Câmeras, inteligência artificial e estatísticas em tempo real já saíram dos grandes torneios e estão chegando às quadras públicas da China em um movimento que pode mudar o esporte para sempre.
Gerar slides do zero, revisar narrativas, adaptar pitch decks para investidores e até reescrever apresentações inteiras sem mexer no conteúdo original. A integração do ChatGPT com o PowerPoint promete transformar uma das tarefas mais cansativas do ambiente corporativo em algo muito mais rápido — e estratégico.
Depois de anos de expectativa, a Ferrari apresentou oficialmente o Luce, seu primeiro modelo 100% elétrico. O problema é que, antes mesmo de discutir potência, autonomia ou tecnologia, o carro virou alvo de debates intensos por causa do design ousado, da cor azul-clara e de uma aparência que muitos fãs consideraram “pouco Ferrari”.
Uma empresa chinesa apresentou um colar inteligente capaz de interpretar sons, movimentos e comportamentos de animais domésticos usando inteligência artificial. A promessa parece saída de ficção científica: entender se o pet está ansioso, com fome, querendo brincar ou até sentindo desconforto físico.
Enquanto o Ocidente disputa quem cria o modelo de IA mais poderoso, a DeepSeek segue um caminho diferente: desenvolver inteligências artificiais eficientes o suficiente para funcionar sem os chips mais avançados dos Estados Unidos. E isso pode mudar completamente o equilíbrio tecnológico global nos próximos anos.
Durante anos, ela foi símbolo de elegância e produtividade no desenvolvimento web. Mas enquanto outras tecnologias evoluíram, sua relevância começou a desaparecer do mercado.
Pesquisadores usaram inteligência artificial para analisar anos de relatos de usuários de medicamentos para emagrecimento. O resultado revelou sintomas pouco discutidos e levantou novas dúvidas sobre esses tratamentos.
Pesquisadores desenvolveram uma tecnologia capaz de retirar água do ar de maneira muito mais rápida e eficiente. O sistema funciona quase instantaneamente e pode transformar o combate à escassez hídrica.
Em seu primeiro grande documento teológico, o Papa Leão criticou os riscos da desumanização provocada pela IA, alertou sobre desemprego tecnológico, armas autônomas e dependência digital. Mas a apresentação oficial contou com a presença de um convidado surpreendente: um dos fundadores da gigante de inteligência artificial Anthropic.
Empresas chinesas estão avançando rapidamente em uma tecnologia que parecia ficção científica até pouco tempo atrás. E especialistas acreditam que o Ocidente pode ter sido pego de surpresa.
Após 25 anos dominando a web com os famosos links azuis, o Google anunciou uma transformação que promete alterar buscas, marketing digital e até a forma como consumimos informação.
Com respostas geradas por inteligência artificial, agentes automáticos e experiências interativas dentro do próprio Search, o Google quer transformar a forma como as pessoas usam a internet. O problema é que essa revolução pode destruir justamente o modelo que sustentou a web aberta nas últimas duas décadas.
De reuniões obsessivamente preparadas até a recusa em delegar decisões importantes, Mark Zuckerberg construiu a cultura da Meta com regras de gestão que moldaram uma das empresas mais poderosas do planeta. Os princípios ajudam a explicar como Facebook, Instagram e WhatsApp se tornaram parte da rotina de bilhões de pessoas.
Especialistas em inteligência artificial começaram a discutir um cenário inquietante: um planeta onde máquinas não dominam pela força, mas tornam a presença humana economicamente irrelevante aos poucos.
Uma pesquisa global revelou que 99% dos CEOs acreditam que iniciativas envolvendo inteligência artificial resultarão em cortes de empregos nos próximos dois anos. Enquanto empresas aceleram a automação em busca de lucro e produtividade, cresce o medo de uma crise silenciosa no mercado de trabalho, especialmente entre profissionais mais jovens.
Jovens estão abrindo mão de dinheiro, conforto e até prioridades financeiras para continuar dentro do ecossistema da Apple. E o motivo vai muito além do celular.
Um modelo de raciocínio da OpenAI teria encontrado sozinho a solução para uma famosa conjectura geométrica formulada em 1946 pelo matemático Paul Erdős. O caso reacende o debate sobre até onde a inteligência artificial pode realmente produzir descobertas inéditas — e não apenas reorganizar conhecimento já existente.
Cientistas chineses anunciaram uma bateria com capacidade muito acima do padrão atual e uma velocidade de carregamento que parece impossível para a tecnologia de hoje.
Canções feitas em minutos começaram a dominar redes sociais antes mesmo do início da Copa do Mundo. Algumas já acumulam milhões de reproduções e estão criando um debate inesperado.
Um projeto ambicioso em Tóquio pretende transformar inteligência artificial, drones e robôs humanoides em parte da rotina diária de milhares de pessoas nos próximos anos.