Um grupo de cientistas chineses identificou um organismo capaz de resistir a condições que simulam o ambiente marciano. O estudo reacende debates sobre os limites da vida e abre novas possibilidades para futuras missões espaciais — sem prometer respostas simples.
Não existe uma regra universal para lavar o cabelo. Especialistas explicam que a frequência ideal depende da oleosidade, da textura dos fios e do estilo de vida — e que acertar esse equilíbrio pode fazer toda a diferença para a saúde do couro cabeludo.
Uma afirmação repetida por décadas começa a ser questionada. A especialista em saúde funcional Mindy Pelz defende que não há evidência científica sólida que coloque o café da manhã acima das outras refeições — e sugere que nossa forma de comer pode estar mais ligada ao relógio do que ao corpo.
Novas imagens e dados divulgados pela NASA oferecem um passeio visual pela superfície lunar com um nível de detalhe impressionante. O material reúne registros da sonda Lunar Reconnaissance Orbiter e também avanços em radar que permitem enxergar formações com resolução inédita.
Um experimento revelou estruturas invisíveis dentro da luz que se comportam de forma inesperada. Elas parecem quebrar limites fundamentais, mas escondem uma explicação ainda mais intrigante.
O que começou como um erro técnico acabou revelando algo inesperado sob a Terra — e hoje levanta uma hipótese ambiciosa sobre como gerar energia no futuro.
Algumas expressões soam profundas e sofisticadas, mas revelam um padrão curioso: não explicam nada. Identificá-las pode mudar completamente a forma como você avalia conversas.
Um novo estudo revelou uma estrutura escondida sob Vênus que intriga cientistas há décadas. O achado pode abrir uma nova janela para entender o interior do planeta.
Um contaminante difícil de remover continua presente na água que consumimos. Agora, cientistas descobriram uma forma inesperada de destruí-lo usando apenas física, sem gerar novos resíduos perigosos.
Uma imagem captada do espaço revelou um brilho incomum no meio da África. O fenômeno parece simples à primeira vista, mas levanta uma hipótese fascinante sobre o passado do planeta.
Um fenômeno curioso tem chamado atenção no céu noturno: pontos luminosos em fila atravessam o horizonte. E o melhor é que qualquer pessoa pode observar, sem telescópio.
Um novo capítulo da exploração espacial foi escrito. Pela primeira vez desde 1970, humanos ultrapassaram o limite mais distante já alcançado no espaço — e, desta vez, não foi por acidente, mas parte de um plano que prepara o retorno à Lua.
Uma mudança simples na rotina pode ter um impacto significativo na saúde. Em vez de longos períodos de jejum, a ciência aponta para algo mais acessível: evitar comer nas horas que antecedem o sono pode melhorar o metabolismo e proteger o sistema cardiovascular.
Um novo estudo reacende um debate incômodo: não é só quantas pessoas existem, mas como vivemos. E os sinais indicam que algo fundamental já começou a mudar.
Você olha o mapa e acha que os aviões estão fazendo um caminho estranho. Mas por trás dessas rotas existe uma lógica invisível que mistura física, clima e segurança.
Um estudo recente mostra que transformar experiências em histórias altera mais do que a forma de contar. Pode redefinir o que seu cérebro decide guardar — e o que simplesmente desaparece.
Uma proposta ousada pretende mudar algo que sempre consideramos garantido. Cientistas alertam que o impacto pode ir muito além do que parece à primeira vista.
Um dos ambientes mais extremos da Terra revelou uma pista inesperada sobre a busca por vida fora do planeta. Em cristais de gesso no norte do Chile, pesquisadores encontraram microrganismos vivos e vestígios preservados por milhões de anos — uma descoberta que aponta diretamente para Marte.
Projetos que propõem refletir luz solar na Terra durante a noite voltaram ao debate científico — e não sem resistência. Especialistas em cronobiologia alertam que alterar artificialmente o ciclo natural de luz e escuridão pode ter impactos profundos na saúde humana, nos ecossistemas e até na produção de alimentos.
Três eventos astronômicos em menos de 30 dias devem transformar abril de 2026 em um dos meses mais interessantes para observar o céu. Um novo cometa, a tradicional chuva de meteoros Líridas e as rápidas Eta Aquáridas formam um calendário que mistura raridade, beleza e bons momentos para olhar para cima.