Descoberto há poucos meses, o cometa C/2026 A1 (MAPS) pode protagonizar um espetáculo raro no céu de abril. Ele pode ficar visível a olho nu — e até aparecer durante o dia. Mas há um obstáculo: antes disso, precisará sobreviver a uma passagem extremamente perigosa perto do Sol.
O fim da vida na Terra não será súbito, mas inevitável. Cientistas já traçaram esse processo — e ele começa muito antes do que a maioria imagina.
Alguns dos fótons que detectamos hoje começaram sua jornada há mais de 13 bilhões de anos. Eles atravessaram o cosmos inteiro até chegar aqui. Mas essa viagem levanta uma questão intrigante: a luz pode realmente durar para sempre ou existe um momento em que ela simplesmente deixa de existir?
Sob camadas de gelo e isolamento extremo, existe um território pouco explorado que pode mudar o jogo global. O que está enterrado ali vai muito além do que parece à primeira vista.
Um novo estudo sugere que suas escolhas musicais podem refletir padrões cognitivos específicos. A relação não é direta, mas revela tendências que estão chamando atenção da ciência.
Um estudo revela que alguns traços pouco discutidos aparecem com mais frequência em determinadas carreiras. O padrão envolve poder, pressão e decisões tomadas sem grande carga emocional.
Um hábito comum voltou a gerar debate e levantou uma dúvida importante: em que momento algo natural pode indicar que há algo errado com a saúde?
Uma história real desafia qualquer lógica ao mostrar como um homem esteve no centro de duas das maiores tragédias da humanidade — e conseguiu sobreviver.
Um feito extremo capturou a atenção do mundo ao levar um homem a um ponto quase inalcançável — e o que aconteceu depois entrou para a história.
Pesquisadores identificaram um metabólito presente em pítons que suprime o apetite em testes com animais — e que também é produzido pelo corpo humano. A descoberta pode abrir caminho para uma nova geração de tratamentos contra obesidade, mais precisos e com menos efeitos adversos.
Localizado a cerca de 100 anos-luz da Terra, TOI-1452 b pode conter até 30% de sua massa em água. Sem continentes e com oceanos gigantescos, esse exoplaneta desafia tudo o que sabemos sobre mundos habitáveis e levanta novas questões sobre onde a vida pode surgir.
Pesquisadores observaram um bonobo simulando objetos inexistentes e respondendo corretamente a testes cognitivos. O resultado desafia décadas de suposições científicas e sugere que a capacidade de imaginar pode ter raízes profundas na evolução dos primatas.
Cientistas detectaram um deslocamento inesperado da vegetação global que está acontecendo mais rápido do que o previsto — e os efeitos podem redefinir ecossistemas inteiros.
Um sistema recém-descoberto desafia uma ideia central da astronomia. Mais do que uma curiosidade, ele sugere que a formação dos planetas pode ser muito mais caótica do que imaginávamos.
Uma nova proposta matemática sugere que existe um padrão comum entre o infinitamente pequeno e o cosmos. A pista pode estar em uma linguagem que poucos conseguem enxergar.
Um pequeno ser, muitas vezes ignorado, está no centro de um problema global que já mostra sinais alarmantes — e pode afetar diretamente o futuro da humanidade.
Pesquisadores descobriram que alterações nas bactérias intestinais com a idade podem interferir diretamente na memória. O intestino envia sinais essenciais ao cérebro — e quando essa comunicação falha, a capacidade de aprender e lembrar diminui.
Terapia com vírus mostra avanço contra câncer cerebral agressivo e pode mudar o tratamento do glioblastoma. Os resultados iniciais apontam para um novo caminho.
Um termo que surgiu nas redes sociais ganhou força após um caso judicial grave. O fenômeno expõe riscos reais em montanhas — e levanta debates sobre segurança e responsabilidade.
A música “Ring my bell” voltou a circular como símbolo de “frequência da abundância”. Mas a ciência traz uma explicação bem diferente — e mais pé no chão.