Com um time enxuto e testes de identidade por biometria, a criadora do ChatGPT avança em um projeto de plataforma social pensado para reduzir bots e perfis falsos. Se sair do papel, a iniciativa colocará a OpenAI frente a frente com gigantes já consolidados — em um momento em que o conteúdo gerado por IA começa a dominar os feeds.
O que era lazer virou ato político. Em mundos virtuais, crianças e adolescentes latinos usam um jogo popular para denunciar medo, deportações e uma realidade que atravessa suas famílias.
O anúncio de até 16 mil cortes na Amazon não surgiu do nada. A história mostra que, sempre que uma nova onda tecnológica redefine prioridades, gigantes do setor passam por reestruturações profundas. A inteligência artificial é apenas o capítulo mais recente de um roteiro que já se repetiu com PCs, celulares e computação em nuvem.
Durante anos, usar o WhatsApp nunca teve preço. Agora, uma decisão estratégica promete mudar essa lógica, provocar revolta global e redefinir como bilhões de pessoas se comunicam.
Uma nova ação contra a Meta voltou a colocar o WhatsApp no centro de um debate global: até que ponto o famoso “criptografado de ponta a ponta” garante, de fato, a privacidade dos usuários?
Enquanto o mercado se prepara para o primeiro grande IPO de inteligência artificial, Elon Musk estuda unir a SpaceX à xAI — ou até à Tesla — em uma manobra que pode acelerar a estreia de sua startup de IA em Wall Street. A disputa direta com OpenAI adiciona tensão extra a essa corrida bilionária.
A OpenAI decidiu “aposentar” modelos antigos do ChatGPT e enxugar a lista de opções disponíveis. A mudança reflete como as pessoas passaram a usar a IA — e o que vem a seguir.
Com as vendas de veículos elétricos sob pressão e a concorrência global em alta, Elon Musk aposta tudo em uma nova virada: robôs humanoides. A Tesla planeja substituir linhas de produção de automóveis pelo Optimus, um robô que promete revolucionar o trabalho — mas enfrenta desafios técnicos enormes e um mercado cada vez mais disputado.
Uma contratação discreta dentro da Apple chamou a atenção de designers e usuários avançados. O nome pode não ser popular para todos, mas seu impacto pode ser sentido em milhões de telas.
Os híbridos confirmaram seu protagonismo na eletrificação automotiva brasileira em 2025, respondendo por quase dois terços das vendas do segmento. Com mais de 143 mil unidades emplacadas, SUVs chineses dominaram o topo do ranking, enquanto marcas tradicionais buscaram espaço em um mercado cada vez mais competitivo.
Uma atualização silenciosa promete mudar como jogadores transformam gráficos clássicos no PC, introduzindo efeitos dinâmicos e ambientes que reagem em tempo real sem exigir conhecimento técnico avançado.
Um lançamento parecia perfeito, sem explosões ou falhas visíveis. Minutos depois, porém, uma missão bilionária se transformou em um enigma técnico que expôs o quão delicado é o equilíbrio no espaço.
Uma colisão microscópica em órbita expôs a fragilidade de sistemas considerados intocáveis. O incidente não causou apagões imediatos, mas desencadeou efeitos em cadeia que podem repercutir por anos.
A Tesla acaba de pedir o registro de duas novas marcas nos Estados Unidos, e ninguém sabe exatamente o que elas representam. Seriam novos carros, versões derivadas do Cybertruck ou apenas mais promessas de um futuro autônomo que ainda não chegou? Entre robôs humanoides, robotáxis e conceitos sem direção, os novos termos reacendem as apostas em Wall Street.
Segundo uma investigação do New York Times, a Meta investiu US$ 6,4 milhões em poucos meses para melhorar a imagem de seus centros de dados nos Estados Unidos. Em meio ao boom da inteligência artificial, as big techs tentam vender progresso e empregos enquanto comunidades questionam consumo de energia, água e impactos locais.
O caso abriu uma investigação federal e voltou a levantar dúvidas sobre como essas tecnologias lidam com situações reais e imprevisíveis.
O Google levou o Gemini para além do carro e transformou o Maps em um guia urbano por voz. A IA acompanha trajetos a pé e de bicicleta, oferecendo contexto, dicas e ajuda em tempo real.
Uma startup apresentou uma tecnologia capaz de alterar vídeos ao vivo enquanto eles acontecem. Com simples comandos de texto, a ferramenta promete transformar cenários, pessoas e objetos em tempo real.
Uma atualização silenciosa transforma o navegador em algo muito além de uma janela de pesquisa. Ele começa a executar tarefas, interpretar contextos e reduzir etapas que antes dependiam exclusivamente do usuário.
Uma mudança silenciosa está alterando a forma como milhões de pessoas encontram respostas médicas online. O texto perde espaço, enquanto um formato específico começa a dominar as explicações mais sensíveis.