk variam conforme a dosagem e o canal de compra. Em geral, os valores caíram cerca de R$ 100 a R$ 300. Por exemplo, o Ozempic de 0,25 mg, antes vendido por R$ 1.026, agora pode ser encontrado por R$ 825 no e-commerce e R$ 925 em farmácias físicas. Já a versão de 2,4 mg do Wegovy, uma das mais potentes, caiu de R$ 1.981 para R$ 1.699 online e R$ 1.799 nas lojas.

Acesso, segurança e combate a alternativas perigosas

Segundo a diretora da Novo Nordisk no Brasil, Isabella Wanderley, o ajuste nos preços busca facilitar o acesso ao tratamento de doenças crônicas e, ao mesmo tempo, frear o uso de fórmulas manipuladas, falsificadas ou importadas de maneira irregular. A medida pode ajudar milhares de brasileiros a continuar seus tratamentos de forma segura, com acompanhamento médico e acesso a medicamentos originais.

A expectativa é que, com os novos valores, o consumo desses fármacos cresça ainda mais — mas com mais controle, responsabilidade e segurança.

[Fonte: O Tempo]

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