O YouTube quer saber sua idade — e a mudança que chega ao Brasil pode alterar sua experiência
Um novo agente de inteligência artificial conquistou a internet ao prometer algo raro: executar tarefas reais no computador do usuário. Mas, junto com a praticidade, surgem alertas sérios sobre segurança.
Uma fábrica que opera no escuro, sem trabalhadores humanos e com produção ininterrupta levanta questões profundas sobre o futuro da indústria, da tecnologia e do trabalho em escala global.
A Meta estaria testando novos pacotes de assinaturas com recursos premium para suas principais redes sociais. As novidades vão desde ferramentas de produtividade e geração de vídeos com IA até funções curiosas, como ver stories anonimamente. A proposta é transformar a experiência do usuário comum — mas tudo indica que isso virá acompanhado de novas mensalidades.
O WhatsApp começou a liberar uma ferramenta que permite mostrar mensagens anteriores para quem entra em um grupo depois do início da conversa. A novidade dá mais controle aos administradores, mantém a criptografia de ponta a ponta e resolve um problema clássico dos chats coletivos: colocar todos no mesmo contexto sem comprometer a privacidade.
O Uruguai iniciou a construção de uma usina pioneira que produzirá 350 mil galões por ano de combustível sustentável para aviação. A planta combinará biogás de resíduos agrícolas com energia renovável e poderá reduzir em até 90% as emissões ao longo de todo o ciclo de vida, sem exigir mudanças em aviões ou infraestrutura aeroportuária.
A inteligência artificial e a robótica já transformam tarefas intelectuais e manuais, mas os dados globais não apontam para um colapso imediato do emprego. Especialistas da OCDE falam em uma “revolução lenta”, alertando que o maior desafio pode não ser a falta de trabalho, e sim a desigualdade e a reconfiguração profunda das carreiras.
Dario Amodei, diretor executivo da Anthropic, afirma que sistemas avançados de inteligência artificial podem superar humanos em quase todas as áreas em poucos anos. Em um ensaio publicado em janeiro de 2026, ele descreve cinco riscos centrais — da perda de controle ao colapso social — e defende ação imediata de governos, empresas e sociedade.
Uma atualização histórica da Siri está prestes a chegar, com inteligência inédita e decisões estratégicas inesperadas. O detalhe mais curioso? A tecnologia por trás dela pode não ser exatamente da Apple.
Uma função discreta acaba de chegar ao Google Fotos e muda completamente a forma de animar imagens: agora você pode descrever o que quer ver em movimento — e o aplicativo cria o vídeo seguindo sua ideia.
Uma nova função em testes promete transformar a inteligência artificial do WhatsApp: respostas rápidas para perguntas simples ou análises profundas para decisões complexas. Um detalhe discreto que pode mudar como milhões usam o app todos os dias.
A comparação com motores a combustão começa a surpreender.
Muito antes de computadores, robôs ou algoritmos, um fazendeiro da Nova Zelândia escreveu um texto inquietante sobre máquinas conscientes, perda de controle tecnológico e a possível substituição da humanidade. Suas ideias ecoam hoje em obras como Duna e Matrix — e mostram que o medo da IA nasceu no século XIX.
Muito se fala sobre o lixo gerado por painéis solares — e pouco sobre o impacto real das alternativas. Quando colocamos os números na mesa, a diferença é brutal: por megawatt-hora produzido, a energia solar gera apenas alguns quilos de resíduos, enquanto carvão e gás liberam dezenas de quilos de rejeitos e centenas de quilos de CO₂. Os dados ajudam a desmontar um dos argumentos mais repetidos contra as renováveis.
Elon Musk quer levar o robô humanoide Optimus para o mercado já em 2027, com a ambição de produzir até um milhão de unidades. Anunciado em Davos, o projeto marca a entrada definitiva da Tesla na robótica doméstica — e vem acompanhado de promessas ousadas sobre qualidade de vida, automação do lar e até o fim da pobreza.
Durante dias, aplicativos essenciais simplesmente pararam de abrir em milhares de PCs. A falha não estava no sistema, nem no hardware — e a explicação revela o quanto o Windows depende hoje da nuvem.
Um novo trabalho acadêmico sugere que, por mais dados e poder computacional que recebam, os grandes modelos de linguagem não conseguem ultrapassar certos níveis de complexidade. A pesquisa apresenta uma prova matemática de que tarefas avançadas e totalmente autônomas acabam esbarrando em restrições estruturais — um alerta direto à ideia de que a IA atual possa evoluir, sozinha, até algo próximo da inteligência humana geral.
Enquanto celebramos avanços cada vez mais rápidos da inteligência artificial, uma pergunta simples revela o que realmente está em jogo: quem você ligaria no meio da noite se não estivesse bem? Em meio à obsessão por eficiência, dados e automação, cresce o risco de esquecermos que relações humanas não são um detalhe — são a base da nossa saúde, da nossa criatividade e da nossa capacidade de atravessar crises.
Centros de dados gigantescos, fábricas de baterias para carros elétricos e projetos de hidrogênio verde passaram a ocupar o centro da nova corrida por investimentos em infraestrutura. Na Espanha, construtoras, fundos internacionais e empresas de tecnologia disputam espaço em um mercado que promete movimentar dezenas de bilhões de euros na próxima década — mas que ainda enfrenta gargalos regulatórios, energéticos e de demanda.
Ele foi o telefone mais popular da história e parecia impossível de quebrar. Duas décadas depois, reaparece em sites de venda como peça de coleção — e o preço revela muito sobre tecnologia, memória e nostalgia.