A chegada da inteligência artificial ao WhatsApp mudou a experiência de milhões de usuários. Enquanto alguns adotaram o recurso, outros tentam escondê-lo. Entre preocupações com privacidade, desempenho e utilidade, cresce a busca por formas de limitar — ou eliminar — a presença do Meta AI.
A ideia de lançar centenas de milhares — ou até um milhão — de satélites reacende um debate global. Entre avanços tecnológicos e impactos invisíveis, cientistas alertam para uma mudança silenciosa: o céu que conhecemos pode desaparecer aos poucos, substituído por uma nova paisagem dominada por luzes artificiais.
Um erro técnico colocou parte do código do assistente de programação da Anthropic em domínio público. Embora não revele o “coração” do modelo, o vazamento oferece um raro vislumbre de como a IA funciona por dentro — e ocorre justamente quando a empresa se prepara para abrir capital.
A Meta tentou usar o sistema de classificação etária do cinema para moderar conteúdo no Instagram, mas enfrentou resistência da indústria cinematográfica. Após pressão legal, a empresa decidiu recuar e reformular sua estratégia — em meio a críticas crescentes sobre segurança de menores.
Pequenos hábitos no dia a dia podem reduzir drasticamente a vida útil da bateria do iPhone. A Apple aponta os principais erros — e alguns deles passam despercebidos.
Um novo material desenvolvido por cientistas chineses pode resfriar sistemas quase ao zero absoluto sem depender do escasso hélio-3. A descoberta não só desafia décadas de dependência tecnológica, como também reposiciona a disputa global por recursos estratégicos ligados à física e à computação quântica.
Pessoas de 55 ou 60 anos hoje dominam aplicativos, redes sociais e compras online. Mas isso garante que acompanharão a próxima onda tecnológica? Um debate crescente aponta que o problema não é a idade — e sim como a tecnologia evolui e ignora quem mais precisa dela.
Um hospital que não existe fisicamente, mas atende milhares de pacientes por dia com médicos e enfermeiros gerados por inteligência artificial. O projeto chinês promete revolucionar a saúde com diagnósticos rápidos e previsões de epidemias — mas também reacende um debate inevitável: qual será o papel dos médicos humanos nesse novo cenário?
Uma nova rota digital promete mudar conexões entre continentes, mas o que realmente está em jogo vai além da velocidade: envolve poder, influência e controle de uma infraestrutura quase invisível.
Decisões recentes revelam uma mudança silenciosa na OpenAI. Enquanto a empresa ajusta sua estratégia, um concorrente avança justamente no espaço que começa a se tornar mais valioso.
Enquanto a atenção global está voltada à inteligência artificial, um avanço discreto começa a ganhar forma fora dos holofotes e pode redefinir a relação entre humanos e tecnologia.
Um estudo recente desafia uma ideia muito repetida sobre desinformação. Ao mudar o ambiente digital, o comportamento das pessoas também muda — e o resultado surpreende.
Um avanço recente propõe uma forma completamente diferente de construir chips. A promessa é ambiciosa: reduzir drasticamente um dos maiores custos invisíveis da inteligência artificial atual.
O avanço dos computadores quânticos pode colocar em risco senhas e dados atuais. Empresas já trabalham em novas formas de proteção para evitar um colapso na segurança digital.
Com quase 300 milhões de habitantes, a decisão da Indonésia pode afetar dezenas de milhões de jovens e marcar um ponto de virada global na regulação do uso de redes sociais por crianças. A medida mira riscos como cyberbullying, conteúdo sexual e dependência digital.
Com a saída do último cofundador que não era Elon Musk, a xAI entra em uma nova fase: mais centralizada, mais ambiciosa e mais controversa. No pano de fundo, um possível IPO da SpaceX pode transformar esse ecossistema em uma das maiores forças do mercado tecnológico.
Uma escolha controversa colocou uma empresa de inteligência artificial no centro do debate global — e acabou impulsionando suas assinaturas de forma surpreendente em poucos meses.
Função cada vez mais comum promete prolongar a vida da bateria, mas esconde um efeito colateral pouco discutido que pode mudar completamente a forma como você usa seu smartphone.
Um experimento improvável mistura biotecnologia e cultura gamer para criar algo tão absurdo quanto fascinante. A ideia parece piada, mas abre portas para um futuro inesperado.
O hábito de usar o celular por longos períodos, especialmente colado ao rosto, está sendo associado ao aumento de problemas dermatológicos. Estudos recentes mostram que calor, atrito, bactérias e até a luz azul das telas podem favorecer acne e irritações — um fenômeno cada vez mais comum entre jovens.