Antes de descartar aquele smartphone antigo, vale pensar duas vezes. Ele pode virar câmera de segurança, cofre digital para apps bancários ou até celular exclusivo para autenticação em dois fatores. Reutilizar o aparelho prolonga sua vida útil, protege seus dados e reduz o lixo eletrônico.
Em meio ao ceticismo sobre modelos de linguagem e ao hype da “IA geral”, um novo livro defende uma tese ousada: inteligência não é exclusividade biológica. Para o pesquisador Blaise Agüera y Arcas, ela é uma propriedade funcional dos sistemas — e pode estar tanto em cérebros quanto em máquinas.
Um novo conceito apresentado em Barcelona sugere que o celular pode deixar de ser apenas uma tela passiva. Movimento físico, inteligência expressiva e interação inédita apontam para uma possível nova geração de dispositivos móveis.
Mesmo duas décadas depois do auge, um modelo clássico continua despertando interesse de colecionadores e nostálgicos. Mas quanto custa ter hoje esse ícone nas mãos?
Uma recomendação simples viralizou entre usuários de smartphones. Especialistas explicam quando o hábito pode ajudar — e por que ele está longe de ser uma solução mágica.
De atendimento bancário a desabafos pessoais, os chatbots deixaram de ser ficção científica e passaram a integrar a vida cotidiana. Especialistas apontam três motivos centrais para essa adoção: utilidade, entretenimento e busca por conexão. A relação revela tanto avanços tecnológicos quanto necessidades humanas profundas.
Golpistas estão assumindo o controle de contas no WhatsApp usando um método simples e altamente eficaz: convencer a vítima a compartilhar um código de verificação. O golpe parece banal, mas pode dar acesso total às suas conversas, fotos e contatos — e virar uma cadeia de fraudes em minutos.
Uma mudança estratégica no setor de inteligência artificial volta a colocar tecnologia e guerra no mesmo debate — levantando dúvidas sobre limites éticos, autonomia das máquinas e quem realmente controla essas decisões.
Uma compra discreta, revelada meses depois, indica que a Apple pode estar fortalecendo uma tecnologia essencial antes mesmo de o mercado perceber qual será o próximo grande salto do hardware.
Um estudo baseado em inteligência artificial cruzou padrões comportamentais atribuídos aos signos e revelou qual deles aparece com maior frequência em situações de tensão emocional e conflitos interpessoais.
Ferramentas como o ChatGPT deixaram de ser apoio pontual e passaram a integrar decisões corporativas sensíveis. O problema é que interações digitais podem ganhar valor probatório em disputas judiciais ou virar crise pública. Especialistas defendem protocolos claros antes que seja tarde.
Um levantamento na América Latina revela que as habilidades mais valorizadas pelas empresas — como responsabilidade, empatia e comunicação — são justamente as mais raras. Em meio à transformação digital e ao avanço da inteligência artificial, o diferencial competitivo pode estar menos na técnica e mais no fator humano.
A fusão entre SpaceX e xAI e a transformação da Tesla em uma empresa focada em robôs e carros autônomos mostram até onde Elon Musk está disposto a ir para liderar a próxima revolução tecnológica. A estratégia é ambiciosa — e envolve riscos bilionários.
Golpes cada vez mais sofisticados estão mirando contas de WhatsApp — e um simples descuido pode abrir a porta para criminosos digitais assumirem seu perfil.
O resultado está levantando questões inesperadas no mundo da tecnologia.
Um funcionário da OpenAI foi demitido após investigação interna apontar uso de informações confidenciais para apostar em plataformas como Polymarket. O caso expõe uma contradição do setor de mercados de previsão, que antes celebrava “vantagem informacional”, mas agora enfrenta pressões regulatórias e risco reputacional.
Algoritmos que recomendam músicas, rotas e conteúdos podem estar fazendo algo maior: moldando hábitos, opiniões e decisões cotidianas de forma silenciosa, enquanto acreditamos manter total autonomia.
Pesquisas e relatos online indicam uma mudança silenciosa na linguagem cotidiana. Sem perceber, pessoas passam a adotar padrões, expressões e estruturas cada vez mais semelhantes às usadas por chatbots.
Uma nova tecnologia transforma o corpo dos robôs em uma superfície sensível capaz de detectar danos e reagir automaticamente. O avanço pode mudar silenciosamente a forma como humanos e máquinas convivem.
Os chatbots ficaram para trás. A nova onda são agentes de inteligência artificial capazes de programar, testar aplicações e tomar decisões de forma autônoma. O avanço acelera a corrida tecnológica global, mexe com ações em Wall Street e reacende o debate: estamos à beira de uma revolução inevitável ou de uma bolha movida pelo medo?