Ao integrar o Gemini aos seus dispositivos, a Apple reforça uma estratégia antiga: focar no que faz melhor e terceirizar o que exige escala, velocidade e infraestrutura. A parceria com o Google vai muito além da Siri e ajuda a entender como os gigantes da tecnologia estão redesenhando o poder na era da IA.
Sem grande anúncio e sem discurso épico, um produto inesperado virou o jogo dentro da Meta. As novas Ray-Ban com tela estão vendendo mais rápido do que a empresa consegue fabricar.
Secas históricas forçaram uma virada radical. Megaplantas já transformam água do mar em milhões de litros potáveis por dia, inaugurando uma solução cara, complexa e cheia de consequências.
Milhões de toneladas de resíduos cruzam fronteiras todos os anos para virar calor e eletricidade na Suécia. Não é excentricidade ecológica, é um sistema industrial preciso, lucrativo e integrado ao dia a dia.
Enquanto rivais disputam quem tem a inteligência artificial mais poderosa, a Amazon aposta em um caminho diferente: transformar a Alexa em uma presença constante, útil e cada vez mais pessoal na rotina das pessoas.
A internet desapareceu, serviços pararam e o mundo passou a enxergar apenas fragmentos do que realmente está acontecendo.
Depois de bilhões investidos e pouco retorno real, a Meta muda o foco. Cortes, realocação de equipes e um novo centro de gravidade revelam que o futuro imaginado não virou negócio.
Um novo relatório internacional revela um cenário instável para os próximos anos, com riscos crescentes para governos, empresas e sociedades. Entre disputas geopolíticas e crises econômicas, uma tecnologia avança silenciosamente como fonte de preocupação.
Dois grandes centros urbanos do país estão prestes a receber uma infraestrutura inédita que promete transformar a mobilidade aérea. O projeto envolve novas estruturas, parcerias estratégicas e testes regulatórios.
Suspensa em um laboratório blindado, uma máquina discreta esconde o ponto mais frio do universo conhecido. Por trás da aparência estranha, está uma tecnologia capaz de redefinir poder, segurança e dinheiro.
Enquanto a inteligência artificial tropeça em produtividade e retorno corporativo, um mercado cresce sem resistência. Em 2025, foi na intimidade que a IA mostrou, sem dúvidas, como transformar atenção em dinheiro.
Depois de rebatizar a empresa e investir bilhões em mundos virtuais, a Meta muda de rota: Reality Labs encolhe, os prejuízos se acumulam e a inteligência artificial surge como a nova prioridade estratégica da companhia de Mark Zuckerberg.
A Apple lançou uma nova assinatura que reúne suas principais ferramentas criativas em um único pacote. A proposta promete simplificar o trabalho de quem produz vídeos, música e design, com recursos avançados e integração entre dispositivos.
Criado em Santa Catarina, um sistema usado por milhares de hospitais na América Latina acaba de ser vendido por cerca de R$ 1 bilhão. A operação revela movimentos estratégicos no mercado de tecnologia em saúde.
Não é só uma ferramenta: é um estilo que se infiltra. Pesquisadores detectam que palavras típicas da IA estão migrando para a vida real — e o idioma humano já não evolui sozinho.
Um novo relatório da Kapwing revela que até um terço do conteúdo entregue a novos usuários no YouTube Shorts é formado por vídeos automatizados de baixa qualidade. Produzido em escala industrial, esse material já movimenta milhões em publicidade, sufoca criadores humanos e distorce a experiência digital.
Pesquisadores da China desenvolveram uma pele robótica capaz de transformar toda a superfície de um robô em um grande sensor. A tecnologia permite detectar impactos, danos e riscos em tempo real, aumentando a segurança, a autonomia e a confiabilidade dos humanoides em ambientes humanos.
Vídeos que você nunca gravou, áudios que nunca disse, rostos que não são seus — mas parecem. A IA cruzou um limite invisível e está colocando em risco algo básico: a confiança em quem somos online.
Satélites invadidos, armas orbitais e disputas pela Lua revelam uma nova guerra silenciosa. Longe da Terra, potências globais preparam conflitos que podem redefinir poder, energia e segurança mundial.
Após revelar orientações médicas equivocadas e potencialmente perigosas, o Google decidiu limitar o uso de resumos por inteligência artificial em buscas sobre saúde. O episódio expõe os riscos da automação em temas sensíveis.