Pesquisas e relatos recentes sugerem que nossa maneira de falar e escrever começou a incorporar traços típicos de chatbots. Termos, estruturas e um certo tom genérico parecem se espalhar pelo ecossistema linguístico, a ponto de humanos soarem como IA — e até de autoridades serem acusadas de discursar com frases geradas por máquinas.
China avanza em um projeto ambicioso: um trem de levitação magnética capaz de atingir 4.000 km/h dentro de túneis de baixa pressão, combinando Maglev e tecnologia Hyperloop. Os primeiros testes já quebram recordes, mas o maior obstáculo não é fazê-lo funcionar — é manter, em escala real, um sistema tão complexo.
Apple e Google dispararam novos alertas de segurança para usuários em todo o mundo diante do avanço de ciberataques apoiados por Estados e do uso crescente de softwares espiões. As empresas revelam que centenas de contas foram visadas e recomendam mudanças urgentes nos hábitos digitais, enquanto autoridades dos EUA reforçam novas diretrizes de proteção.
Uma tecnologia emergente está mudando silenciosamente a forma como algumas pessoas interagem com o mundo digital. Sem movimentos, sem comandos físicos — apenas intenção. O que começou como pesquisa médica já aponta para um futuro em que o pensamento pode se transformar diretamente em ação.
Um projeto que nasceu como um iate de luxo acabou se transformando em algo difícil de rotular. Tecnologia experimental, engenharia naval de ponta e uma ideia pouco comum de convivência deram origem a uma embarcação que mistura inovação, jogo coletivo e visão futurista em alto-mar.
Detectar um tsunami em pleno oceano sempre foi um dos maiores desafios da ciência. As ondas viajam rápido, quase invisíveis em mar aberto, e deixam pouco tempo para reação quando se aproximam da costa. Mas um episódio recente mostrou que isso pode estar prestes a mudar. Em 2025, cientistas conseguiram acompanhar um tsunami quase em tempo real — usando sinais de satélites e inteligência artificial. Entenda como essa tecnologia funciona e por que ela pode salvar milhares de vidas no futuro.
Três, dois, um… calma aí. Antes de sair correndo, preciso ajustar o GPS do relógio. O sujeito ao lado faz o mesmo. Alguém atrás resmunga impaciente. Cena comum em corridas, academias — e, sejamos honestos, na vida cotidiana. Os smartwatches viraram uma extensão do nosso corpo. Mas fica a pergunta: eles nos ajudam a viver melhor ou estão mandando demais na nossa rotina?
A inteligência artificial deixou de ser promessa futurista e virou um fator concreto de transformação no mercado de trabalho. Em 2025, o avanço acelerado da IA nas empresas começa a aparecer com mais nitidez em um movimento incômodo: demissões em massa anunciadas por algumas das maiores companhias do planeta. Google, Microsoft, Amazon e outras gigantes estão enxugando equipes enquanto redirecionam bilhões para projetos ligados à automação e à inteligência artificial.
A Wikipédia lançou um resumo anual no estilo “Wrapped”, com estatísticas personalizadas sobre os hábitos de leitura dos usuários. Porém, o recurso só está disponível no aplicativo móvel, deixando de fora quem usa a plataforma pelo navegador. Além disso, a enciclopédia divulgou os artigos mais lidos de 2025 — e a lista surpreende.
As buscas dizem muito sobre como um país reage a perdas, choques e despedidas. Em 2025, milhões de brasileiros recorreram ao Google para entender melhor mortes que marcaram o noticiário, a cultura pop e o debate público. O levantamento divulgado nesta sexta-feira (5) mostra quem esteve no centro dessas atenções — e por quê.
Diversos assistentes de IA vão desaparecer do WhatsApp nos próximos meses. A decisão não tem relação com falhas técnicas, mas sim com uma mudança profunda na política do WhatsApp Business: Meta proibiu chatbots cuja função principal é inteligência artificial. O impacto atinge milhões de usuários e reacende debates sobre concorrência digital.
Milhares de milhões de pesquisas feitas ao longo de 2025 desenharam um retrato revelador das preocupações globais. Tecnologia, esporte, política e figuras inesperadas dominaram a curiosidade coletiva. Mais do que tendências, esses dados mostram onde esteve focada a atenção — e as emoções — do planeta.
O pioneiro Geoffrey Hinton acredita que o Google voltou a liderar o setor de inteligência artificial. Avanços recentes — como o lançamento do Gemini 3 e melhorias em modelos de imagem — reacenderam a disputa com a OpenAI. Para Hinton, infraestrutura, inovação e cautela estratégica colocam a empresa novamente no topo.
Ferramentas de IA já fazem parte do cotidiano infantil: ajudam nas lições de casa, ensinam idiomas, alimentam videogames, criam brinquedos “inteligentes” e até se tornam confidentes. O avanço traz oportunidades inéditas, mas também riscos profundos — da dependência tecnológica à erosão das habilidades cognitivas e emocionais fundamentais para o desenvolvimento.
A inteligência artificial virou peça-chave na estratégia de controle do governo chinês. Um novo relatório revela que Pequim está usando IA na China para automatizar censura, ampliar vigilância e até prever comportamentos considerados “problemáticos” pelo Estado. O resultado, segundo pesquisadores, é um sistema mais intrusivo, eficiente e difícil de contornar — com impactos que vão muito além das fronteiras do país.
A inteligência artificial não está apenas nos laboratórios ou no seu celular — ela pode estar moldando sua forma de pensar. Um alerta vindo do mundo científico levanta questões incômodas sobre dependência, perda de autonomia e escolhas cada vez menos conscientes em um cotidiano dominado por algoritmos invisíveis.
Você pode achar que escolhe marcas pela qualidade ou pelo preço, mas um fator silencioso pesa cada vez mais nas decisões de consumo. Um novo estudo mostra como a simples presença constante nas redes sociais cria confiança, hábito e lealdade — muitas vezes sem que o usuário perceba.
A Copa do Mundo de 2026 nem começou, mas as inteligências artificiais já estão chutando quem deve levantar a taça. Depois do sorteio dos 12 grupos, realizado pela Fifa nesta sexta (5), plataformas como Google Gemini, ChatGPT, Grok e Perplexity foram acionadas para prever o futuro do torneio — e todas chegaram ao mesmo nome.
As redes sociais viraram terreno fértil para golpes — e não apenas para golpistas isolados. Um novo dossiê mostra que Big Techs, plataformas digitais e até facções criminosas lucram, de formas diferentes, com a explosão das fraudes online no Brasil. O documento, produzido pelo Projeto Brief e pela Sleeping Giants, acende um alerta urgente sobre um sistema que já movimenta bilhões e afeta milhões de pessoas.
Enquanto redes sociais perdem alcance, anúncios ficam cada vez mais caros e o SEO se torna imprevisível, um velho conhecido volta a dominar o jogo: o e-mail. Simples, direto e totalmente controlável pelo negócio, ele está se tornando o canal mais rentável para vender, fidelizar e criar comunidade — mesmo em plena era da hiperautomação.