Golpes cada vez mais sofisticados estão mirando contas de WhatsApp — e um simples descuido pode abrir a porta para criminosos digitais assumirem seu perfil.
O resultado está levantando questões inesperadas no mundo da tecnologia.
Um funcionário da OpenAI foi demitido após investigação interna apontar uso de informações confidenciais para apostar em plataformas como Polymarket. O caso expõe uma contradição do setor de mercados de previsão, que antes celebrava “vantagem informacional”, mas agora enfrenta pressões regulatórias e risco reputacional.
Algoritmos que recomendam músicas, rotas e conteúdos podem estar fazendo algo maior: moldando hábitos, opiniões e decisões cotidianas de forma silenciosa, enquanto acreditamos manter total autonomia.
Pesquisas e relatos online indicam uma mudança silenciosa na linguagem cotidiana. Sem perceber, pessoas passam a adotar padrões, expressões e estruturas cada vez mais semelhantes às usadas por chatbots.
Uma nova tecnologia transforma o corpo dos robôs em uma superfície sensível capaz de detectar danos e reagir automaticamente. O avanço pode mudar silenciosamente a forma como humanos e máquinas convivem.
Os chatbots ficaram para trás. A nova onda são agentes de inteligência artificial capazes de programar, testar aplicações e tomar decisões de forma autônoma. O avanço acelera a corrida tecnológica global, mexe com ações em Wall Street e reacende o debate: estamos à beira de uma revolução inevitável ou de uma bolha movida pelo medo?
A direção do Google deixou claro: usar inteligência artificial não é mais opcional. A adoção da tecnologia passou a fazer parte das expectativas formais para todos os funcionários — inclusive nas avaliações anuais. A mudança já impacta cultura interna, produtividade e até o perfil profissional exigido.
Uma escola privada nos Estados Unidos decidiu redesenhar o ensino tradicional colocando a inteligência artificial no centro de tudo. Currículo, tarefas e acompanhamento são definidos por algoritmos. A proposta promete personalização máxima — mas levanta dúvidas sobre privacidade, controle pedagógico e o papel real dos professores.
Vídeos curtos com animais gerados por inteligência artificial estão dominando as redes e faturando alto. O sucesso mistura emoção, roteiro dramático e uma fórmula difícil de ignorar.
Uma startup europeia afirma ter transformado insetos reais em plataformas de vigilância bioeletrônica. A tecnologia já passou por testes de campo e começa a chamar atenção global.
Uma cidade chinesa transformou seu sistema de metrô em um teste real de inteligência artificial urbana. Robôs, drones e humanoides passaram a operar juntos em um experimento que vai além da tecnologia.
No famoso discurso em Stanford, Steve Jobs revelou a pergunta que guiava suas decisões diárias. Mais do que uma frase inspiradora, era um método prático para eliminar distrações, redefinir prioridades e alinhar trabalho e propósito. Uma estratégia simples que moldou sua trajetória na Apple.
Quando questionada sobre quem seria o maior escritor de todos os tempos, a inteligência artificial deixou de lado nomes consagrados da tradição literária. Em vez disso, apontou para um autor menos óbvio, cuja força está nos detalhes silenciosos da vida cotidiana e na precisão quase cirúrgica de seus contos.
A decisão da empresa altera a forma como milhões de usuários centralizam e-mails de outros provedores dentro do Gmail. Funções históricas deixarão de existir, exigindo adaptação e mudança de configuração — especialmente para quem usava a plataforma como central unificada de contas externas.
Um pesquisador britânico submeteu três modelos avançados de IA a simulações de conflito militar. O que parecia um experimento acadêmico virou um alerta: em quase todas as partidas, ao menos uma máquina escolheu o caminho nuclear. E nenhuma delas demonstrou disposição para se render, mesmo diante da derrota.
Uma orientação recente do pontífice reacendeu discussões sobre tecnologia e fé. O recado foi direto aos padres — e revela como a Igreja vê o avanço da inteligência artificial.
Uma campanha de espionagem digital operou por anos sem chamar atenção. Agora, detalhes técnicos revelam como o esquema funcionava — e por que ele preocupou especialistas em segurança.
O projeto World, apoiado por Sam Altman, quer transformar a leitura da íris em “prova universal de humanidade”. Agora, a tecnologia começou a aparecer em lojas físicas, como uma unidade da Gap em São Francisco. A expansão levanta dúvidas sobre privacidade, consentimento e o futuro da identificação digital.
Pesquisadores criaram um ambiente digital sem instruções prévias e deixaram a seleção agir. O resultado surpreendeu: estruturas complexas emergiram sem que ninguém ensinasse como deveriam funcionar.