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Tecnologia

Aeromóvel de Guarulhos, o transporte que desafia o comum, está prestes a estrear

Uma nova tecnologia silenciosa e sustentável promete transformar a ligação entre trem e aeroporto em Guarulhos. O início da operação está marcado, e os testes já revelam um desempenho promissor. Entenda o que torna esse projeto tão diferente — e o que esperar nos próximos meses.
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Tempo de leitura: 2 minutos

Um novo capítulo na mobilidade urbana está prestes a começar em Guarulhos. Após meses de testes, o inovador sistema de Aeromóvel, que conecta a estação da CPTM ao aeroporto internacional, já tem data para começar a operar com passageiros. A promessa é de mais agilidade, conforto e tecnologia 100% nacional para quem transita pelo maior terminal aéreo do país.

Início da operação e funcionamento gradual

Segundo informações obtidas pelo setor de transporte, o Aeromóvel de Guarulhos começará a transportar passageiros no dia 25 de julho. A tecnologia, que utiliza ar comprimido para movimentar os trens de forma automatizada, está atualmente na fase final de testes. Um dos três veículos já percorreu mais de 1.200 km de forma experimental.

A operação será iniciada de forma progressiva. Em um primeiro momento, os ônibus atuais continuarão operando junto ao sistema até que o Aeromóvel alcance sua capacidade plena. O plano é que, a partir de agosto, o funcionamento seja ampliado gradualmente, como é comum em novas operações ferroviárias.

Como será a conexão com os terminais do aeroporto

Quando estiver operando em sua totalidade, o sistema vai ligar a estação da Linha 13-Jade da CPTM diretamente ao Terminal 3, passando pelos Terminais 1 e 2. A viagem completa levará cerca de seis minutos, oferecendo um percurso ágil, seguro e confortável sobre trilhos elevados.

Produzido pela Marcopolo Rail e com tecnologia da brasileira Aerom, o sistema é considerado uma alternativa ecológica e econômica para o transporte em áreas urbanas de alta circulação. A propulsão pneumática automatizada lembra o funcionamento de um “barco a vela invertido”, com baixíssimo impacto ambiental e custo de manutenção reduzido.

[Fonte: Via Trolebus]

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