O wellness está mudando de cara. Em 2026, viagens focadas em saúde deixam o tom clínico de lado e apostam em prazer, conexão humana, rituais sensoriais e experiências que parecem férias de verdade.
Existe um lugar no planeta onde o calendário já pregou uma peça curiosa: durante anos, o Ano Novo foi celebrado duas vezes no mesmo dia. A explicação envolve geografia, política e uma linha invisível.
O último episódio da série não impactou apenas os fãs. Durante a primeira leitura coletiva do roteiro, o elenco viveu uma experiência tão intensa que mudou a forma como todos encaram o desfecho.
Uma pequena estátua encontrada sob um antigo templo levantou suspeitas entre arqueólogos. O objeto pode estar ligado a uma das figuras mais enigmáticas da Antiguidade — mas a resposta ainda divide especialistas.
Um avanço recente promete dar às máquinas algo que sempre lhes faltou: percepção física contínua. Uma pele artificial sensível pode inaugurar uma nova fase na relação entre humanos e robôs.
Imagens criadas por inteligência artificial estão cada vez mais convincentes, mas um estudo mostra que poucos minutos de orientação já bastam para melhorar — e muito — a capacidade de detectar rostos falsos online.
Um relatório ambicioso projeta como inteligência artificial, robôs e cidades inteligentes podem transformar a vida cotidiana nas próximas décadas — e faz um alerta sobre quem deve conduzir esse processo.
Enquanto o imaginário aponta para planetas distantes, uma revolução silenciosa acontece mais perto do que parece. Do espaço, uma nova infraestrutura promete redefinir quem pode — ou não — estar conectado.
Uma das bactérias mais perigosas dos hospitais segue ciclos diários invisíveis. A descoberta levanta uma pergunta incômoda: o horário do tratamento pode influenciar o sucesso contra infecções resistentes?
Por trás do clichê dos pets “substituindo” bebês, dados de milhões de registros revelam outra história: em alguns contextos, conviver com um animal pode aumentar a confiança para dar o próximo passo.
Entre astrologia, tarô e tradições ancestrais, especialistas apontam 2026 como um ano de viradas, confrontos simbólicos e começos decisivos que podem mexer com política, economia e emoções.
Enquanto multidões celebram a virada com festas e fogos, algumas pessoas preferem o silêncio e a introspecção. Especialistas explicam que passar o Ano Novo sozinho pode ser uma escolha legítima — e saudável — dependendo da motivação. O problema, alertam, é quando a solidão deixa de ser escolha e vira imposição.
Nem sempre a saúde das artérias depende apenas de remédios. Certos nutrientes atuam nos bastidores do organismo e podem reduzir riscos vasculares antes mesmo que os problemas apareçam.
O motivo revela muito sobre como consumimos cultura hoje.
A diabetes costuma avançar em silêncio por anos. Especialistas explicam quais sinais discretos o corpo emite muito antes do diagnóstico — e por que reconhecê-los cedo pode evitar complicações graves.
Diante do cerco regulatório a grandes aquisições, gigantes da tecnologia estão redesenhando sua estratégia. Em vez de comprar startups, recorrem a licenças, parcerias e acesso preferencial a talentos e propriedade intelectual. O efeito prático se assemelha a uma aquisição — mas com menos atrito jurídico.
Um corpo extremo foi observado em uma órbita impossível, com uma composição que não deveria existir. O achado força astrônomos a rever teorias básicas sobre como planetas nascem, evoluem e conseguem sobreviver.
Algumas séries parecem feitas para não exigir atenção, memória ou interpretação. Elas dominam o consumo atual e revelam muito mais sobre cansaço mental e hábitos culturais do que sobre capacidade intelectual.
Descoberto apenas em 2009, o fungo Candida auris já se espalhou por todos os continentes e desafia os tratamentos disponíveis. Altamente resistente a medicamentos, difícil de diagnosticar e associado a surtos hospitalares, ele se tornou um dos patógenos mais preocupantes da atualidade, segundo uma nova revisão científica.
Uma planta silvestre comum no litoral brasileiro, usada há décadas na medicina popular, entrou no radar da ciência moderna. Testes laboratoriais indicam que seu extrato tem ação anti-inflamatória, analgésica e potencial antiartrítico, abrindo caminho para novas terapias naturais baseadas em conhecimento ancestral.