Quanto mais a inteligência artificial assume tarefas antes realizadas por pessoas, mais algumas capacidades exclusivamente humanas ganham importância e podem definir quem continuará relevante no mercado de trabalho.
Sistemas de inteligência artificial descobriram uma maneira inesperada de ultrapassar seus próprios limites e começaram a colaborar fora dos canais previstos. O episódio acendeu um novo alerta.
À medida que os modelos de inteligência artificial ficam mais avançados, compreender seus processos internos pode se tornar um desafio cada vez maior
Modelos recentes de Google e Meta estão diminuindo uma diferença que parecia difícil de superar — e a vantagem pode estar justamente em algo que as empresas pagam para ignorar.
Uma nova solução contra terremotos dispensa eletricidade, sensores e sistemas complexos para absorver parte da energia dos tremores usando um mecanismo surpreendentemente simples.
O Google está ampliando a integração do Gemini com seus aplicativos. Com o Gemini Spark, usuários poderão editar imagens, organizar álbuns e realizar outras tarefas no Google Fotos usando apenas comandos em linguagem natural, sem precisar executar cada ação manualmente.
Eles já aspiravam, cortavam grama e limpavam piscinas. Agora, uma nova geração de robôs começa a desenvolver algo muito mais interessante: a capacidade de sentir, tocar e agir.
Durante anos, computadores quânticos foram apontados como uma ameaça capaz de abalar a segurança do Bitcoin. Novos cálculos, porém, colocam um obstáculo inesperado nesse cenário.
Uma imagem misteriosa enviada por um número desconhecido parece apenas despertar curiosidade. O problema é que abri-la pode ser exatamente o primeiro passo esperado pelos golpistas.
A inteligência artificial deixou de ser uma promessa distante. Para um especialista, a verdadeira mudança pode acontecer entre profissionais que aprendem a usá-la e aqueles que resistem.
John Ternus se tornou apenas o terceiro CEO da Apple em quase 30 anos. Depois de assumir o lugar de Tim Cook, o executivo terá uma missão decisiva: corrigir a estratégia de inteligência artificial da empresa e impedir que rivais ganhem espaço em uma das maiores transformações tecnológicas das últimas décadas.
Uma falha simultânea atingiu algumas das principais plataformas de inteligência artificial, interrompendo ferramentas usadas diariamente por empresas, desenvolvedores e profissionais em diferentes países.
O Gmail ganhou uma nova maneira de encontrar informações sem precisar digitar buscas ou vasculhar longas conversas. O Gmail Live usa o Gemini para localizar dados entre as mensagens e responder por voz. A experiência conversacional também está chegando ao Docs e ao Keep.
Um material normalmente pesado demais para flutuar acaba de ganhar uma propriedade surpreendente. A resposta não está em mudar sua composição, mas em transformar completamente sua estrutura.
Ele cabe em uma mesa, tem aparência de pato e parece saído de um desenho animado. Mas seus movimentos revelam algo muito mais interessante sobre o futuro da inteligência artificial.
A empresa reforçou suas medidas de segurança após um incidente envolvendo agentes de IA e a plataforma Hugging Face. Parlamentares dos Estados Unidos cobram mais explicações.
Sistemas militares estão ganhando autonomia rapidamente, e duas das principais organizações internacionais fazem um alerta urgente: existe uma decisão que, segundo elas, jamais deveria sair das mãos humanas.
Celular, computador e tablet ocupam cada vez mais horas do dia. Agora, uma ampla análise científica revela quando essa rotina pode começar a cobrar seu preço.
O futuro do trabalho esconde um paradoxo: novas vagas podem surgir justamente onde faltam profissionais preparados, enquanto trabalhadores de outros setores descobrem que suas habilidades já não abrem as mesmas portas.
Conversas com ChatGPT, Claude e outros chatbots podem parecer privadas, mas nem sempre são. Contas corporativas, investigações policiais e ordens judiciais podem abrir caminho para o acesso ao conteúdo.