Um novo estudo revelou o destino do plástico que nunca era encontrado nos oceanos. O resultado surpreende e levanta um alerta que vai muito além do meio ambiente.
O excesso de telas na infância pode gerar efeitos inesperados no comportamento infantil. Especialistas chamam atenção para sinais que confundem pais e levantam um debate urgente.
Um crime antigo, cheio de dúvidas, voltou ao centro das atenções após uma descoberta científica. O que parecia encerrado ganhou um novo capítulo — e trouxe respostas inquietantes.
Análises genéticas recentes encontraram uma mistura surpreendente de DNA humano, animal e vegetal no Sudário de Turim. O resultado não confirma sua autenticidade — e indica que séculos de contato humano podem ter apagado qualquer pista sobre sua origem real.
Em datas sagradas, regras alimentares ganham força e transformam hábitos cotidianos. Mas por trás dessas restrições existe algo mais profundo que a ciência tenta explicar — e que vai além da saúde.
Parece um gesto banal, mas há algo por trás do bocejo que vai muito além do cansaço. Cientistas descobriram pistas surpreendentes sobre por que ele se espalha — e o que isso revela sobre nós.
Um detalhe técnico quase passa despercebido, mas acabou chamando atenção pouco antes de um lançamento crucial. A solução veio rápido, mas levanta questões sobre os desafios ocultos das novas missões espaciais.
Rotina consistente, luz natural e menos estímulos à noite: especialistas em sono revelam que dormir bem não depende de um truque único, mas de hábitos ao longo de todo o dia. Algumas recomendações são conhecidas, mas outras podem surpreender — e fazer diferença já na próxima noite.
Novas análises genéticas voltam a colocar um objeto histórico no centro do debate. Os resultados não encerram a discussão — mas adicionam pistas que tornam a história ainda mais intrigante.
Uma nova rede científica promete acompanhar fenômenos solares com um nível de detalhe inédito. O impacto pode ir muito além da ciência — e afetar diretamente tecnologia, energia e comunicações.
Do fim do programa Apollo ao surgimento do Artemis, meio século separa duas eras da exploração espacial. Mas o atraso não foi causado por limitações técnicas: política, custos e falta de objetivos claros explicam por que voltar à Lua se tornou muito mais difícil do que chegar lá pela primeira vez.
Pesquisadores mostram que imaginar vai muito além de reativar sentidos. O cérebro cria cenários completos usando áreas avançadas que organizam significado, emoção e contexto — um processo que pode explicar melhor a criatividade, a memória e até a forma como planejamos o futuro.
Uma abelha próxima à janela ou ao jardim pode parecer apenas um detalhe cotidiano. Mas, além de indicar um ambiente saudável, sua presença também carrega significados simbólicos ligados à prosperidade, equilíbrio e transformação, segundo tradições como o Feng Shui e outras culturas antigas.
Um novo estudo reacende um debate desconfortável ao sugerir que o problema pode não ser quantas pessoas existem, mas como vivemos — e o impacto disso pode ser maior do que parece.
A NASA lançou a missão Artemis II, marcando o retorno de astronautas ao espaço profundo após décadas. Com tecnologia inédita e uma trajetória ambiciosa, o voo representa um passo decisivo para futuras missões lunares — e reacende o sonho de explorar o espaço além da órbita terrestre.
Um experimento com átomos ultrafrios acaba de dar um passo além na física quântica. Pela primeira vez, cientistas observaram esse comportamento em partículas com massa, abrindo caminho para investigar uma das questões mais profundas da ciência: a ligação entre o mundo quântico e a gravidade.
Uma inovação discreta pode estar escondida em algo que ignoramos todos os dias. E, sem prometer milagres, ela pode redefinir como usamos energia no cotidiano.
Um estudo com sobreviventes de parada cardíaca encontrou padrões difíceis de ignorar. Os resultados não provam nada definitivo — mas tornam mais complexa uma ideia que parecia resolvida.
Uma nova missão pretende enfrentar o ambiente mais extremo do Sistema Solar. Não é apenas sobre explorar, mas provar até onde a tecnologia humana consegue resistir.
Entre sistemas complexos e tecnologia de ponta, um pequeno peluche foi escolhido para uma missão histórica. “Rise” não é apenas simbólico: ele será o primeiro a “flutuar” na cabine e indicar o momento exato em que a nave entra em microgravidade.