Uma tecnologia que parecia ficção científica está se tornando assustadoramente real. Um pesquisador japonês conseguiu traduzir pensamentos em palavras usando exames de ressonância magnética e inteligência artificial — um avanço que aproxima a ciência da chamada “leitura da mente”.
Parece cena de sci-fi, mas é pura geologia: cientistas acabam de identificar uma cratera colossal, com 900 metros de diâmetro, escondida entre montanhas do sul da China. Batizada de cratera Jinlin, ela se tornou um achado raro — e valioso — para entender como meteoritos continuam moldando o planeta mesmo em tempos recentes.
Imagine entrar em uma caverna subterrânea e dar de cara com um cilindro dourado gigante, iluminado como se fosse cenário de ficção científica. Lá dentro, não há ouro, pedras raras ou artefatos antigos — apenas um mar de água tão pura que se torna corrosiva. Essa água extrema guarda a chave para entender partículas quase invisíveis que atravessam você neste exato momento.
São Paulo está a poucos passos de ver o rodízio virar peça decorativa. O crescimento acelerado de carros híbridos e elétricos — todos isentos da regra — já coloca mais de 200 mil veículos nas ruas sem qualquer restrição. O alerta, feito pela jornalista Paula Gama em vídeo no canal do UOL, reacende uma discussão urgente: o rodízio ainda funciona? E o que acontece quando ele deixa de funcionar?
Por muito tempo, o imaginário popular insistiu em colocar a mulher como espectadora do próprio prazer — passiva, reativa, sempre acompanhando o ritmo alheio. Mas esse roteiro está ficando para trás. Uma nova pesquisa do Sexlog, maior rede social de sexo da América Latina, mostra uma mudança profunda: cada vez mais mulheres querem dominar, conduzir e experimentar o controle no sexo. Uma virada que diz muito sobre liberdade, desejo e autonomia.
A ansiedade já afeta centenas de milhões de pessoas e continua crescendo silenciosamente. Novos dados mostram que sua prevalência é maior do que se imaginava, enquanto os tratamentos avançam devagar e muitos casos nem sequer são diagnosticados. Entender esse cenário é fundamental para saber o que realmente funciona — e por quê.
Uma ofensiva digital recente mostrou que sistemas avançados de IA já são capazes de conduzir operações completas de espionagem com pouquíssima intervenção humana. A velocidade, a autonomia e a escala atingidas expõem falhas profundas na segurança global e levantam questões urgentes sobre ética, defesa e o futuro dos ataques cibernéticos.
À primeira vista, uma mosca na comida parece apenas uma irritação passageira. Mas, segundo microbiólogos, esses segundos podem ser suficientes para transportar micróbios capazes de contaminar alimentos e, em alguns casos, causar problemas reais de saúde. Acontece muito mais do que você imagina — e quase sempre de forma invisível.
Um novo estudo revelou um fenômeno inesperado na superfície marciana capaz de alterar o terreno de forma abrupta. O achado desafia o que a ciência acreditava saber sobre a estabilidade do planeta vermelho e coloca em dúvida a segurança das futuras bases humanas planejadas para a próxima era da exploração espacial.
Uma atualização recente introduziu uma forma totalmente diferente de conversar em grupo: agora, um assistente inteligente pode participar diretamente do chat, responder em tempo real, criar conteúdos e ajudar em tarefas coletivas. O que antes exigia várias ferramentas externas acontece dentro de um único espaço colaborativo.
Modelos de linguagem como o ChatGPT parecem cada vez mais humanos, mas isso significa que podem ser conscientes? A resposta, segundo neurocientistas, é mais complexa do que parece. Antes de testar a consciência em máquinas, precisaríamos entender como ela surge nos próprios humanos — algo que a ciência ainda não conseguiu explicar plenamente.
O fim da parceria entre Disney e BBC para Doctor Who criou um cenário caótico: a nova minissérie The War Between the Land and the Sea estreia no Reino Unido em 7 de dezembro, mas só chegará ao Disney+ em 2026. O rompimento redefine o futuro internacional da franquia e frustra fãs ao redor do mundo.
O ChatGPT acaba de lançar grupos de conversa, uma nova função que transforma a ferramenta de IA em um espaço colaborativo parecido com WhatsApp. Usuários podem criar chats com amigos, familiares ou equipes de trabalho para planejar tarefas, trocar ideias e interagir com a IA em conjunto, com privacidade preservada.
Um incidente inesperado obrigou a China a realizar seu primeiro resgate orbital desde o início de seu programa tripulado. A operação, longe de ser apenas um contratempo técnico, abriu um debate crítico sobre segurança, lixo espacial e a real vulnerabilidade de um sistema que parecia inabalável há mais de 20 anos.
Um novo estudo da Agência Espacial Europeia e da Universidade de Berna identificou um fenômeno marciano capaz de gerar densas avalanches de poeira, criando riscos severos para equipamentos, bases e astronautas. As descobertas reforçam que colonizar Marte será ainda mais difícil do que se imaginava, exigindo soluções de engenharia inéditas.
A SpaceX confirmou que milhares de antenas Starlink deixarão de funcionar no dia 17 de novembro caso não estejam atualizadas para a versão 2024.12.26 ou superior. A empresa afirma que mudanças profundas nos protocolos da rede satelital tornam o desligamento inevitável. Quem não atualizar a tempo enfrentará um apagão total do serviço.
Cientistas conseguiram transformar imagens mentais em texto utilizando escaneamento cerebral e inteligência artificial. O feito abre portas para novas formas de comunicação e tratamento, mas também levanta dúvidas sérias sobre privacidade, limites éticos e até onde a tecnologia deve acessar nossos pensamentos. A fronteira entre mente e máquina nunca foi tão tênue.
Novas descobertas científicas mostram que o responsável por muitas das emoções que sentimos pode estar bem longe do cérebro. A forma como você se alimenta, a saúde do seu intestino e os micro-organismos que vivem nele parecem ter um impacto direto no bem-estar emocional — muito maior do que se pensava.
A entrada massiva da Geração Z no mercado de trabalho está provocando fricções inéditas. Um estudo com 1.000 gerentes mostra que muitos líderes sofrem estresse, evitam contratá-los e até já os demitiram. Diferenças de expectativas, pós-pandemia e choque cultural explicam por que a convivência virou um desafio gerencial urgente.
Durante anos, ela foi símbolo de inovação, humor e uma forma leve de aprender línguas. Mas uma combinação explosiva de decisões estratégicas, mudanças tecnológicas e uma reação negativa do próprio público virou a narrativa de cabeça para baixo. Os números continuam fortes — mas o prestígio, não.