Com vendas em queda e pressão crescente da concorrência europeia e chinesa, a Tesla estuda levar a produção de baterias do Model Y europeu para a Alemanha. A estratégia busca reduzir custos, driblar tarifas internacionais e recuperar competitividade em um mercado cada vez mais disputado.
Uma tecnologia já testada em humanos está mudando silenciosamente o alcance real das interfaces mente-máquina. Sem cirurgias agressivas e com resultados concretos, ela demonstra que a intenção humana pode ir além de telas e comandos simples, aproximando o cérebro do controle direto do mundo físico.
O carro já não é mais a resposta automática para quem precisa se deslocar nas grandes cidades brasileiras. Com trânsito cada vez mais caótico, combustível caro e pouco tempo a perder, a bicicleta elétrica deixou de ser item de nicho e passou a ocupar um novo papel: o de solução prática para a mobilidade urbana. Mesmo sem infraestrutura ideal, as e-bikes estão ganhando espaço — e rápido.
Uma queda repentina de altitude, perda total de comunicação e a formação de destroços levantam a suspeita de uma explosão parcial em pleno espaço. O episódio expõe os riscos crescentes de um céu cada vez mais congestionado por satélites.
Por trás dos grandes anúncios sobre IA, uma disputa muito menos visível está em curso. Investimentos bilionários, projetos ultrassecretos e pressão extrema sobre engenheiros revelam como a China tenta resolver um gargalo decisivo que pode determinar seu lugar na próxima era tecnológica.
Robôs em competição, atletas treinando entre o físico e o digital e uma nova lógica cultural em construção. O Games of the Future nasce com uma proposta que ultrapassa o entretenimento e levanta uma questão central: estamos diante de um novo tipo de esporte ou de uma nova forma de viver, competir e se conectar?
O que parecia uma crise pontual está se tornando uma transformação estrutural. Grandes operações criadas para sustentar o bitcoin estão mudando de função, atraídas por um novo mercado mais estável e lucrativo. O impacto dessa mudança vai além dos negócios e levanta dúvidas sobre o futuro de toda uma rede digital.
Parece cena de ficção científica, mas virou regra real no alto-mar. A MSC Cruzeiros decidiu barrar o uso de óculos inteligentes em áreas públicas de seus navios, como piscinas e espaços comuns. A justificativa oficial é simples e direta: proteger a privacidade de hóspedes e tripulantes. A medida reacende um debate cada vez mais atual sobre tecnologia vestível, vigilância discreta e limites do que é aceitável em espaços coletivos.
Quem usa o ChatGPT com frequência sabe: depois de alguns dias (ou horas) de uso intenso, o histórico vira uma linha do tempo infinita. Encontrar aquela conversa importante no meio de dezenas de chats pode virar uma pequena caça ao tesouro. Pois isso acaba de mudar. A OpenAI liberou uma função simples, mas muito pedida: chats fixados no ChatGPT.
O Brasil virou peça-chave nos planos globais da Amazon. Com apenas 16% do varejo online, o país ainda tem muito espaço para crescer no comércio digital — e a empresa quer ocupar esse território o quanto antes. O resultado já aparece nos números: investimentos acima de R$ 55 bilhões, mais centros logísticos e o dobro de empregos em poucos anos. Entenda por que o Brasil entrou de vez no radar da gigante do e-commerce.
Durante anos, a inteligência artificial foi apontada como uma nova vilã climática. Mas pesquisas recentes colocam números reais no debate e mostram um cenário bem menos alarmante. O impacto global da IA é menor do que se imaginava — e seu potencial para ajudar na transição ecológica pode ser maior do que o próprio custo energético.
Uma eventual crise em uma empresa-chave pode ter efeitos muito além do setor tecnológico. Investimentos bilionários, cadeias de suprimentos globais e a confiança no futuro da inteligência artificial estão hoje mais concentrados do que nunca — e isso pode transformar um problema isolado em um abalo sistêmico.
Imagine encostar em uma cortina, almofada ou parede — e o som simplesmente sair dali, sem caixas, fios aparentes ou aquele trambolho no canto da sala. Parece ficção científica, mas já é realidade. Uma nova tecnologia japonesa transforma tecido em alto-falante e promete mudar completamente a forma como o áudio é produzido e percebido no dia a dia.
Pesquisa baseada em dados reais do Reino Unido mostra que taxas de atropelamento e gravidade das lesões são praticamente iguais entre carros elétricos e modelos a gasolina ou diesel. O foco do risco, segundo os cientistas, está em outro tipo de veículo.
Sempre que abrimos um aplicativo de mapas, acreditamos estar vendo o mundo como ele é. Mas essa imagem esconde uma distorção histórica que molda nossa percepção do planeta há mais de 450 anos. Não é erro, nem manipulação moderna: é uma escolha antiga que ainda define como enxergamos a Terra.
O Instagram vai estrear um aplicativo próprio para TVs, focado quase exclusivamente em Reels. A iniciativa, que começa pelos dispositivos Fire TV da Amazon, mostra até onde chegou a normalização do vídeo vertical — mesmo em telas onde ele parece não fazer sentido.
Em um movimento sem precedentes em seus 88 anos de história, a Volkswagen encerrou a produção de veículos em uma fábrica alemã e decidiu transformá-la em um polo de pesquisa em inteligência artificial. A decisão expõe a pressão econômica sobre a montadora e sinaliza como a indústria automobilística está migrando, de forma acelerada, para um modelo guiado por software, dados e automação.
Três anos após sua popularização, o ChatGPT já faz parte do cotidiano digital — mas não como um “novo Google”. Estudos mostram que ele é usado principalmente para entender, decidir e produzir, enquanto o buscador tradicional segue como a grande porta de entrada da web. A IA cresce, mas ainda responde por uma fatia mínima do tráfego online.
Sem foguetes próprios, o Google aposta em satélites para alimentar a próxima geração de inteligência artificial fora da Terra. O projeto Suncatcher promete TPUs em órbita até 2027, energia solar quase infinita e um novo mercado bilionário que anima justamente seus maiores rivais.
Ao liberar o acesso à OpenAI Supply Co., antes restrita a funcionários, a empresa por trás do ChatGPT transformou camisetas, bonés e cartas colecionáveis em símbolos de pertencimento. O movimento marca os 10 anos da organização e revela como a cultura digital influencia a experiência de marca no setor de tecnologia.