Enquanto a inteligência artificial transforma o mercado de trabalho, empresas descobrem que salários já não garantem retenção. Um elemento menos visível passou a influenciar quem fica — e quem decide sair.
Em um estado marcado por secas históricas, o Google promete construir um centro de dados que não utilizará água para resfriamento de servidores. A iniciativa aposta em refrigeração avançada por ar e energia renovável local — um movimento que reacende o debate sobre o impacto ambiental da nuvem e da inteligência artificial.
Em um mercado pressionado pela automação e pela inteligência artificial, pagar bem já não é suficiente. Relatórios recentes mostram que trabalhadores valorizam cada vez mais experiências, reconhecimento e desenvolvimento profissional. O chamado “salário emocional” surge como diferencial estratégico para empresas que querem reduzir a rotatividade.
A chegada do assistente de inteligência artificial da Meta ao WhatsApp levantou dúvidas entre usuários no Brasil e no mundo. É possível desativá-lo? Ele acessa suas conversas pessoais? Entenda quais são os limites reais da ferramenta e o que você pode fazer para reduzir a exposição de dados.
A nova geração de IA começa a operar diretamente dentro das ferramentas profissionais. A mudança parece discreta, mas pode transformar profundamente como as tarefas de escritório são executadas todos os dias.
Um grupo de matemáticos criou desafios inéditos para avaliar se a inteligência artificial realmente entende o que responde — ou apenas reproduz padrões aprendidos durante o treinamento.
Um novo humanoide treinado em textos sagrados começa a chamar atenção no Japão e reacende debates sobre fé, tecnologia e o futuro dos rituais religiosos.
A plataforma anunciou mudanças profundas no sistema disciplinar, buscando equilibrar correção e continuidade. A nova abordagem promete alterar a forma como erros são tratados dentro da comunidade.
Em meio à avalanche de notificações e estímulos digitais, manter o foco virou um desafio cotidiano. Para o gestor cultural Enrique Avogadro, o antídoto pode estar em práticas simples: ler sem interrupções, escrever à mão e resgatar rituais analógicos que exigem presença real.
Enquanto a Tesla aposta no Optimus como projeto estratégico de longo prazo, pelo menos quinze fabricantes chinesas de veículos elétricos já anunciaram programas próprios de robôs humanoides. Com fábricas, fornecedores e software reaproveitados, a China larga na frente — mas o 30% mais difícil ainda pode virar o jogo.
O acesso indevido ao WhatsApp pode expor conversas privadas, facilitar golpes e até permitir roubo de identidade. A boa notícia é que o próprio aplicativo oferece ferramentas para detectar invasões e encerrar sessões suspeitas em poucos segundos.
Um novo levantamento revela uma mudança rápida no comportamento de adolescentes diante da inteligência artificial. O movimento vai além da lição de casa — e pode redefinir como a Geração Z aprende.
Especialistas agora debatem se o risco é real — ou apenas mais um susto tecnológico.
Um novo conjunto de análises acendeu o sinal amarelo nos mercados. Entre apostas bilionárias e cenários sombrios, cresce a disputa sobre até onde a inteligência artificial pode mexer com a economia.
A empresa americana afirma que companhias chinesas teriam usado “destilação ilícita” para extrair capacidades do seu modelo Claude. A prática não envolve invasão de sistemas, mas uso massivo de respostas geradas por IA como dados de treino — e reacende o debate sobre limites legais e competitivos na corrida global por modelos avançados.
Uma companhia pouco conhecida pelo público começa a mudar sua posição no setor, levantando tensões com parceiros e sinalizando uma transformação silenciosa que pode impactar toda a indústria tecnológica.
A gigante de tecnologia incorporou uma plataforma de geração musical por inteligência artificial ao Google Labs. A promessa é “ampliar a arte humana”. Críticos, porém, veem mais um passo na automatização da criação artística — agora também no estúdio.
Um estudo reacendeu o debate: jovens nascidos no fim dos anos 1990 e início dos 2000 estariam obtendo piores resultados acadêmicos que a geração anterior. Telas em excesso seriam a causa? A discussão envolve o chamado “efeito Flynn”, mudanças educacionais e decisões recentes como a retirada de dispositivos das salas de aula em Madri e na Suécia.
Bilhões de euros em investimentos colocaram Aragão no mapa europeu dos data centers. Mas junto com os anúncios vieram dúvidas: consomem água demais? Vão encarecer a conta de luz? São realmente sustentáveis? Especialistas afirmam que parte da controvérsia ignora ganhos expressivos de eficiência energética e hídrica.
Uma análise extensa revela que sistemas de conversação enfrentam dificuldades inesperadas quando interações se prolongam, levantando dúvidas sobre confiabilidade e sobre como lidam com informações acumuladas ao longo do tempo.