Determinação, leveza e propósito.
Seguir Aleksandra Lima dos Santos
A ciência mostra que grande parte do nosso mundo emocional começa no corpo. Batimentos acelerados, respiração curta ou tensão no peito são sinais fisiológicos que revelam estados internos. Pesquisadores explicam como fortalecer a interocepção — o “sexto sentido” que conecta mente e organismo — e oferecem cinco estratégias práticas para melhorar o bem-estar emocional.
Ouvir música pode ser muito mais do que um simples prazer. Pesquisas mostram que melodias suaves e lentas ajudam a reduzir a pressão arterial e contribuem para a saúde do coração. Quando associada a hábitos saudáveis, essa prática se transforma em uma estratégia simples, acessível e prazerosa para o cuidado diário com o bem-estar cardiovascular.
Ver a Terra do espaço pode deixar de ser um privilégio restrito a astronautas profissionais. A Virgin Galactic prepara uma aeronave que promete levar passageiros comuns a mais de 90 km de altitude, oferecendo microgravidade, janelas panorâmicas e uma experiência de luxo. Mas, por trás da promessa, surgem também desafios tecnológicos e financeiros.
Existe um estado mental em que corpo e mente trabalham em perfeita sincronia, permitindo atingir o máximo rendimento com calma, foco e precisão. Chamado de “estado de fluxo”, ele pode ser acessado por atletas, músicos e profissionais em qualquer área. A ciência mostra como ativá-lo, quais condições o favorecem e como treiná-lo no dia a dia.
Durante anos, Baidu foi sinônimo de internet na China, mas 2025 expôs seus limites. A empresa perde espaço nas buscas para redes sociais como TikTok/Douyin e fica para trás na corrida da inteligência artificial diante de rivais locais. Com lucros em queda e investidores desconfiados, Baidu luta para não se tornar irrelevante.
Um pequeno país da América do Sul está vivendo uma transformação que atrai a atenção do mundo. Impulsionado por descobertas gigantescas de petróleo e políticas estratégicas, já é visto como a “Dubai da região”. Mas será que essa ascensão conseguirá equilibrar crescimento econômico, justiça social e sustentabilidade?
A influência da inteligência artificial não se limita ao trabalho ou à escrita: ela já está moldando a forma como nos expressamos. Palavras incomuns que se repetem em chatbots passaram a aparecer em textos acadêmicos e até em conversas cotidianas. O que parece um detalhe linguístico pode estar transformando silenciosamente nossa maneira de pensar e nos comunicar.
Ter um assistente invisível ao lado pode deixar de ser fantasia. Os óculos Halo X, criados por ex-alunos de Harvard, prometem transcrever conversas, traduzir em tempo real e responder em segundos sem que você mova um dedo. O dispositivo gera entusiasmo, mas também dúvidas sérias sobre privacidade e confiabilidade.
O entusiasmo em torno da inteligência artificial cresce em ritmo acelerado, mas especialistas já veem sinais preocupantes de especulação. Até Sam Altman, CEO da OpenAI, reconhece a possibilidade de uma bolha que, se estourar, deixará poucas empresas sobreviventes. A questão é: estamos diante de um risco ou de uma fase inevitável de transformação?
Um experimento inédito realizado na Áustria mostrou que é possível “rebobinar” o estado de uma partícula quântica sem destruí-la. O feito desafia a ideia linear do tempo e pode revolucionar a computação quântica, tornando-a mais estável e eficiente. Entenda como funciona esse protocolo e o que ele significa para o futuro da ciência.
Mais do que controlar emoções, a inteligência emocional se revela na forma como escolhemos nossas palavras. Pessoas emocionalmente inteligentes utilizam expressões simples, porém poderosas, que demonstram empatia, equilíbrio e abertura para o diálogo. Essas frases fortalecem vínculos, reduzem conflitos e ajudam a construir relações mais verdadeiras e saudáveis.
Um estudo do MIT lança dúvidas sobre o tão falado “boom” da inteligência artificial no mundo corporativo. Apesar do entusiasmo e dos bilhões investidos, a maioria das empresas não vê retorno financeiro real. O relatório já impactou o mercado e reacendeu os temores de uma possível bolha tecnológica.
No coração da América do Sul existe uma queda d’água que não impressiona apenas pela altura recorde, mas também pelo mistério e pela aura sagrada que a envolvem. Um destino remoto, cercado por lendas e ameaças ambientais, que permanece como um dos maiores tesouros naturais e culturais do planeta.
Um estudo realizado nos Estados Unidos trouxe novas esperanças para milhões de pacientes cardíacos: cientistas conseguiram reativar um gene embrionário por meio da tecnologia de ARNm, estimulando a regeneração do coração após um infarto. Se comprovada em humanos, essa técnica pode transformar a cardiologia e abrir caminho para curas de doenças até hoje irreversíveis.
Um estudo recente mostra que morar em bairros projetados para incentivar a caminhada pode aumentar em mais de mil passos diários a atividade física das pessoas. Ruas seguras, calçadas contínuas e serviços próximos não apenas melhoram a mobilidade urbana, mas também ajudam a cumprir metas de saúde de forma natural.
Um relatório recente revela quais setores já sofrem com a substituição acelerada por inteligência artificial. Enquanto profissões baseadas em dados estruturados estão entre as mais ameaçadas, outras ainda resistem por dependerem de critérios humanos, criatividade e inteligência emocional. O futuro do trabalho pode ser bem diferente do que conhecemos.
O que antes era visto apenas como resíduo incômodo agora pode se tornar uma poderosa ferramenta de sustentabilidade. Pesquisadores da Universidade de Stanford desenvolveram um protótipo capaz de transformar a urina humana em fertilizante e eletricidade, sem necessidade de rede elétrica. A inovação não só ajuda a enfrentar crises de saneamento em regiões vulneráveis, como também pode revolucionar a agricultura em escala global.
Um dos maiores mercados de inteligência artificial do mundo é também o mais desafiador para a NVIDIA. Pressionada pelas restrições dos Estados Unidos e pela concorrência local, a empresa lança a GPU B30A, criada exclusivamente para a China. O chip precisa ser potente o suficiente para manter a liderança, sem violar os limites impostos por Washington.
Falar com um adolescente pode parecer uma tarefa impossível em meio a silêncios longos, respostas curtas e discussões frequentes. Mas a chave para transformar essa etapa não está em evitar o conflito, e sim em construir pontes baseadas em respeito, escuta e confiança mútua.
Elas conquistaram o mundo digital com sua calma e aparência simpática, mas sua vida vai muito além dos memes. As capivaras desempenham um papel essencial nos ecossistemas da América do Sul e hoje enfrentam desafios que vão da perda de habitat ao aumento da domesticação em diferentes países.