Uma compra discreta, revelada meses depois, indica que a Apple pode estar fortalecendo uma tecnologia essencial antes mesmo de o mercado perceber qual será o próximo grande salto do hardware.
Um estudo baseado em inteligência artificial cruzou padrões comportamentais atribuídos aos signos e revelou qual deles aparece com maior frequência em situações de tensão emocional e conflitos interpessoais.
Ferramentas como o ChatGPT deixaram de ser apoio pontual e passaram a integrar decisões corporativas sensíveis. O problema é que interações digitais podem ganhar valor probatório em disputas judiciais ou virar crise pública. Especialistas defendem protocolos claros antes que seja tarde.
Um levantamento na América Latina revela que as habilidades mais valorizadas pelas empresas — como responsabilidade, empatia e comunicação — são justamente as mais raras. Em meio à transformação digital e ao avanço da inteligência artificial, o diferencial competitivo pode estar menos na técnica e mais no fator humano.
A fusão entre SpaceX e xAI e a transformação da Tesla em uma empresa focada em robôs e carros autônomos mostram até onde Elon Musk está disposto a ir para liderar a próxima revolução tecnológica. A estratégia é ambiciosa — e envolve riscos bilionários.
Golpes cada vez mais sofisticados estão mirando contas de WhatsApp — e um simples descuido pode abrir a porta para criminosos digitais assumirem seu perfil.
O resultado está levantando questões inesperadas no mundo da tecnologia.
Um funcionário da OpenAI foi demitido após investigação interna apontar uso de informações confidenciais para apostar em plataformas como Polymarket. O caso expõe uma contradição do setor de mercados de previsão, que antes celebrava “vantagem informacional”, mas agora enfrenta pressões regulatórias e risco reputacional.
Algoritmos que recomendam músicas, rotas e conteúdos podem estar fazendo algo maior: moldando hábitos, opiniões e decisões cotidianas de forma silenciosa, enquanto acreditamos manter total autonomia.
Pesquisas e relatos online indicam uma mudança silenciosa na linguagem cotidiana. Sem perceber, pessoas passam a adotar padrões, expressões e estruturas cada vez mais semelhantes às usadas por chatbots.
Uma nova tecnologia transforma o corpo dos robôs em uma superfície sensível capaz de detectar danos e reagir automaticamente. O avanço pode mudar silenciosamente a forma como humanos e máquinas convivem.
Os chatbots ficaram para trás. A nova onda são agentes de inteligência artificial capazes de programar, testar aplicações e tomar decisões de forma autônoma. O avanço acelera a corrida tecnológica global, mexe com ações em Wall Street e reacende o debate: estamos à beira de uma revolução inevitável ou de uma bolha movida pelo medo?
A direção do Google deixou claro: usar inteligência artificial não é mais opcional. A adoção da tecnologia passou a fazer parte das expectativas formais para todos os funcionários — inclusive nas avaliações anuais. A mudança já impacta cultura interna, produtividade e até o perfil profissional exigido.
Uma escola privada nos Estados Unidos decidiu redesenhar o ensino tradicional colocando a inteligência artificial no centro de tudo. Currículo, tarefas e acompanhamento são definidos por algoritmos. A proposta promete personalização máxima — mas levanta dúvidas sobre privacidade, controle pedagógico e o papel real dos professores.
Vídeos curtos com animais gerados por inteligência artificial estão dominando as redes e faturando alto. O sucesso mistura emoção, roteiro dramático e uma fórmula difícil de ignorar.
Uma startup europeia afirma ter transformado insetos reais em plataformas de vigilância bioeletrônica. A tecnologia já passou por testes de campo e começa a chamar atenção global.
Uma cidade chinesa transformou seu sistema de metrô em um teste real de inteligência artificial urbana. Robôs, drones e humanoides passaram a operar juntos em um experimento que vai além da tecnologia.
No famoso discurso em Stanford, Steve Jobs revelou a pergunta que guiava suas decisões diárias. Mais do que uma frase inspiradora, era um método prático para eliminar distrações, redefinir prioridades e alinhar trabalho e propósito. Uma estratégia simples que moldou sua trajetória na Apple.
Quando questionada sobre quem seria o maior escritor de todos os tempos, a inteligência artificial deixou de lado nomes consagrados da tradição literária. Em vez disso, apontou para um autor menos óbvio, cuja força está nos detalhes silenciosos da vida cotidiana e na precisão quase cirúrgica de seus contos.
A decisão da empresa altera a forma como milhões de usuários centralizam e-mails de outros provedores dentro do Gmail. Funções históricas deixarão de existir, exigindo adaptação e mudança de configuração — especialmente para quem usava a plataforma como central unificada de contas externas.