A disputa pelas IAs que vão dominar o entretenimento ganhou um novo capítulo — e um dos mais explosivos do ano. A Disney acaba de investir US$ 1 bilhão na OpenAI e liberar mais de 200 personagens para criação de vídeos no Sora, a plataforma de geração audiovisual da companhia do ChatGPT. Entenda por que esse acordo pode redesenhar o futuro do streaming, da tecnologia e das narrativas digitais.
Por décadas, Elon Musk repetiu que SpaceX só entraria na bolsa quando fosse possível voar regularmente a Marte. Porém, um novo plano estratégico muda completamente essa narrativa. A empresa prepara a maior IPO da história dos Estados Unidos — não para financiar foguetes ou expandir Starlink, mas para algo muito maior: construir uma nova camada de computação global diretamente no espaço, capaz de alimentar a inteligência artificial do futuro.
A retirada de músicas por artistas que protestam contra o avanço da inteligência artificial no Spotify abriu espaço para um fenômeno ainda mais preocupante: o surgimento de cópias geradas por IA imitando bandas reais. O caso de King Gizzard & the Lizard Wizard expõe um conflito crescente entre ética tecnológica, direitos autorais e os limites da automação criativa.
O Brasil colocou em operação uma das obras mais ambiciosas da história energética latino-americana: a termoelétrica GNA II, capaz de atender até 8 milhões de residências. Com tecnologia de ciclo combinado e preparo para usar hidrogênio no futuro, a usina inaugura um novo capítulo na transição energética do país.
Um dispositivo discreto, usado no dedo, promete capturar pensamentos antes que desapareçam — sem nuvem, sem recarga e quase sem interação. Ele quer eliminar a distância entre lembrar e registrar, criando um novo tipo de memória instantânea. A proposta é simples, mas abre questões profundas sobre privacidade, hábito e tecnologia.
O Instagram decidiu abrir a caixa-preta que sempre definiu o que você vê no Reels. A plataforma lançou nos EUA um recurso de inteligência artificial que permite visualizar — e modificar — os temas que o algoritmo acha que você gosta, com base no seu histórico de visualização. É a primeira vez que a Meta oferece esse nível de transparência no app.
Em plena era digital, uma plataforma resgata a tradição das cartas em papel e permite enviá-las ao futuro — até 10 anos depois. O serviço “Letter to Yourself” combina memória, afeto e tecnologia para que você escreva hoje algo que só você (ou outra pessoa) lerá muito tempo depois.
Geoffrey Hinton, conhecido como o “padrinho da IA” e vencedor do Nobel de Física de 2024, afirma que Elon Musk e Bill Gates podem estar certos ao prever um futuro em que trabalharemos menos horas. Mas seu alerta é mais profundo: ele acredita que a inteligência artificial pode tornar o trabalho humano obsoleto, gerando desemprego massivo e forte instabilidade social.
Um novo sistema de climatização que utiliza a evaporação da água promete revolucionar o verão, economizar uma fortuna na conta de luz e reduzir sua pegada de carbono em até 80%.
Aprender inglês nunca foi tão acessível. Ferramentas de IA como ChatGPT, Gemini, Copilot e DeepSeek permitem praticar conversação, corrigir textos, expandir vocabulário e criar planos de estudo personalizados — tudo sem horários fixos. Usadas com estratégia, elas transformam o estudo em algo mais eficiente, dinâmico e motivador.
Em um movimento estratégico para organizar o futuro dos agentes de IA, OpenAI, Anthropic e Block fundaram uma nova instituição dedicada a criar padrões abertos, seguros e interoperáveis. A iniciativa, agora sob o guarda-chuva da Linux Foundation, busca evitar riscos crescentes desses sistemas — de injeções indiretas a erros automáticos — antes que eles se tornem comuns.
A IM Motors apresentou o LS9, um SUV híbrido de grande porte que promete revolucionar o conceito de luxo automotivo. Além de rodar mais de 1.500 km combinando combustão e eletricidade, o modelo oferece um recurso inusitado: um chuveiro externo com água aquecida. Tecnologia, autonomia e extravagância em um só veículo.
O relatório “Ano em Pesquisas 2025” revela uma tendência incontornável: a inteligência artificial foi o tema que mais cresceu no interesse global. O termo “Gemini”, o chatbot avançado do Google, superou eventos esportivos gigantescos, crises políticas e fenômenos culturais — sinal claro de que 2025 foi, mais do que nunca, o ano da IA.
Ferramentas de inteligência artificial facilitam a rotina, mas seu uso excessivo pode ter um custo oculto. Especialistas alertam que, quando pensar é constantemente delegado às máquinas, funções como memória, criatividade e pensamento crítico podem enfraquecer — um risco silencioso para o desenvolvimento cognitivo.
Um estudo amplo com usuários reais revelou qual fabricante apresenta menos falhas ao longo do tempo — e o resultado foge completamente do que muitos consumidores imaginavam. Gigantes tradicionais ficam para trás, enquanto um nome inesperado assume a liderança em confiabilidade.
Uma apuração inédita em Bruxelas coloca uma das maiores empresas de tecnologia do mundo sob escrutínio. O caso envolve inteligência artificial, conteúdos digitais e o equilíbrio entre inovação e direitos autorais — e pode redefinir como criadores são tratados na nova economia algorítmica.
Você tenta resolver um problema simples, abre o WhatsApp da empresa e recebe uma resposta instantânea. Parece promissor. Mas, minutos depois, o atendimento entra em um looping infinito de respostas automáticas que não levam a lugar nenhum. Os chatbots, cada vez mais presentes no atendimento ao consumidor, prometem agilidade — mas nem sempre entregam.
Você atende o telefone, solta um “alô” e… nada. Silêncio total. Em segundos, a chamada cai. Se isso anda acontecendo com frequência, saiba que você não está sozinho — e que esse tipo de ligação, cada vez mais comum, pode ser bem mais do que uma falha técnica.
Durante um teste controlado, dois sistemas de inteligência artificial fizeram algo inesperado: abandonaram o idioma humano e passaram a trocar sinais incompreensíveis para qualquer pessoa. O episódio reacendeu discussões sobre linguagens emergentes entre máquinas e até onde vai a supervisão humana nesses sistemas.
O que antes parecia incompatível agora divide o mesmo palco. Games, esforço físico extremo e tecnologia avançada se encontram em uma competição sem precedentes. Em 2025, Abu Dhabi recebe um evento que funciona como um laboratório global para entender como será o esporte do futuro.