O que antes era um processo escondido em menus complicados agora pode ser feito com um simples toque. A nova aplicação oficial do Google promete tornar a gestão de senhas mais prática, rápida e acessível para milhões de usuários de Android.
Elon Musk volta a provocar com um projeto ousado e um nome polêmico. Batizada de Macrohard, a nova empresa busca criar softwares totalmente movidos por inteligência artificial, em uma visão que pode redefinir – ou gerar fortes controvérsias – no setor tecnológico global.
A maior empresa de energia do país acaba de dar um passo importante rumo ao futuro. A Eletrobras firmou parceria com a C3 AI para usar inteligência artificial na operação e no monitoramento da rede de transmissão elétrica do Brasil. O objetivo? Tornar o sistema mais rápido, seguro e inteligente.
O Google está preparando um novo smart speaker para acompanhar o lançamento do Gemini for Home, atualização que promete levar recursos avançados de inteligência artificial para todo o ecossistema de casa conectada. E, pelo que indicam os vazamentos, o dispositivo deve trazer um design familiar, novas funções e uma troca importante de assistente.
Ver a Terra do espaço pode deixar de ser um privilégio restrito a astronautas profissionais. A Virgin Galactic prepara uma aeronave que promete levar passageiros comuns a mais de 90 km de altitude, oferecendo microgravidade, janelas panorâmicas e uma experiência de luxo. Mas, por trás da promessa, surgem também desafios tecnológicos e financeiros.
Durante anos, ouvimos que telas e gadgets poderiam prejudicar nossa saúde mental. Mas uma nova pesquisa sugere justamente o contrário: entre pessoas mais velhas, a tecnologia pode ajudar a manter o cérebro ativo e reduzir o risco de demência.
Durante anos, Baidu foi sinônimo de internet na China, mas 2025 expôs seus limites. A empresa perde espaço nas buscas para redes sociais como TikTok/Douyin e fica para trás na corrida da inteligência artificial diante de rivais locais. Com lucros em queda e investidores desconfiados, Baidu luta para não se tornar irrelevante.
Uma nova pesquisa revela quais profissões correm mais risco de desaparecer — e o que pode ser feito para sobreviver à revolução da inteligência artificial.
A influência da inteligência artificial não se limita ao trabalho ou à escrita: ela já está moldando a forma como nos expressamos. Palavras incomuns que se repetem em chatbots passaram a aparecer em textos acadêmicos e até em conversas cotidianas. O que parece um detalhe linguístico pode estar transformando silenciosamente nossa maneira de pensar e nos comunicar.
Ter um assistente invisível ao lado pode deixar de ser fantasia. Os óculos Halo X, criados por ex-alunos de Harvard, prometem transcrever conversas, traduzir em tempo real e responder em segundos sem que você mova um dedo. O dispositivo gera entusiasmo, mas também dúvidas sérias sobre privacidade e confiabilidade.
O entusiasmo em torno da inteligência artificial cresce em ritmo acelerado, mas especialistas já veem sinais preocupantes de especulação. Até Sam Altman, CEO da OpenAI, reconhece a possibilidade de uma bolha que, se estourar, deixará poucas empresas sobreviventes. A questão é: estamos diante de um risco ou de uma fase inevitável de transformação?
Um estudo do MIT lança dúvidas sobre o tão falado “boom” da inteligência artificial no mundo corporativo. Apesar do entusiasmo e dos bilhões investidos, a maioria das empresas não vê retorno financeiro real. O relatório já impactou o mercado e reacendeu os temores de uma possível bolha tecnológica.
Um apagão digital na madrugada de quarta-feira deixou a China praticamente isolada do restante do mundo por cerca de uma hora. O incidente, identificado pelo Great Firewall Report, bloqueou quase todo o tráfego HTTPS — e levanta dúvidas sobre um novo dispositivo de censura, um erro técnico ou até testes secretos do governo.
Um relatório recente revela quais setores já sofrem com a substituição acelerada por inteligência artificial. Enquanto profissões baseadas em dados estruturados estão entre as mais ameaçadas, outras ainda resistem por dependerem de critérios humanos, criatividade e inteligência emocional. O futuro do trabalho pode ser bem diferente do que conhecemos.
O que antes era visto apenas como resíduo incômodo agora pode se tornar uma poderosa ferramenta de sustentabilidade. Pesquisadores da Universidade de Stanford desenvolveram um protótipo capaz de transformar a urina humana em fertilizante e eletricidade, sem necessidade de rede elétrica. A inovação não só ajuda a enfrentar crises de saneamento em regiões vulneráveis, como também pode revolucionar a agricultura em escala global.
O Meta anunciou um novo recurso para Facebook e Instagram que permite dublar automaticamente os Reels usando inteligência artificial. A função, por enquanto, suporta inglês e espanhol, mas a empresa promete expandir para mais idiomas em breve, ampliando o alcance global dos criadores de conteúdo.
O Google apresentou o Pixel 10 e revelou o Magic Cue, um recurso de inteligência artificial que promete simplificar tarefas do dia a dia e reduzir a necessidade de alternar entre vários aplicativos. A novidade pode redefinir a forma como interagimos com nossos smartphones e desafiar iPhone e Galaxy.
Google e NASA estão desenvolvendo um assistente digital de inteligência artificial capaz de diagnosticar e oferecer opções de tratamento em tempo real durante missões espaciais. A ferramenta será crucial para futuras viagens à Lua e a Marte, onde os atrasos na comunicação e a distância da Terra representam grandes desafios médicos.
Mesmo com bilhões investidos e promessas de revolução, os assistentes de IA continuam sendo usados quase como sempre: para clima, música e alarmes. Dados da YouGov mostram que recursos avançados, como compras e automação residencial, seguem ignorados pela maioria. O problema? Falta de utilidade, limitações técnicas e expectativas frustradas.
Deixar o Wi-Fi ligado enquanto ninguém está em casa pode parecer inofensivo, mas especialistas alertam que isso abre portas para problemas sérios de segurança. Além de riscos de invasão e uso indevido da rede, o roteador sofre desgaste desnecessário. Uma prática simples pode aumentar a proteção, economizar energia e prolongar a vida útil do aparelho.