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Ciência

Um novo estudo revela que uma atividade simples e criativa pode trazer benefícios significativos para o cérebro e para o equilíbrio emocional

Costurar ou tricotar regularmente pode retardar o declínio cognitivo e melhorar o bem-estar geral, oferecendo uma alternativa poderosa às terapias convencionais.
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Tempo de leitura: 2 minutos

Em tempos de rotinas aceleradas e desafios emocionais crescentes, muitas pessoas buscam formas de cuidar da mente e do corpo de maneira natural. Um hábito antigo, frequentemente associado ao lazer ou à tradição, surge agora como uma poderosa aliada da saúde: a costura. Um estudo recente reforça como essa prática pode oferecer muito mais do que produtos feitos à mão.

Costurar faz bem para a mente

Um novo estudo revela que uma atividade simples e criativa pode trazer benefícios significativos para o cérebro e para o equilíbrio emocional
© Pexels

O estudo, publicado no British Journal of Occupational Therapy, apontou que atividades como costura e tricô não apenas relaxam, mas também promovem concentração e reduzem o estresse. A repetição dos movimentos e o foco exigido criam um estado de atenção plena, semelhante ao alcançado em práticas de meditação.

Essa imersão no momento presente proporciona alívio para sintomas de ansiedade e traz uma sensação de calma, contribuindo para o equilíbrio emocional. Além disso, concluir projetos manuais eleva a autoestima e a sensação de realização, fortalecendo a confiança em si mesmo.

Cérebro ativo, corpo mais ágil

Um novo estudo revela que uma atividade simples e criativa pode trazer benefícios significativos para o cérebro e para o equilíbrio emocional
© Pexels

Mais do que benefícios emocionais, costurar também estimula o funcionamento cerebral. A atividade envolve planejamento, memória, coordenação motora fina e raciocínio, o que favorece a preservação das capacidades cognitivas, especialmente em pessoas mais velhas.

A exigência de movimentos precisos ajuda ainda na manutenção da agilidade física, colaborando para um envelhecimento mais saudável e autônomo.

Laços que fortalecem o bem-estar social

Além dos efeitos individuais, a costura também abre portas para a socialização. Participar de grupos, clubes ou oficinas voltadas para essa prática estimula o convívio social e combate o isolamento, um dos fatores de risco para a depressão e o declínio cognitivo em idosos.

Ao trocar experiências, ensinar ou aprender novas técnicas, os participantes fortalecem vínculos e criam uma rede de apoio e pertencimento.

Conclusão do estudo

O levantamento conclui que incluir a costura como parte da rotina pode ser uma forma eficaz, acessível e prazerosa de cuidar da mente, do corpo e das relações sociais. Seja como passatempo solitário ou atividade coletiva, costurar é muito mais do que um simples ofício — é uma terapia silenciosa que promove saúde e qualidade de vida.

[Fonte: Terra]

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