Determinação, leveza e propósito.
Seguir Aleksandra Lima dos Santos
Após décadas de alerta e preocupação global, sinais animadores começam a surgir: a camada de ozônio, essencial para a vida na Terra, mostra evidências sólidas de regeneração. Mas especialistas alertam que o processo será longo, cheio de riscos e dependerá da continuidade do esforço internacional para preservar esse frágil escudo atmosférico.
Japão, Itália e Reino Unido estão desenvolvendo muito mais do que um novo caça. O Global Combat Air Programme (GCAP) reúne gigantes tecnológicos para criar uma aeronave de sexta geração que aposta na supremacia da informação, e não apenas em velocidade ou poder de fogo. O consórcio recém-formado dá ao projeto seus “olhos” e “voz”, e acelera a corrida rumo a 2035.
A China está apostando alto na robótica humanoide, transformando o setor em prioridade nacional. Com investimentos bilionários, competições espetaculares e planos de produção em massa, o país quer liderar a próxima grande revolução tecnológica. Mas por trás do entusiasmo e das projeções grandiosas, persistem problemas técnicos e uma dúvida central: será que o mundo realmente precisa de milhões de robôs humanoides?
Por duas décadas, a escuridão foi a única realidade de um homem em Vancouver. Hoje, graças a uma técnica cirúrgica que combina odontologia e oftalmologia, ele voltou a enxergar. O procedimento, que utiliza um dente humano como suporte para uma lente ocular, parece ficção científica — mas já transformou vidas desde a década de 1960.
Um avanço inesperado está sacudindo os alicerces da química industrial. Pesquisadores em Valência, na Espanha, descobriram como produzir plásticos sem recorrer a metais pesados — substituindo-os simplesmente por oxigênio ou até pelo ar. O que parecia impossível durante décadas agora se mostra viável e pronto para ser aplicado em escala, abrindo novas perspectivas ambientais e econômicas.
Um dos grupos mais poderosos da mídia mundial decidiu enfrentar o gigante da tecnologia em um embate que pode redefinir como consumimos notícias. No centro da disputa estão os resumos com inteligência artificial exibidos no topo das buscas do Google — uma inovação que promete praticidade, mas que, segundo os editores, ameaça a sobrevivência do jornalismo digital.
Elon Musk nunca se limita a um setor por muito tempo. Depois de revolucionar carros elétricos e foguetes, agora sua atenção pode estar voltada para a telefonia. Com a compra de espectro bilionário, a SpaceX levanta suspeitas de que prepara sua própria rede móvel, capaz de transformar o mercado global.
Ansiedade, tristeza, raiva ou alegria intensa: as emoções chegam sem pedir licença e podem dominar nossas atitudes. Um método desenvolvido em Yale propõe cinco passos práticos que ajudam a reconhecer, compreender e equilibrar o que sentimos. Já aplicado em milhares de escolas, esse caminho mostra como transformar o caos emocional em aprendizado e clareza.
Nosso Sol não apenas queima, ele também vibra. Observações de telescópios espaciais revelam pequenas erupções que liberam raios X de alta energia e podem explicar como a estrela aquece e sustenta sua atmosfera externa. Esses sinais invisíveis estão ajudando a decifrar mistérios cósmicos guardados há séculos.
A teoria da “internet morta” já não é apenas conspiração de fórum online. Bots, contas geridas por modelos de linguagem e conteúdos virais replicados por inteligência artificial estão moldando o que consumimos. O debate agora não é se há ruído, mas quem deve responder por ele — e como manter a confiança no ambiente digital.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deixou em aberto neste domingo (14/9) a possibilidade de ordenar ataques militares contra a Venezuela. Em declarações polêmicas, ele também não negou a intenção de retirar Nicolás Maduro do poder, reacendendo tensões sobre o futuro das relações entre Washington e Caracas.
Um design incomum promete abrir um novo capítulo na astronomia: um telescópio espacial com espelho retangular capaz de revelar dezenas de mundos potencialmente habitáveis. Sua missão vai além de encontrá-los — o objetivo é detectar sinais químicos em suas atmosferas que podem transformar nossa compreensão da vida no universo.
Seu nome não aparece ao lado de Newton, Einstein ou Galileu nos livros escolares, mas sua contribuição está em cada celular, rádio ou conexão Wi-Fi. James Clerk Maxwell, o “Einstein esquecido”, foi o arquiteto de uma revolução invisível que redefiniu nossa visão da luz, do eletromagnetismo e da própria tecnologia.
A região volta ao centro da geopolítica global. Enquanto os Estados Unidos de Donald Trump recorrem a sanções, pressões diplomáticas e presença militar, a China de Xi Jinping aposta em investimentos e na defesa do multilateralismo. No meio dessa disputa, América Latina se torna palco estratégico do século XXI.
O que parecia ficção científica agora se transforma em realidade: a China prepara uma ousada missão para tentar desviar um asteroide de sua órbita. Se a operação for bem-sucedida, o país poderá igualar os Estados Unidos na defesa planetária e inaugurar um novo capítulo na proteção da Terra.
A recente onda de demissões no Itaú reacendeu a polêmica sobre o monitoramento digital de funcionários em trabalho remoto. Softwares que rastreiam cliques, acessos e até uso de câmera escancaram um dilema: até onde vai o direito das empresas de controlar a produtividade e onde começa a privacidade dos trabalhadores?
Um simples movimento de dois dedos diante da câmera pode revelar muito mais do que parece. Pesquisadores criaram um software de inteligência artificial capaz de detectar sinais precoces do Parkinson com mais de 80% de precisão, abrindo caminho para diagnósticos rápidos, acessíveis e feitos em casa.
Manter o carro limpo parece apenas uma questão de estética, mas a psicologia aponta que esse hábito — ou a falta dele — pode carregar significados mais profundos. O estado do veículo pode refletir autoestima, organização interna e até os níveis de estresse acumulados no dia a dia.
A relação entre investidores e a gigante da tecnologia vive um momento delicado. Apenas metade dos analistas recomenda comprar ações da Apple, o índice mais fraco desde 2020. A pressão vem do avanço de concorrentes como Nvidia e Microsoft, que ganham espaço com a inteligência artificial.
Mais de 18 mil pessoas decidiram transformar seus hábitos musicais em um ativo negociável, vendendo seu histórico de escuta para uma startup de inteligência artificial. O valor individual foi pequeno, mas o gesto levantou uma discussão muito maior: quem realmente deve lucrar com os dados pessoais?