Muitos pais acreditam que os adolescentes simplesmente “param de conversar”. Mas especialistas apontam outro problema: a comunicação muda, enquanto a forma de falar continua presa à infância.
Pesquisadores passaram anos reescrevendo o código genético de uma bactéria até criar algo sem precedentes. O resultado reacendeu debates científicos, filosóficos e até éticos sobre o futuro da vida artificial.
Pesquisadores da Coreia do Sul desenvolveram lentes inteligentes capazes de enviar estímulos elétricos ao cérebro através dos olhos. Em testes com ratos, a tecnologia reduziu marcadores biológicos ligados à depressão e apresentou resultados comparáveis aos de antidepressivos como a fluoxetina — tudo isso sem cirurgia ou medicamentos.
Pesquisadores da Yale University identificaram que o cérebro anestesiado pode misturar padrões neurológicos semelhantes tanto ao sono profundo quanto ao coma. A descoberta ajuda a explicar por que alguns pacientes apresentam confusão mental após cirurgias e pode mudar a forma como médicos monitoram a atividade cerebral no centro cirúrgico.
Um objeto espacial detectado há poucos dias chamou atenção dos astrônomos por causa da trajetória incomum e da distância relativamente pequena em relação à Terra.
Pesquisadores desenvolveram uma bateria incomum que usa materiais simples, não pega fogo e sobreviveu a uma quantidade impressionante de ciclos sem perder eficiência rapidamente.
Pesquisadores analisaram dezenas de estudos e descobriram que atividades físicas na infância podem influenciar habilidades mentais importantes de maneiras que muitos pais ainda desconhecem.
Um dos físicos mais respeitados do mundo decidiu aplicar lógica matemática ao cenário global atual. O resultado levantou alertas sobre guerras, inteligência artificial e o futuro da civilização.
Estruturas enormes instaladas no fundo do mar começaram a chamar atenção de cientistas e governos por prometerem algo que a energia renovável ainda não conseguiu resolver completamente.
Pesquisadores portugueses identificaram uma trajetória lunar capaz de reduzir significativamente o consumo de combustível das espaçonaves. O estudo analisou dezenas de milhões de possibilidades matemáticas e sugere que as futuras viagens à Lua talvez estejam usando o “atalho” errado há décadas.
Pesquisadores da Universidade Yale identificaram um composto presente no alho capaz de interferir no comportamento reprodutivo de mosquitos e moscas. A descoberta pode ajudar no desenvolvimento de métodos mais baratos e ecológicos para combater insetos transmissores de doenças.
Uma nova pesquisa sugere que certas órbitas de asteroides podem servir como guias naturais para trajetórias ultrarrápidas até Marte. A proposta ainda é teórica, mas abre caminho para missões muito mais curtas ao planeta vermelho — algo que pode transformar o futuro da exploração espacial humana.
Pesquisadores sul-coreanos conseguiram converter dióxido de carbono em gasolina e nafta usando um processo mais simples e eficiente do que os métodos tradicionais. A tecnologia já opera em planta piloto e reacende uma ideia ambiciosa: transformar emissões industriais em combustível utilizável.
Um grupo de físicos da Espanha e da Alemanha propôs um modelo teórico intrigante: partículas fundamentais da matéria poderiam interagir com uma dimensão extra invisível. A hipótese tenta explicar um dos maiores mistérios da cosmologia moderna — a origem da matéria escura.
Pesquisadores alemães desenvolveram enormes esferas submarinas capazes de funcionar como baterias hidráulicas no fundo do mar. O sistema utiliza pressão oceânica para armazenar eletricidade renovável e pode se tornar uma alternativa promissora para lidar com o excesso de energia gerado por fontes limpas.
Um estudo estratégico reacendeu um dos debates mais inquietantes da atualidade: como governos reagiriam diante de uma ameaça espacial capaz de colocar milhões de vidas em risco.
A agência espacial americana trabalha há cinco anos em um sistema energético capaz de sobreviver às longas noites lunares. A tecnologia promete mudar completamente a futura exploração da Lua.
Uma interpretação radical da mecânica quântica propõe que cada decisão e interação cria múltiplas versões da realidade. Segundo o físico Vlatko Vedral, da Universidade de Oxford, essas ramificações paralelas não seriam ficção científica — mas parte natural do funcionamento do universo.
Pesquisas recentes revelam que momentos de silêncio absoluto podem provocar mudanças inesperadas no cérebro, afetando memória, emoções, sono e até a capacidade de aprender melhor.
Um novo estudo sugere que o aparecimento dos primeiros continentes alterou profundamente a química dos oceanos primitivos. O processo teria regulado os níveis de boro na água, criando um ambiente favorável para a formação das moléculas que deram origem à vida na Terra.