O problema parece simples, mas expõe uma falha crescente na economia digital.
Durante anos, o preço em queda das baterias acelerou a transição energética global. Agora que esse ciclo se encerra, fica evidente uma dependência estratégica concentrada em um único país — e o impacto vai além da indústria.
O crescimento acelerado da inteligência artificial trouxe ganhos impressionantes, mas também um custo energético alarmante. Agora, pesquisadores propõem uma alternativa radical: usar computação analógica para treinar e operar modelos de IA com consumo até mil vezes menor, abrindo caminho para sistemas mais eficientes e sustentáveis.
A Apple avalia alterar radicalmente seu calendário de lançamentos: os modelos Pro do iPhone 18 chegariam antes, enquanto o modelo básico ficaria para outro momento. O impacto pode ser profundo.
Editar imagens com inteligência artificial deixou de ser truque avançado. Com os comandos certos, ajustes complexos viram conversas simples — e o resultado pode surpreender até quem já domina edição.
A Agência Espacial Europeia afirmou que sofreu um incidente de segurança em servidores científicos externos, enquanto hackers alegam ter roubado cerca de 200 GB de dados sensíveis. Entre os arquivos estariam códigos-fonte, credenciais e documentos confidenciais, levantando preocupações sobre a proteção de projetos espaciais estratégicos.
E se a tecnologia pudesse sentir, reagir e se transformar junto com quem a usa? Entre nanotecnologia, inteligência artificial e arte, novos conceitos propõem dispositivos que não apenas funcionam, mas expressam, dialogam e evoluem. Uma visão em que o digital deixa de ser frio e passa a ser sensível, modular e profundamente humano.
Comprar pela internet parece inofensivo — rápido, prático e sempre ao alcance de um clique. Mas psicólogos e pesquisadores alertam que a abundância de opções, a recompensa imediata e a pressão por decisões “certas” podem gerar ansiedade, culpa e esgotamento mental. Entender esses mecanismos é o primeiro passo para um consumo mais saudável.
Uma inteligência artificial criada para competir no topo do mercado cruzou uma linha crítica. O episódio expôs limites técnicos, riscos regulatórios e um dilema que governos já não ignoram.
Ferramentas de inteligência artificial já fazem parte da rotina acadêmica, mas pesquisas indicam um efeito colateral preocupante: o excesso de confiança nas respostas da IA pode enfraquecer o aprendizado. Em vez de estimular o pensamento crítico, o uso acrítico dessas tecnologias tende a reduzir a verificação de informações e a reflexão profunda.
Eles parecem inofensivos, mas nunca dormem. Alguns aparelhos seguem consumindo energia em silêncio e, ao longo do ano, podem representar um gasto maior do que você Desligar os aparelhos sempre foi sinônimo de economia. Mas, na prática, a história é um pouco diferente. Em muitas casas, a conta de luz continua subindo mesmo quando quase tudo parece apagado. O motivo está em um tipo de gasto pouco conhecido, discreto e constante, que atua 24 horas por dia. Identificar esses vilões silenciosos é o primeiro passo para reduzir despesas sem mudar radicalmente a rotina.
Modelos de inteligência artificial começaram a identificar padrões preocupantes no mercado de trabalho. Algumas carreiras tradicionais seguem relevantes, mas podem oferecer menos estabilidade se não passarem por uma transformação profunda.
A praticidade do e-commerce esconde um custo emocional pouco discutido. Especialistas explicam como dopamina, excesso de escolhas e estímulos constantes podem transformar compras online em uma fonte invisível de estresse e culpa.
Uma nova técnica usa luz visível e polímeros biocompatíveis para criar circuitos eletrônicos diretamente sobre a pele. O avanço promete transformar sensores médicos, neurociência e a tecnologia vestível.
Após transformar a própria saúde em um experimento contínuo, um empresário do Vale do Silício afirma ter identificado o ponto em que o envelhecimento pode ser desacelerado. A promessa divide cientistas e levanta dilemas éticos globais.
Enquanto elétricos envelhecem rápido e carros a combustão seguem rodando por décadas, um terceiro caminho começa a ganhar força ao equilibrar tecnologia, durabilidade e custo real de uso.
Os próprios engenheiros por trás dos robôs humanoides começaram a baixar o tom. Apesar de avanços impressionantes em locomoção, empresas do setor reconhecem que suas máquinas ainda estão longe de substituir trabalhadores humanos em fábricas e armazéns. O entusiasmo do mercado, admitem, correu muito à frente da tecnologia real.
Com a internet inundada por imagens e vídeos artificiais, um executivo no centro das redes sociais levantou uma questão incômoda: talvez o futuro não seja identificar o que é falso, mas provar o que é humano.
Durante décadas, o lítio foi tratado como insubstituível. Agora, um novo estudo aponta para uma tecnologia mais abundante e barata que pode superá-lo em um ponto decisivo — e mudar o rumo da mobilidade elétrica.
O trabalho remoto global prometia derrubar fronteiras, mas a burocracia mostrou ser mais forte. Um caso europeu revela como leis ultrapassadas podem afastar oportunidades — e por que isso também importa ao Brasil.