Levantamento inédito do MIT CSAIL mostra que empresas estão implantando agentes de IA em larga escala, mas metade deles não publica padrões de segurança adequados. Muitos navegam como humanos, ocultam sua identidade e operam com autonomia avançada. A escala cresce mais rápido que os mecanismos de controle.
Enquanto o Ocidente debate subsídios e cópia tecnológica, a liderança chinesa em robótica humanoide tem uma explicação mais simples e menos ideológica: infraestrutura industrial ultradensa. No sul da China, criar, quebrar e refazer um robô pode levar dias — não semanas. E isso muda tudo.
Enquanto a corrida da IA se concentra em chatbots, o NotebookLM do Google surge como uma ferramenta prática para produtividade, ajudando a organizar, resumir e entender informações com eficiência real.
Em meio à corrida global por semicondutores de ponta para inteligência artificial e data centers, uma empresa americana segue crescendo longe dos holofotes. A Texas Instruments aposta em chips simples, discretos e onipresentes — e está colhendo bilhões com isso.
Com o consumo elétrico disparando por causa da inteligência artificial, a Microsoft acelera investimentos em energia limpa e redes globais para garantir crescimento contínuo e evitar gargalos que podem travar a inovação.
A empresa enviou uma carta formal à ByteDance exigindo que a plataforma impeça a geração de vídeos com personagens e universos de suas produções. Caso contrário, promete levar o caso à Justiça. O embate marca um novo capítulo na disputa entre estúdios e ferramentas de IA.
A nova integração entre Gemini e Google Maps permite explorar regiões diretamente dentro da conversa com a IA. A função ainda não foi lançada oficialmente, mas já apareceu em testes e pode transformar a forma como buscamos restaurantes, bairros e informações locais.
Com apoio financeiro e estratégico do cofundador da Microsoft, a empresa Type One Energy planeja construir um reator de fusão do tipo stellarator nos Estados Unidos. A promessa é ambiciosa: gerar eletricidade limpa, segura e praticamente ilimitada — como as estrelas fazem.
Um apagão digital global parece improvável, mas não impossível. Especialistas explicam como uma falha extrema poderia afetar setores críticos e por que o risco continua no radar.
Uma função em testes promete permitir que usuários escondam partes do texto no chat, revelando o conteúdo apenas quando alguém tocar na mensagem. E ela não apaga o histórico.
Um experimento usando LEGO, cobre e ímãs mostra de forma clara como funciona um motor elétrico real, tornando visível o eletromagnetismo que está por trás da tecnologia moderna.
Uma nova projeção da DeepMind coloca a AGI no centro das atenções e levanta uma questão crucial: o próximo salto da inteligência artificial pode depender menos de dados e mais de como as máquinas pensam.
O RHIC, um dos principais aceleradores de partículas do mundo, conclui sua trajetória após décadas de descobertas que transformaram a física e abriram novas perguntas sobre a matéria e o universo.
Na Cúpula Impacto da IA 2026, em Nova Délhi, o CEO da OpenAI afirmou que o mundo precisa regular a inteligência artificial com urgência. Já o premiê indiano Narendra Modi defendeu código aberto, transparência e “etiquetas de autenticidade” para combater deepfakes e proteger crianças.
O CEO do Google DeepMind afirmou que a inteligência artificial geral pode surgir entre 5 e 8 anos. Para medir esse salto, a empresa propõe um “Teste de Einstein”: avaliar se uma máquina consegue redescobrir sozinha a Teoria da Relatividade usando apenas o conhecimento disponível até 1911.
Um movimento silencioso nas prateleiras virou avalanche: a região alcançou um número histórico de smartphones vendidos em 2025, impulsionada pelo Brasil e por novas marcas asiáticas.
Em um encontro inédito no Sul Global, Lula alertou para os riscos e promessas da inteligência artificial, defendeu regras para gigantes da tecnologia e abriu novas frentes de cooperação internacional.
Gigantes da tecnologia estão prestes a enfrentar uma batalha judicial que pode redefinir a forma como aplicativos funcionam para adolescentes — e colocar em xeque um dos pilares da indústria digital.
Apresentado em um evento militar internacional, o novo robô da China imita movimentos humanos em tempo real. A tecnologia levanta perguntas sobre o futuro da chamada “guerra inteligente”.
A corrida pela inteligência artificial deu um novo salto — pelo menos nas previsões.