O temor de uma Terceira Guerra Mundial voltou ao debate público diante da escalada das tensões entre potências como Estados Unidos, Rússia e China. Embora a América Latina esteja fora do eixo central desses confrontos, análises baseadas em inteligência artificial indicam que grandes cidades da região poderiam se tornar alvos estratégicos caso o conflito se expandisse.
Um estudo europeu acompanhou o uso real de celulares por meses e chegou a uma conclusão desconfortável: atividades digitais vistas como lazer podem estar ampliando o estresse diário — e não aliviando.
Sob o pseudônimo de Coral Hart, uma escritora baseada na África do Sul contou ao New York Times como usa inteligência artificial para produzir centenas de romances em tempo recorde e vendê-los na Amazon sem avisar os leitores. Ao expor seus métodos, ela reacendeu o debate sobre ética, transparência e o futuro da escrita na era da IA.
Depois de quase duas décadas prometendo a colonização de Marte, Elon Musk mudou o discurso. A SpaceX decidiu priorizar a construção de uma cidade autossustentável na Lua, deixando o planeta vermelho para depois. O motivo não é falta de ambição, mas uma combinação de física orbital, prazos industriais e pressão dos investidores.
Um criador transformou um objeto cotidiano em um dispositivo autônomo que acompanha o usuário pela rua. O resultado viralizou e levanta dúvidas reais sobre o futuro dos acessórios urbanos.
Muita gente procura pela suposta lixeira do WhatsApp para recuperar mensagens perdidas, mas ela não existe de fato. Ainda assim, o aplicativo oferece uma alternativa poderosa: a restauração por meio de backups na nuvem, que pode trazer de volta conversas e arquivos excluídos — desde que alguns cuidados tenham sido tomados antes.
Uma nova febre digital mistura inteligência artificial, identidade online e estética encantadora. Em poucos dias, perfis comuns viraram ilustrações personalizadas que geram engajamento imediato nas redes.
Governos europeus avançam com propostas para restringir o acesso de crianças e adolescentes às redes sociais. A iniciativa, impulsionada por alertas sobre saúde mental e desenvolvimento cognitivo, divide especialistas e levanta dúvidas sobre eficácia, privacidade e a real capacidade da União Europeia de impor mudanças às grandes plataformas digitais.
Ao cruzar dados sobre emprego, educação e crescimento econômico global, sistemas de inteligência artificial começam a indicar quais idiomas serão decisivos nos próximos anos. A resposta não envolve apenas uma língua específica, mas uma combinação estratégica que pode definir quem terá mais oportunidades em um mercado cada vez mais digital e competitivo.
Três projetos bilionários prometem redefinir a conectividade global a partir do espaço. Embora pareçam semelhantes à primeira vista, Starlink, Amazon Leo e TeraWave diferem profundamente em escala, estratégia, público-alvo e ambição tecnológica. Entender essas diferenças ajuda a explicar como será a próxima fase da internet.
Um prompt simples, uma foto do rosto e alguns detalhes pessoais bastam para transformar a inteligência artificial em uma “cartunista” surpreendentemente precisa. A nova tendência mistura IA generativa, identidade digital e imagens com aquele toque fofo que lembra animações clássicas — e já tomou conta do Instagram e do X.
Planilhas, apresentações e dezenas de aplicativos diferentes estão perdendo protagonismo. A nova geração de inteligências artificiais não apenas responde perguntas: ela executa tarefas inteiras no seu lugar. E isso muda radicalmente a forma como trabalhamos, pagamos por tecnologia e lidamos com computadores.
Enquanto novos modelos de IA são anunciados com promessas cada vez mais ambiciosas, um gargalo silencioso começa a ditar o ritmo real dessa revolução. Não é apenas uma questão de energia ou meio ambiente: é um limite físico, escondido dentro dos próprios sistemas, que coloca a eletrônica de potência no centro do futuro da inteligência artificial.
Um desabafo inesperado nas redes sociais transformou um pequeno recurso do iPhone em debate global. O episódio revela como detalhes cotidianos podem irritar milhões — e ganhar palco internacional.
Enquanto o ouro domina o discurso de proteção, uma nova leitura do mercado sugere que a relação entre risco e retorno mudou — e a criptomoeda pode estar mais interessante do que parece.
Os voos suborbitais do foguete New Shepard ficarão suspensos por pelo menos dois anos. A decisão revela que o turismo espacial, apesar de lucrativo, nunca foi o objetivo final da Blue Origin, que agora concentra engenheiros, orçamento e estratégia no programa Artemis e no módulo lunar Blue Moon.
Um smartphone conectado diretamente à constelação de satélites da Starlink poderia redefinir a ideia de conectividade móvel. Embora o projeto ainda não esteja em desenvolvimento, declarações de Elon Musk e um relatório da Reuters revelam ambições que vão além de Apple e Samsung — e colocam a inteligência artificial no centro da estratégia.
Uma mudança está transformando a forma como criamos movimento. Não se trata apenas de novas ferramentas, mas de uma virada profunda na lógica da animação e no acesso ao poder criativo.
Um volume financeiro inédito chamou a atenção em 2025 e colocou o sistema de pagamentos brasileiro em outro patamar. Os dados ajudam a entender por que o Pix virou peça central da economia.
Após o anúncio do governo espanhol de que pretende proibir o acesso de menores de 16 anos às redes sociais, representantes de empresas, Estado e organizações sociais defenderam que a educação digital, a cooperação institucional e a transparência das plataformas são mais eficazes do que a simples proibição.