Em plena era de notificações infinitas e atenção fragmentada, Bill Gates reacende um debate essencial: o que acontece quando deixamos o tédio agir sem recorrer ao celular? Para ele, a chave do sucesso foi aprender a usar o silêncio e a ausência de estímulos como combustível de foco, leitura e ideias. E garante — qualquer pessoa pode fazer o mesmo.
A partir deste fim de semana, usuários gratuitos do ChatGPT só poderão gerar até seis vídeos por dia com Sora 2, o modelo de criação audiovisual da OpenAI. A medida surge em meio a uma demanda tão alta que, segundo a empresa, as GPUs estão “derretendo” para acompanhar o ritmo. Google já havia tomado decisão semelhante com Gemini 3 e Nano Banana Pro.
A rápida evolução da inteligência artificial está redesenhando o mercado de trabalho global, e segundo Sam Altman, CEO da OpenAI, o primeiro setor que verá cortes significativos será o de atendimento ao cliente, tanto telefônico quanto técnico. Enquanto isso, líderes como Bill Gates defendem que áreas complexas como biologia, energia e programação seguem exigindo supervisão humana — pelo menos por enquanto.
Incidentes no espaço aéreo da Otan, violações fronteiriças e o avanço fulminante dos drones FPV transformaram essas aeronaves baratas em protagonistas do conflito na Ucrânia. Com alcance rápido, precisão cirúrgica e custo mínimo, elas redesenham o campo de batalha e pressionam governos a criar novas defesas.
Por trás de foguetes gigantescos e missões históricas, existe uma infraestrutura que quase ninguém vê. Aviões cruzando o céu em rotas silenciosas, conectando pontos estratégicos com precisão cirúrgica. Não é luxo nem marketing: é uma peça-chave para manter um ritmo industrial que poucos conseguem acompanhar.
Em poucos segundos, tecnologias hoje conseguem fazer aquilo que antes levava horas ou dias. Para milhões de jovens, ler já não significa necessariamente abrir um livro. Entre praticidade, pressa e novos atalhos, uma transformação profunda avança sem alarde — e pode redefinir nossa relação com o conhecimento.
Depois de transformar lixo em energia em escala monumental, um dos maiores sistemas do mundo enfrenta hoje uma contradição surpreendente. A infraestrutura segue crescendo, mas a matéria-prima começa a faltar. Para continuar operando, soluções extremas já estão sendo colocadas em prática.
A VPN cria uma conexão criptografada entre seu dispositivo e a internet, protegendo dados e permitindo acesso a conteúdos com bloqueio regional. Veja como funciona, como usar no PC e no celular, quais serviços gratuitos existem e quando a VPN realmente vale a pena para privacidade e segurança online.
Elon Musk apresentou um plano que promete conectar Londres e Nova York em menos de uma hora por meio de um túnel transatlântico de alta velocidade. Baseado em transporte quase ao vácuo, o projeto sugere velocidades acima de 4.800 km/h e pode transformar a mobilidade global — caso vença desafios técnicos e financeiros inéditos.
No Demo Day 2025 da Emerson Collective, Sam Altman (OpenAI) e Jony Ive (criador do iPhone) revelaram o desenvolvimento de um novo dispositivo de inteligência artificial sem tela, guiado por voz, sensores e contexto. A aposta é inaugurar a era pós-smartphone e redefinir como interagimos com a tecnologia no dia a dia.
Quase tudo o que fazemos online depende de uma infraestrutura que ninguém vê. Agora, uma nova tecnologia promete vigiar esse sistema vital de forma autônoma, antecipando falhas antes que elas provoquem apagões digitais. Um avanço silencioso que pode redefinir a segurança da conexão mundial.
Um novo dispositivo inspirado na natureza acaba de mostrar que é possível transformar dióxido de carbono em combustível limpo usando apenas luz solar e materiais seguros. A inovação pode redesenhar o futuro da energia e da indústria química, reduzindo drasticamente as emissões de poluentes.
Uma denúncia recente envolvendo um dos projetos mais avançados de robótica dos EUA reacendeu um debate urgente: até onde vai a força física e o controle de segurança dos humanoides que, em breve, poderão dividir espaço com pessoas em casas, fábricas e comércios? A história traz implicações importantes para o futuro dessa tecnologia.
E se, em vez de apagar posts polêmicos, a tecnologia simplesmente mudasse a ordem deles no seu feed — e isso já fosse suficiente para diminuir a polarização política? Essa é a aposta de um novo estudo publicado na Science, que mostra como algoritmos, inteligência artificial e o design das plataformas moldam a visão política das pessoas muito mais do que parece.
Se a busca do Google já era dominante, a chegada das respostas geradas por inteligência artificial mudou ainda mais o jogo — e, segundo um novo estudo, mudou para pior para quem depende de tráfego orgânico. Um levantamento da Authoritas mostra que o recurso AI Overviews, que entrega respostas prontas sem exigir clique, já provoca uma queda média de 20,6% na audiência de sites jornalísticos. E o impacto pode ser ainda maior.
Quando a China decide acelerar uma tecnologia, dificilmente ela pisa no freio. E a nova investida do país envolve algo que parece saído de um filme futurista: robôs humanoides trabalhando em postos de fronteira. O projeto já está em andamento e abre um debate sobre segurança, vigilância e os limites da automação estatal.
A AgiBot colocou seu humanoide A2 para caminhar mais de 100 km sem desligar, batendo um recorde certificado pelo Guinness. A façanha reacende a disputa robótica entre China e EUA e levanta uma pergunta central: quão autônomos esses robôs realmente são? Tecnologia promete — mas ceticismo ainda é necessário.
A inteligência artificial já entrou nos hospitais, nos exames e nos diagnósticos — mas ainda provoca dúvida, resistência e debates éticos profundos. Entre promessas de precisão e riscos invisíveis, cresce a pergunta que ninguém consegue ignorar: até onde é seguro confiar a saúde a um algoritmo?
A automação não vai extinguir o trabalho humano — vai transformá-lo. À medida que empresas adotam IA para acelerar processos e decisões, surgem novas funções que exigem domínio técnico, pensamento crítico e responsabilidade ética. Confira cinco carreiras com alta demanda prevista para os próximos anos e veja onde estarão as melhores oportunidades.
Uma nave Soyuz lançou ao espaço o astronauta da NASA Chris Williams e os cosmonautas Sergei Mikaev e Sergei Kud-Sverchkov, iniciando uma missão de oito meses que marca os 25 anos de presença humana ininterrupta na Estação Espacial Internacional. A bordo, a tripulação realizará pesquisas científicas e usará, pela primeira vez, um sistema russo de inteligência artificial.