A empresa Logos Space Services recebeu autorização para lançar 4.178 satélites de banda larga em órbita baixa. O movimento intensifica a disputa pelo domínio da internet espacial, até agora liderada pela Starlink, e aponta para um mercado cada vez mais estratégico — inclusive no campo militar.
Mrinank Sharma, responsável por salvaguardas de segurança em IA na Anthropic, anunciou sua saída com um aviso contundente: o risco não está apenas na tecnologia, mas em crises éticas e sociais interligadas. Sua carta reacende o debate sobre responsabilidade no desenvolvimento de sistemas avançados.
Embora a IA seja vendida como neutra e baseada em dados, pesquisas mostram que ela pode reproduzir – e até ampliar – desigualdades de gênero já presentes na sociedade. Da formação acadêmica ao design de assistentes virtuais, o problema começa muito antes do código.
Iniciativa internacional cria um sistema de classificação para medir, com critérios técnicos e participação de especialistas, o nível de proteção oferecido por redes sociais e plataformas de jogos a jovens de 13 a 19 anos. O movimento surge em meio a processos judiciais e críticas sobre saúde mental.
Um teste aparentemente bobo envolvendo Will Smith acabou se transformando na régua informal para medir o quanto os vídeos gerados por inteligência artificial evoluíram em poucos anos.
Uma falha crítica expõe como agentes de IA cada vez mais autônomos podem transformar tarefas triviais em riscos graves, reacendendo um conflito incômodo entre segurança digital e utilidade real.
Uma constelação com milhares de satélites acaba de receber sinal verde e muda o jogo da internet espacial. O alvo não são residências, e sim algo muito mais estratégico.
Uma pesquisa recente revela um hábito que desafia ideias tradicionais de intimidade e atenção, mostrando como a geração Z leva a hiperconectividade até os espaços mais privados da vida.
Uma inovação recente pode mudar para sempre a forma como assistimos a séries, vídeos e documentários na internet, mantendo algo que sempre se perdia nas traduções: a voz original.
Em meio a eleições, IA generativa e golpes cada vez mais sofisticados, novos dados revelam um cenário preocupante que coloca o Brasil no centro dos riscos digitais na América Latina.
Enquanto a inteligência artificial avança sobre tarefas técnicas, líderes do setor indicam que habilidades humanas clássicas — muitas vezes subestimadas — podem se tornar o maior diferencial profissional do futuro.
Implantes neurais, eletrodos no cérebro e controle remoto de rotas de voo: uma empresa da Rússia afirma ter dado um passo além dos drones tradicionais ao usar pombos como plataformas biológicas de vigilância. A proposta impressiona pela engenharia, mas provoca desconforto sobre até onde a tecnologia pode ir.
Bruxelas acusa a Meta de abusar de sua posição dominante ao bloquear assistentes de inteligência artificial rivais no WhatsApp. A decisão marca uma ofensiva acelerada da União Europeia para impor suas regras às grandes plataformas tecnológicas, mesmo sob pressão política dos Estados Unidos.
Um avanço tecnológico ainda em desenvolvimento já acende sinais de preocupação entre especialistas. Empresas e governos são pressionados a agir antes que sistemas considerados seguros deixem de ser suficientes.
Um novo projeto científico explora combinações inesperadas de elementos abundantes para criar sistemas mais limpos e duráveis. A proposta não promete milagres, mas aponta um caminho energético mais sustentável.
Uma alteração recente começa a limitar uma função usada diariamente por milhões. Sem novos recursos em troca, a mudança reforça a pressão para migrar ao plano pago.
A próxima atualização do iPhone promete menos espetáculo e mais profundidade. Entre melhorias invisíveis e uma aposta estratégica, a Apple prepara um sistema que pode redefinir a experiência diária.
Relatórios recentes de grandes casas de análise mostram um ajuste de expectativas no setor de inteligência artificial. Microsoft e Amazon enfrentam reavaliações, enquanto Tesla, AMD e Palantir ilustram como o entusiasmo com a IA começa a conviver com maior cautela sobre custos, margens e valuation.
O empresário afirma que a inteligência artificial levará a humanidade a uma era de abundância, na qual o emprego deixará de ser uma obrigação econômica. A ideia reacende debates sobre renda básica, propósito de vida e desigualdade tecnológica.
Durante anos, a radiologia foi citada como um dos primeiros campos médicos a ser substituído pela inteligência artificial. Mas a realidade tomou outro rumo: em vez de eliminar empregos, a IA passou a ampliar a capacidade dos profissionais, acelerar diagnósticos e aumentar a demanda por radiologistas.