As gigantes da tecnologia revelaram os aplicativos que marcaram 2025. Entre criatividade, saúde e entretenimento, as escolhas mostram como nossos hábitos digitais estão mudando.
País mais populoso do Sudeste Asiático afirma que imagens geradas sem consentimento violam direitos humanos e convida a plataforma X para discutir restrições. Medida coloca a Indonésia como o primeiro país a agir diretamente contra o Grok.
Novas pesquisas mostram que algo mudou silenciosamente na forma como enxergamos imagens. Rostos artificiais já enganam mais do que se imaginava — e isso pode redefinir segurança, confiança e identidade no mundo digital.
Buscar restaurantes, reservar mesas, editar arquivos, organizar e-mails ou acessar serviços como Canva e Apple Music sem sair do ChatGPT já é possível. As aplicações — também chamadas de conectores — ampliam drasticamente o que a IA consegue fazer, conectando-a a plataformas externas de forma controlada.
Com a órbita baixa da Terra cada vez mais congestionada, a SpaceX decidiu reduzir a altitude de milhares de satélites da Starlink. A medida busca diminuir riscos de colisão, antecipar efeitos do ciclo solar e evitar um cenário extremo de lixo espacial que poderia comprometer o futuro das comunicações orbitais.
Um laboratório ultrassecreto esconde uma máquina capaz de redefinir a inteligência artificial, a segurança digital e a economia global. Poucos já viram de perto essa tecnologia que promete mudar o século.
A transição energética deixou de ser apenas um debate climático e virou um confronto geopolítico direto. De um lado, países que apostam em eletrificação e renováveis; do outro, nações dependentes de petróleo e gás. Após a COP30, a batalha por um roteiro global ganha força — e 2026 pode definir o rumo do jogo.
O Gmail acaba de passar por uma das maiores transformações de sua história. Com a integração do Gemini 3, o serviço ganha uma nova caixa de entrada, recursos avançados de inteligência artificial e ferramentas que prometem economizar tempo, reorganizar prioridades e mudar profundamente a forma como lidamos com e-mails no dia a dia.
Com o avanço do Gemini no ecossistema do Google, a OpenAI decidiu mudar o jogo. A resposta não é um novo modelo, mas algo mais íntimo: transformar o ChatGPT em um assistente de saúde permanente.
Vendida como um eldorado de minerais críticos, a Groenlândia esconde obstáculos extremos. Clima, falta de infraestrutura e custos astronômicos transformam a ambição geopolítica em um desafio quase impossível.
Um novo sistema de inteligência artificial promete antecipar deslocamentos humanos com horas — e até dias — de antecedência. A proposta levanta questões sobre previsibilidade, rotina e o limite entre conveniência e vigilância.
Recarga em minutos, durabilidade fora do padrão e produção já iniciada.
A Microsoft lançou o Copilot Checkout, um sistema que permite comprar produtos direto no chat com a IA. O agente navega por lojas parceiras e conclui o pagamento em nome do usuário. A novidade reforça a estratégia de tornar o Copilot inevitável — e levanta dúvidas sobre autonomia, privacidade e consumo impulsivo.
Mais de 230 milhões de pessoas já perguntam semanalmente ao ChatGPT sobre saúde. Agora, a OpenAI organiza essa demanda em um novo modo dedicado, com integração a dados pessoais e apps de bem-estar. A iniciativa sinaliza uma mudança de patamar: menos chatbot ocasional, mais plataforma de acompanhamento cotidiano.
Uma atualização recente do Spotify muda a forma como usuários interagem entre si, trazendo recursos que revelam hábitos de escuta em tempo real e aproximam ainda mais amigos dentro da plataforma.
Uma nova área dentro do ChatGPT foi criada para lidar com dados sensíveis de saúde, integrar aplicativos pessoais e oferecer apoio informativo — tudo isso com foco reforçado em privacidade e segurança.
Uma declaração curta foi suficiente para recolocar Marte no centro do debate espacial. O cronograma é ousado, o desafio é enorme e a linha entre visão e risco nunca pareceu tão tênue.
Durante anos, ele repetiu que era impossível vencer esse jogo. Agora, o próprio criador do Ethereum afirma que algo fundamental mudou — e o impacto vai muito além da tecnologia.
Pouca gente apostaria nele. Pequeno em território e população, esse país conseguiu algo que muitos gigantes ainda perseguem: entrar no grupo mais avançado da inteligência artificial na região.
O que antes parecia apenas um robô capaz de dançar e dar acrobacias agora pode ganhar algo muito mais decisivo: inteligência para compreender o mundo físico. A aliança entre Google DeepMind e Boston Dynamics promete levar modelos avançados de IA para dentro de fábricas de automóveis — um passo que pode acelerar, como nunca, a adoção de robôs humanoides no trabalho real.