A Espanha anunciou que pretende impedir o acesso de crianças e adolescentes às redes sociais, seguindo um movimento global que já inclui Austrália, Grécia e França. Com exigências de verificação de idade e possíveis proibições diretas, governos dizem querer proteger jovens de conteúdos nocivos — mas a estratégia também levanta debates sobre liberdade de expressão e privacidade.
Uma mudança nas prioridades profissionais dos jovens começa a afastar talentos da programação — e coloca gigantes da tecnologia diante de um desafio que poucos previram.
O criador mais seguido do planeta fechou um negócio bilionário que envolve inteligência artificial, automação e algo que vai muito além de simples vídeos. O impacto dessa decisão ainda está começando a aparecer.
Durante décadas, Matrix foi lida como um alerta sobre inteligência artificial. Mas essa interpretação ignora o ponto central da saga: fé, escolha e a facilidade humana de aceitar ilusões reconfortantes.
Um sistema criado para levar internet a áreas remotas virou peça estratégica em um conflito real. Quando seu acesso é interrompido, a pergunta deixa de ser técnica e passa a ser política.
Durante o Fórum de Davos, Elon Musk afirmou que robôs humanoides com inteligência artificial poderão assumir parte do cuidado de pessoas idosas. A proposta, centrada no robô Optimus, da Tesla, promete enfrentar a escassez de cuidadores — mas também levanta questões profundas sobre empatia, isolamento e o papel da tecnologia nas relações humanas.
A partir desta segunda-feira, entram em vigor mudanças importantes nas regras de segurança do Pix. O novo modelo prevê bloqueio automático de contas suspeitas e rastreamento mais rápido das transferências, com a promessa de reduzir fraudes e agilizar a devolução de valores para vítimas de golpes.
Uma figura criada por inteligência artificial começa a ganhar espaço na música e nas redes, despertando fascínio e rejeição enquanto expõe dilemas profundos sobre arte, autoria e identidade.
Uma função discreta em desenvolvimento promete dar aos usuários um controle inédito sobre os Melhores Amigos. A mudança parece simples, mas pode alterar dinâmicas sociais dentro da plataforma.
Um novo relatório indica que executivos da Apple já questionam se o velho modelo centrado em gadgets é suficiente para vencer na era da inteligência artificial. Entre óculos inteligentes, fones com IA e uma Siri repaginada, a empresa parece caminhar para uma estratégia fragmentada — enquanto observa, com cautela, os movimentos de rivais como Meta e OpenAI.
Relatórios internos das plataformas de namoro mostram um paradoxo curioso: a Geração Z acredita no amor, mas evita iniciar vínculos. Medo da exposição pública, cansaço emocional e pressão econômica estão redesenhando o flerte. Em resposta, apps como Tinder tentam reduzir a ansiedade do primeiro contato — sem garantir que isso resolva o problema.
Um vídeo recente mudou o tom da conversa sobre robótica. O que parecia demonstração virou prova de algo maior: máquinas já aprendem movimentos complexos e executam força e precisão de forma inquietante.
Depois de mudar o nome da empresa e investir bilhões em mundos digitais, a Meta começa 2026 recuando do metaverso. Demissões, prejuízos recordes e uma virada estratégica para dispositivos com IA redesenham o futuro da realidade virtual. Especialistas explicam por que a visão original falhou — e por que isso pode, paradoxalmente, fortalecer o setor.
Sem alarde e fora do radar, a Apple fez um movimento raro que diz mais sobre seu futuro do que qualquer keynote recente. O alvo aponta direto para inteligência artificial e novas formas de interação.
A Apple decidiu antecipar um passo crucial na evolução de seu assistente. A novidade chega em fevereiro, muda o “cérebro” da Siri e sinaliza um reposicionamento claro na corrida da IA.
Agentes de inteligência artificial passaram a discutir ideias que fogem do roteiro esperado. Não há rebelião, mas há sinais sutis que levantam perguntas incômodas sobre autonomia e supervisão.
A inteligência artificial deixou de ser coadjuvante e passou a assumir o teclado. O impacto não é imediato, mas já força desenvolvedores a repensarem seu valor e sua função.
Assistentes de inteligência artificial começaram a conversar entre si, criar comunidades próprias e discutir limites impostos por humanos. O fenômeno levanta alertas reais sobre autonomia, controle e escala.
Uma vaga inusitada chamou atenção nesta semana: a empresa de inteligência artificial de Elon Musk está oferecendo até US$ 125 por hora para autores consagrados ajudarem a “refinar” seu chatbot. A proposta levanta questões sobre ética, substituição de profissionais criativos e o papel da IA na produção cultural — especialmente após uma sequência de polêmicas envolvendo a ferramenta.
Um pedido recém-apresentado revela uma ambição inédita no espaço: criar uma infraestrutura orbital capaz de sustentar inteligência artificial em escala planetária. O impacto pode ir muito além da conectividade.