Muita gente acredita que existe um abismo entre os ovos brancos e os marrons, mas a ciência mostra que não é bem assim. A resposta é simples, surpreendente e pode mudar a forma como você enxerga esse alimento tão presente na mesa dos brasileiros.
Um dos grupos mais poderosos da mídia mundial decidiu enfrentar o gigante da tecnologia em um embate que pode redefinir como consumimos notícias. No centro da disputa estão os resumos com inteligência artificial exibidos no topo das buscas do Google — uma inovação que promete praticidade, mas que, segundo os editores, ameaça a sobrevivência do jornalismo digital.
O Brasil está no centro das atenções das maiores potências do planeta, e não apenas por motivos políticos. Recursos estratégicos, alimentos e água colocam o país em uma rota de colisão entre Estados Unidos e China. O que está em jogo vai muito além do que se imagina.
Elon Musk nunca se limita a um setor por muito tempo. Depois de revolucionar carros elétricos e foguetes, agora sua atenção pode estar voltada para a telefonia. Com a compra de espectro bilionário, a SpaceX levanta suspeitas de que prepara sua própria rede móvel, capaz de transformar o mercado global.
Ansiedade, tristeza, raiva ou alegria intensa: as emoções chegam sem pedir licença e podem dominar nossas atitudes. Um método desenvolvido em Yale propõe cinco passos práticos que ajudam a reconhecer, compreender e equilibrar o que sentimos. Já aplicado em milhares de escolas, esse caminho mostra como transformar o caos emocional em aprendizado e clareza.
Nosso Sol não apenas queima, ele também vibra. Observações de telescópios espaciais revelam pequenas erupções que liberam raios X de alta energia e podem explicar como a estrela aquece e sustenta sua atmosfera externa. Esses sinais invisíveis estão ajudando a decifrar mistérios cósmicos guardados há séculos.
A teoria da “internet morta” já não é apenas conspiração de fórum online. Bots, contas geridas por modelos de linguagem e conteúdos virais replicados por inteligência artificial estão moldando o que consumimos. O debate agora não é se há ruído, mas quem deve responder por ele — e como manter a confiança no ambiente digital.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deixou em aberto neste domingo (14/9) a possibilidade de ordenar ataques militares contra a Venezuela. Em declarações polêmicas, ele também não negou a intenção de retirar Nicolás Maduro do poder, reacendendo tensões sobre o futuro das relações entre Washington e Caracas.
Um design incomum promete abrir um novo capítulo na astronomia: um telescópio espacial com espelho retangular capaz de revelar dezenas de mundos potencialmente habitáveis. Sua missão vai além de encontrá-los — o objetivo é detectar sinais químicos em suas atmosferas que podem transformar nossa compreensão da vida no universo.
Seu nome não aparece ao lado de Newton, Einstein ou Galileu nos livros escolares, mas sua contribuição está em cada celular, rádio ou conexão Wi-Fi. James Clerk Maxwell, o “Einstein esquecido”, foi o arquiteto de uma revolução invisível que redefiniu nossa visão da luz, do eletromagnetismo e da própria tecnologia.
A região volta ao centro da geopolítica global. Enquanto os Estados Unidos de Donald Trump recorrem a sanções, pressões diplomáticas e presença militar, a China de Xi Jinping aposta em investimentos e na defesa do multilateralismo. No meio dessa disputa, América Latina se torna palco estratégico do século XXI.
O que parecia ficção científica agora se transforma em realidade: a China prepara uma ousada missão para tentar desviar um asteroide de sua órbita. Se a operação for bem-sucedida, o país poderá igualar os Estados Unidos na defesa planetária e inaugurar um novo capítulo na proteção da Terra.
Um planeta que desafia todas as regras conhecidas. Foi isso que o telescópio espacial James Webb revelou ao observar PSR J2322-2650b, um exoplaneta preso a um púlsar que exibe uma atmosfera dominada quase totalmente por carbono. A descoberta pode obrigar cientistas a repensarem como os planetas se formam — e até como o próprio universo começou.
Um fenômeno invisível, mas cheio de impacto, está chamando a atenção da NASA: a Anomalia Magnética do Atlântico Sul (AMAS). Essa região, que se concentra sobre o Brasil e países vizinhos, apresenta um enfraquecimento do campo magnético da Terra e pode trazer sérias consequências para satélites, sistemas de comunicação e até redes elétricas.
Um desfile militar gigante em Pequim, marcado pela exibição de armas nunca vistas antes, reacendeu a rivalidade no Pacífico. Dias depois, os Estados Unidos confirmaram que vão instalar o sistema de mísseis Typhon no Japão, como parte dos exercícios militares Resolute Dragon 2025. A movimentação gerou reações duras de Pequim e também de Moscou, que veem a medida como ameaça direta à estabilidade da região.
Um telegrama do Papa Leão XIV marcou a 16ª edição do encontro “Com Deus, Tem Jeito”, realizado em Cachoeira Paulista (SP). O evento, que resgata e acolhe pessoas em situação de rua desde 2016, recebeu palavras de incentivo e bênção apostólica do pontífice, reforçando sua importância como espaço de fé, solidariedade e transformação de vidas.
O Banco Central confirmou que o Drex, a versão digital do real, só estreia em 2026. O lançamento será mais tímido do que se imaginava: nada de blockchain ou contratos inteligentes logo de cara. Por enquanto, a novidade vai ficar restrita aos bastidores do sistema financeiro.
Alguns nomes já chamam atenção de longe, mas esse ultrapassa qualquer limite. Em Macau, no Rio Grande do Norte, vive o dono do nome mais comprido do Brasil.
Já pensou que sua data de nascimento pode estar ligada a uma ave cheia de simbolismo? No horóscopo celta, tradição dos antigos druidas, cada período do ano é associado a árvores e, em versões modernas, também a animais. Entre eles, aves que carregam significados profundos sobre personalidade e destino. Veja como descobrir a sua.
O governo estuda trazer de volta o horário de verão em 2025, medida que divide opiniões desde que foi extinta em 2019. A proposta reaparece em meio a preocupações crescentes com o risco de apagões e à pressão sobre o sistema elétrico brasileiro. Entenda os argumentos, benefícios e desafios por trás desse possível retorno.