O especialista em segurança Moxie Marlinspike quer levar o conceito de criptografia de ponta a ponta para a inteligência artificial. A proposta é simples, mas ambiciosa: garantir que nem empresas, nem governos — nem a própria plataforma — possam acessar suas conversas com IA.
Pesquisa revela que a geração hidrelétrica brasileira pode emitir menos gases de efeito estufa do que outras tecnologias consideradas sustentáveis. O resultado reacende o debate sobre o papel das barragens na transição climática e mostra que comparar fontes de energia exige mais precisão do que se imaginava.
Pesquisadores conseguiram miniaturizar ferramentas de edição genética usando inteligência artificial, permitindo que caibam em vetores virais usados em terapias. A inovação pode reduzir doses, aumentar a precisão e abrir caminho para tratar doenças complexas e neurodegenerativas.
Um relatório regional mostra que a inteligência artificial deixou de ser novidade para se tornar parte da rotina. ChatGPT lidera em saúde e já ocupa o segundo lugar na educação, enquanto milhões de usuários reduzem o uso de apps tradicionais e adotam novas formas de aprender e cuidar da saúde.
Um esquema digital explorou brechas nas plataformas de música e gerou milhões de forma quase imperceptível — até que um detalhe levantou suspeitas e mudou tudo.
Uma tecnologia pouco conhecida começa a transformar algo cotidiano em fonte de energia limpa, abrindo novas possibilidades para cidades inteligentes — e tudo acontece debaixo dos nossos pés.
Uma transformação tecnológica começa a redesenhar o futuro das roupas, prometendo reduzir desperdícios e reinventar processos — mas os maiores impactos ainda estão por vir.
Vídeos com milhões de visualizações estão levando criadores até a ilha ligada a Jeffrey Epstein. O fenômeno levanta questões sobre ética, memória e exploração digital.
Enquanto parte do mundo vê a inteligência artificial como ameaça ao início de carreira, um movimento silencioso aposta no oposto — e pode redefinir quem lidera a próxima onda tecnológica.
Para muitos jovens, o telefone deixou de ser uma ferramenta natural. Essa mudança silenciosa já começa a impactar relações, rotinas e até ambientes profissionais de forma inesperada.
Um teste recente conseguiu algo que parecia inviável dentro da fusão nuclear. Não gera energia ainda, mas resolve um problema antigo que pode redefinir o tamanho e o futuro dos reatores.
Sam Altman afirmou que a inteligência artificial está mudando o equilíbrio entre empresas e trabalhadores e levantou dúvidas sobre quem realmente se beneficiará dessa transformação. O fenômeno do “AI washing” — quando demissões são atribuídas à tecnologia — expõe um cenário ainda sem respostas claras.
Com empresas acelerando investimentos em automação, cresce o medo de substituição por máquinas. No entanto, estudos indicam que os empregos não desaparecem — eles mudam. E quem desenvolver habilidades humanas como pensamento crítico, comunicação e criatividade terá vantagem nesse novo cenário.
O plano da empresa de Jeff Bezos aposta em energia solar constante e menos limitações físicas para expandir o poder computacional global. Mas a corrida por data centers orbitais já gera críticas, dúvidas técnicas e uma disputa direta com Elon Musk sobre o futuro da inteligência artificial fora da Terra.
Um caso viral sugeriu que a IA teria encontrado uma cura para o câncer. Mas, por trás da narrativa, existe uma sequência muito mais complexa — e cheia de nuances.
Uma investigação da BBC expõe decisões internas de TikTok e Meta que priorizaram engajamento acima de tudo. O que veio à tona levanta dúvidas profundas sobre o que realmente guia os algoritmos.
Um novo acordo envolvendo robôs e dados promete transformar a forma como grandes estruturas são monitoradas. A mudança pode reduzir custos, evitar falhas e redefinir estratégias inteiras.
Uma tecnologia que parecia inevitável agora acende alertas em alto nível. O debate já saiu do mundo tech e chegou ao centro do poder — e isso muda tudo.
Avanços tecnológicos se acumulam em ritmo acelerado, mas uma dúvida inquietante cresce nos bastidores: não basta inovar — é preciso decidir para onde estamos indo.
Mesmo sabendo que não há uma pessoa do outro lado, muitos usuários tratam a inteligência artificial com educação. A explicação envolve linguagem, cérebro social e um fenômeno curioso: tendemos a atribuir humanidade a sistemas que apenas simulam conversa.