Após décadas de mistério, pesquisadores conseguiram fabricar em laboratório a lendária lonsdaleíta — um diamante de origem cósmica com dureza até 58% maior que a dos diamantes comuns. O feito não apenas confirma teorias antigas, como também inaugura um novo horizonte para aplicações industriais e tecnológicas de altíssima precisão.
Durante décadas acreditava-se que a felicidade seguia um padrão em forma de U, com altos níveis na juventude, queda na meia-idade e recuperação na velhice. Mas novas pesquisas revelam uma reviravolta: os jovens de hoje estão mais infelizes do que nunca, e o mistério dessa mudança preocupa especialistas em todo o mundo.
Durante anos, os filtros químicos dominaram a proteção contra o sol. Mas agora, cientistas acreditam que o futuro pode estar em nossos próprios aliados invisíveis: as bactérias da pele. Estudos mostram que certas espécies não apenas convivem conosco, mas também ajudam a neutralizar os danos da radiação ultravioleta. Essa descoberta pode transformar a cosmética como a conhecemos.
Caminhar é um dos exercícios mais simples e acessíveis, escolhido por milhões de pessoas que querem se manter ativas e controlar o peso. Mas nem todos respondem da mesma forma: a genética pode determinar quantos passos são realmente necessários para ver resultados. Pesquisas recentes mostram que, enquanto alguns precisam apenas de uma hora por dia, outros devem ultrapassar os 11 mil passos diários para equilibrar a predisposição natural ao ganho de peso.
A maior floresta tropical do mundo enfrenta um momento decisivo. Cientistas alertam que a combinação de desmatamento, queimadas e mudanças climáticas está acelerando um processo silencioso que ameaça transformar a Amazônia em savana. Entenda os sinais de alerta, os riscos para o Brasil e o planeta, e o que ainda pode ser feito.
O governo português restringiu a prescrição de fármacos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro a apenas quatro especialidades médicas. A medida, que também abrange sensores de glicose, busca conter abusos, escassez e riscos à saúde em meio ao boom global desses medicamentos usados para diabetes e perda de peso.
Uma gravação de voz de poucos segundos pode, em breve, se tornar uma ferramenta poderosa contra o câncer de garganta. Pesquisadores afirmam que a inteligência artificial já consegue identificar alterações nas cordas vocais que vão de nódulos benignos a sinais iniciais de câncer de laringe.
Doença rara e grave, o botulismo pode surgir após o consumo de alimentos contaminados — muitas vezes sem alterações visíveis ou de sabor. Conheça os sinais que merecem atenção, as medidas para prevenir a infecção e o que fazer imediatamente diante de uma suspeita.
Aprovado pela Anvisa, um medicamento inovador promete retardar a progressão de tumores cerebrais em pacientes a partir de 12 anos. Com ação direcionada a mutações específicas, o tratamento representa uma alternativa menos agressiva que pode adiar quimioterapia e radioterapia, oferecendo mais qualidade de vida aos pacientes.
Alguns alimentos, apesar de saborosos e práticos, carregam um alto potencial inflamatório capaz de comprometer a saúde a longo prazo. Um nutricionista aponta quais produtos merecem atenção máxima — e, em certos casos, corte total do cardápio — para evitar danos silenciosos que podem evoluir para problemas graves.
Em 2023, astrônomos registraram um fenômeno sem precedentes: uma estrela gigante explodiu no exato momento em que tentava “se alimentar” de um buraco negro próximo. A descoberta, feita com ajuda de inteligência artificial, desafia os modelos atuais e revela interações cósmicas mais caóticas do que se imaginava.
Nem sempre é fácil explicar por que alguém ri de uma piada sombria. Para alguns, é insensibilidade; para outros, um gosto peculiar. Mas um estudo revela que apreciar humor negro pode ser sinal de inteligência acima da média e de uma estabilidade emocional que surpreende até a ciência.
Um novo estudo da Universidade da Califórnia, Berkeley, identificou um viés cognitivo curioso: a “aversão ao retrocesso”. Mesmo quando retroceder alguns passos levaria a uma solução mais rápida e eficiente, a maioria das pessoas prefere seguir adiante por rotas mais longas, apenas para não “desfazer” o que já fez.
Um novo estudo aponta que até 80% do lítio em baterias de veículos elétricos “inservíveis” ainda pode ser reaproveitado. Pesquisadores defendem que essa fonte negligenciada pode ser mais sustentável, econômica e abundante do que a mineração tradicional — e que estamos deixando escapar um recurso estratégico.
Pesquisadores da Universidade da Califórnia em Berkeley identificaram um viés cognitivo inusitado: a “aversão a dar meia-volta”. Trata-se da tendência das pessoas a rejeitar soluções mais rápidas ou eficientes quando envolvem refazer um caminho já percorrido. O estudo revela como nossa mente insiste em complicar o simples.
Trocar a agitação dos bares pela tranquilidade do sofá não é apenas preguiça — e muito menos antissocialidade pura. Pesquisas mostram que esse hábito crescente pode estar ligado ao bem-estar e à inteligência emocional. Mas, como toda escolha, ele também traz armadilhas sutis que podem passar despercebidas.
Alguns traços que moldam quem você é não vêm de uma mistura equilibrada entre os dois lados da família. Certos aspectos físicos, de saúde e até emocionais são transmitidos exclusivamente pela mãe ou pelo pai, revelando segredos genéticos que podem surpreender até quem pensa conhecer bem sua própria herança.
Microplásticos já foram encontrados no sangue, no cérebro e até nos testículos humanos. Mas será que eles fazem mal à saúde? A ciência ainda não tem provas definitivas, porque faltam ensaios clínicos em humanos. Um novo estudo aponta caminhos para finalmente responder a essa questão.
Pesquisadores de Stanford desenvolveram uma interface cérebro-computador capaz de interpretar monólogos internos em pessoas com paralisia, alcançando até 74% de precisão. O estudo abre caminho para restaurar a comunicação em pacientes sem fala, mas também levanta debates sobre privacidade mental e os limites da neurotecnologia.
Um avanço científico promete transformar a comunicação para pessoas com paralisia: pesquisadores conseguiram interpretar monólogos internos com precisão de até 74%. Essa tecnologia abre caminho para interfaces cérebro-computador (BCI) mais eficazes, permitindo que quem não consegue falar se comunique de maneira natural e menos exaustiva.