Um projeto piloto nos Estados Unidos permite que inteligência artificial renove receitas psiquiátricas. A proposta promete agilizar atendimentos, mas levanta dúvidas importantes.
Apesar de avanços impressionantes, a inteligência artificial ainda falha em um ponto crucial nos jogos modernos. E isso revela uma diferença fundamental entre máquinas e humanos.
Empreendedores cada vez mais jovens estão sendo financiados para viver e trabalhar em ambientes controlados, com todas as necessidades atendidas por investidores. O fenômeno levanta dúvidas sobre autonomia, maturidade e o tipo de inovação que esse modelo pode gerar na corrida acelerada pela inteligência artificial.
Uma nova abordagem tecnológica está acelerando descobertas em um dos locais mais enigmáticos do planeta. O que antes levava décadas agora começa a surgir em meses — e pode redefinir tudo.
Uma nova plataforma permite gerar vídeos completos com inteligência artificial em poucos cliques. O detalhe que chama atenção é como tudo acontece sem precisar saber editar.
Empresas de tecnologia estão pagando pessoas para gravar tarefas domésticas do dia a dia. Esses vídeos alimentam sistemas de inteligência artificial que treinam robôs humanoides. A prática revela uma nova economia de dados e levanta uma questão curiosa: será que o futuro da automação começa dentro da sua própria casa?
Da rotina no escritório a demissões transmitidas em tempo real, jovens estão transformando o trabalho em conteúdo viral. O fenômeno “WorkTok” cresce em plataformas como TikTok e Instagram, revelando mudanças profundas na forma como a geração Z enxerga carreira, identidade e exposição digital.
Conexões lentas, dispositivos estranhos e consumo de dados fora do normal podem ser sinais de acesso não autorizado ao WiFi. Com algumas mudanças simples no roteador, é possível aumentar significativamente a segurança da rede doméstica e evitar riscos que vão muito além da velocidade da internet.
Um truque simples permite transformar completamente o visual do WhatsApp durante a Páscoa. A mudança é rápida, reversível e não altera o funcionamento do app.
Uma atualização recente trouxe novos símbolos que prometem transformar a forma como você se expressa. Alguns são curiosos, outros inesperados — e um deles já está chamando atenção.
Uma missão histórica rumo à Lua enfrentou desafios complexos… mas foi um problema cotidiano que chamou atenção. Em meio à tecnologia avançada da Artemis II, um detalhe comum revelou algo curioso sobre a exploração espacial moderna.
A Mercor, especializada em dados para treinar inteligência artificial, estaria oferecendo dinheiro por materiais produzidos em empregos anteriores. A proposta pode parecer tentadora, mas esbarra em contratos, propriedade intelectual e até riscos de segurança após um recente vazamento de dados.
Com o fim do suporte ao Windows 10 se aproximando, o Google aposta em uma solução simples e barata: um kit USB que instala o ChromeOS Flex em poucos minutos. A proposta é estender a vida útil de computadores antigos e reduzir tanto custos quanto impacto ambiental.
A Tesla relança o Optimus com melhorias técnicas relevantes e planos concretos de produção em larga escala. O robô humanoide, que já foi testado em ambientes reais, agora mira tarefas mais complexas e interação direta com pessoas — sinalizando uma nova fase na estratégia da empresa.
Diferente das revoluções anteriores, a inteligência artificial não elimina empregos de uma vez — ela transforma tarefas silenciosamente. O resultado é um mercado em transição acelerada, onde funções ainda existem, mas já não são as mesmas. E isso cria um desafio muito mais difícil de enxergar e resolver.
Com ferramentas como ChatGPT e Gemini cada vez mais presentes na rotina dos alunos, escolas e universidades enfrentam um novo desafio: como avaliar aprendizado real em um cenário onde a inteligência artificial também faz o dever de casa. A resposta tem sido rápida — e cheia de adaptações.
A gigante de tecnologia viu suas ações despencarem 23% no início de 2026, em um movimento que acendeu alertas entre investidores. Enquanto a empresa tenta equilibrar crescimento em inteligência artificial e expansão na nuvem, sinais de desaceleração e concorrência acirrada colocam pressão sobre sua estratégia.
Um novo plano estratégico revela ambições tecnológicas gigantescas. Mas por trás das promessas de inovação, há sinais de algo mais profundo — e potencialmente decisivo para o equilíbrio global.
Uma nova tecnologia espacial promete reduzir viagens interplanetárias a tempos impensáveis. Ainda em fase inicial, ela já está mudando o debate sobre o futuro da exploração humana fora da Terra.
Uma nova crise internacional recoloca o trabalho remoto no centro do debate, mas com um argumento muito diferente. Desta vez, a motivação é energética — e pode mudar tudo.