Depois de investir pesado para colocar um jovem prodígio no comando de sua estratégia de inteligência artificial, Mark Zuckerberg enfrenta um problema inesperado: a relação com seu principal contratado já se tornou tensa. Microgestão, choque de estilos e pressão por resultados colocam em dúvida o plano da Meta.
Relatórios de inteligência apontam que a Rússia pode estar trabalhando em uma arma capaz de destruir constelações inteiras de satélites, como a Starlink, usando nuvens de estilhaços metálicos. A estratégia seria eficaz militarmente, mas poderia provocar uma crise sem precedentes na órbita baixa da Terra.
A inteligência artificial é frequentemente apontada como a grande vilã do mercado de trabalho em 2025. Mas os números contam outra história. Embora mais de um milhão de empregos tenham sido cortados neste ano, apenas uma fração mínima dessas demissões pode ser diretamente ligada ao uso de IA.
Foguetes são caros, perigosos e complexos — e talvez não sejam a única forma de sair da Terra. Cientistas japoneses estão desenvolvendo um elevador espacial capaz de alcançar a órbita baixa e transportar pessoas com mais segurança, reacendendo um velho sonho da ciência com novas bases tecnológicas.
Uma inovação recente na pele artificial de robôs humanoides está provocando debates intensos. À primeira vista, a ideia de máquinas capazes de detectar “dor” parece inquietante. Mas, por trás dessa escolha controversa, existe uma lógica técnica clara que pode tornar os robôs mais seguros, eficientes e confiáveis em ambientes humanos.
Ferramentas de IA estão tornando o aprendizado mais rápido e eficiente, mas novas pesquisas levantam um sinal de alerta. Estudos acadêmicos indicam que o uso excessivo pode reduzir o esforço mental, enfraquecendo habilidades essenciais. O desafio agora é aprender a usar a tecnologia sem comprometer o desenvolvimento cognitivo.
A Nvidia informou clientes chineses que pretende iniciar, nos próximos meses, o envio do chip de inteligência artificial H200 para a China. A decisão ocorre após uma flexibilização das regras de exportação dos EUA e pode render bilhões à empresa, mas também reacende preocupações geopolíticas.
O WhatsApp começou a liberar as figurinhas de perguntas nos Status, um recurso que permite criar enquetes abertas e receber respostas diretas dos contatos. A novidade amplia o uso dos Status, aproxima o app de outras redes sociais e reforça a estratégia da Meta de estimular conversas dentro da plataforma.
Uma atualização aguardada por muitos finalmente chegou e promete alterar a experiência de uso de forma profunda. Sem mudar o conteúdo das respostas, a novidade permite ajustar como elas são entregues, tornando a interação mais próxima, neutra ou objetiva conforme a preferência de cada usuário.
À medida que navegadores com IA ganham autonomia para ler e-mails, acessar contas e executar tarefas sozinhos, cresce também um risco difícil de eliminar: a chamada prompt injection. A OpenAI reconhece que o problema não tem solução definitiva — mas acredita que sistemas de defesa baseados em IA podem reduzir o impacto no mundo real.
Em Brownsville, no Texas, pais se encantaram com a ideia de uma microescola em que softwares fariam o papel de tutor e “guias” substituiriam professores. Mas relatos de ex-alunos, funcionários e responsáveis apontam um outro lado: metas rígidas ditadas por aplicativos, vigilância digital e crianças trabalhando no horário do almoço para não “ficar para trás”.
Plataformas como TikTok e Instagram não funcionam por acaso: seus algoritmos são projetados para manter o usuário conectado o máximo de tempo possível. Pesquisadores de Harvard e alertas da OMS mostram como esse modelo pode estimular comportamentos compulsivos, prejudicar o sono e impactar o bem-estar emocional — e por que entender esse mecanismo é o primeiro passo para usá-las de forma mais saudável.
Conversar com máquinas deixou de ser algo estranho e passou a fazer parte da rotina. Por trás desse comportamento aparentemente simples, existem motivações profundas ligadas à forma como lidamos com o tempo, a curiosidade e a necessidade de conexão em um mundo cada vez mais acelerado.
Uma anomalia identificada logo após a decolagem fez com que o veículo perdesse estabilidade e fosse envolto por uma nuvem de fogo. O incidente reacende o debate sobre os desafios técnicos e operacionais dos lançamentos comerciais no Centro de Lançamento de Alcântara.
Tem coisas que funcionam como uma máquina do tempo instantânea. Basta ouvir um som, ver um conector estranho ou lembrar de um ritual específico para o cérebro voltar direto aos anos 1990 e 2000. Se você viveu essa fase da informática, prepare-se: estes hardwares antigos de PC não só marcaram época como também entregam, sem piedade, há quanto tempo você usa computador.
Se alguém ainda achava que segurança digital era um problema distante, 2025 tratou de acabar com essa ilusão. O ano foi marcado por ciberataques em larga escala e vazamentos de dados que atingiram governos, empresas e milhões de pessoas, expondo falhas graves em sistemas considerados críticos.
A inteligência artificial está mudando a forma como conteúdos circulam na internet — e isso inclui um lado bem mais sombrio. Grupos extremistas estão usando ferramentas de IA para ampliar alcance, engajamento e influência, com técnicas que vão de clonagem de voz a traduções automáticas quase perfeitas.
O Spotify confirmou um incidente que acendeu o sinal de alerta na indústria musical. Hackers conseguiram acessar de forma não autorizada parte do catálogo da plataforma e divulgaram metadados de 256 milhões de faixas, além de informações associadas a milhões de arquivos de áudio. O caso reacendeu debates sobre pirataria, preservação cultural e uso de dados por inteligência artificial.
Pagar todo mês para assistir TV aberta começa a soar estranho em 2025. Com o sinal analógico desligado na maior parte do Brasil e as mensalidades da TV por assinatura só subindo, muita gente redescobriu a antena digital — também chamada de antena japonesa — como solução prática para ter imagem em HD, som limpo e zero boleto no fim do mês. Simples, barata e eficiente, ela voltou ao centro da sala.
Às vésperas de 2026, uma declaração vinda do coração do setor tecnológico acendeu um alerta entre estudantes e profissionais. O avanço acelerado da inteligência artificial já começa a redefinir o valor de certas carreiras — e a questão central vai muito além de escolher um curso universitário.