Um erro de inteligência artificial teria custado caro à reputação de um músico canadense consagrado. Após uma confusão de identidade em um resumo automático do Google, um show foi cancelado e levantou um alerta sobre os riscos de sistemas de busca que “contam histórias” — mesmo quando estão erradas.
A OpenAI entrou oficialmente na temporada de retrospectivas de fim de ano. Com “Seu ano com o ChatGPT”, usuários podem rever como interagiram com a IA ao longo de 2025, com gráficos, distinções simbólicas e até um poema personalizado — tudo pensado para ser leve e opcional.
Quem cresceu assistindo a Os Jetsons provavelmente lembra bem da Rosie, a robô-faxineira sarcástica que cuidava da casa enquanto a família vivia no “futuro”. Durante décadas, ela foi só um símbolo otimista (e meio exagerado) da automação doméstica. Mas essa fronteira entre ficção e realidade está ficando cada vez mais fina.
A teoria da mente, uma das capacidades mais sofisticadas do ser humano, passou a ser testada em inteligências artificiais com resultados surpreendentes. Em 2025, modelos avançados já inferem crenças e intenções alheias. Mas até onde isso é entendimento genuíno — e onde começa apenas a simulação estatística?
Transformar água do mar em água potável deixou de ser coisa exclusiva de países ricos e desérticos. Com secas mais frequentes, rios no limite e aquíferos pressionados, a dessalinização virou peça-chave da segurança hídrica global. O resultado é impressionante: 80% dos países do mundo já usam água dessalinizada, e o Brasil entrou de vez nessa conta.
A inteligência artificial já influencia escolhas médicas, decisões jurídicas e oportunidades profissionais. Agora, cresce um consenso: sem limites claros, o avanço pode gerar riscos difíceis de controlar. A chamada IA responsável surge como o elemento essencial para garantir inovação, confiança e segurança no futuro digital.
Chatbots empáticos, sempre disponíveis e aparentemente compreensivos estão ocupando um espaço emocional que antes era transitório na infância. Um novo relatório alerta: crianças e adolescentes já tratam IAs como confidentes “humanos”, com impactos profundos — e pouco visíveis — no desenvolvimento emocional e social.
Depois de investir pesado para colocar um jovem prodígio no comando de sua estratégia de inteligência artificial, Mark Zuckerberg enfrenta um problema inesperado: a relação com seu principal contratado já se tornou tensa. Microgestão, choque de estilos e pressão por resultados colocam em dúvida o plano da Meta.
Relatórios de inteligência apontam que a Rússia pode estar trabalhando em uma arma capaz de destruir constelações inteiras de satélites, como a Starlink, usando nuvens de estilhaços metálicos. A estratégia seria eficaz militarmente, mas poderia provocar uma crise sem precedentes na órbita baixa da Terra.
A inteligência artificial é frequentemente apontada como a grande vilã do mercado de trabalho em 2025. Mas os números contam outra história. Embora mais de um milhão de empregos tenham sido cortados neste ano, apenas uma fração mínima dessas demissões pode ser diretamente ligada ao uso de IA.
Foguetes são caros, perigosos e complexos — e talvez não sejam a única forma de sair da Terra. Cientistas japoneses estão desenvolvendo um elevador espacial capaz de alcançar a órbita baixa e transportar pessoas com mais segurança, reacendendo um velho sonho da ciência com novas bases tecnológicas.
Uma inovação recente na pele artificial de robôs humanoides está provocando debates intensos. À primeira vista, a ideia de máquinas capazes de detectar “dor” parece inquietante. Mas, por trás dessa escolha controversa, existe uma lógica técnica clara que pode tornar os robôs mais seguros, eficientes e confiáveis em ambientes humanos.
Ferramentas de IA estão tornando o aprendizado mais rápido e eficiente, mas novas pesquisas levantam um sinal de alerta. Estudos acadêmicos indicam que o uso excessivo pode reduzir o esforço mental, enfraquecendo habilidades essenciais. O desafio agora é aprender a usar a tecnologia sem comprometer o desenvolvimento cognitivo.
A Nvidia informou clientes chineses que pretende iniciar, nos próximos meses, o envio do chip de inteligência artificial H200 para a China. A decisão ocorre após uma flexibilização das regras de exportação dos EUA e pode render bilhões à empresa, mas também reacende preocupações geopolíticas.
O WhatsApp começou a liberar as figurinhas de perguntas nos Status, um recurso que permite criar enquetes abertas e receber respostas diretas dos contatos. A novidade amplia o uso dos Status, aproxima o app de outras redes sociais e reforça a estratégia da Meta de estimular conversas dentro da plataforma.
Uma atualização aguardada por muitos finalmente chegou e promete alterar a experiência de uso de forma profunda. Sem mudar o conteúdo das respostas, a novidade permite ajustar como elas são entregues, tornando a interação mais próxima, neutra ou objetiva conforme a preferência de cada usuário.
À medida que navegadores com IA ganham autonomia para ler e-mails, acessar contas e executar tarefas sozinhos, cresce também um risco difícil de eliminar: a chamada prompt injection. A OpenAI reconhece que o problema não tem solução definitiva — mas acredita que sistemas de defesa baseados em IA podem reduzir o impacto no mundo real.
Em Brownsville, no Texas, pais se encantaram com a ideia de uma microescola em que softwares fariam o papel de tutor e “guias” substituiriam professores. Mas relatos de ex-alunos, funcionários e responsáveis apontam um outro lado: metas rígidas ditadas por aplicativos, vigilância digital e crianças trabalhando no horário do almoço para não “ficar para trás”.
Plataformas como TikTok e Instagram não funcionam por acaso: seus algoritmos são projetados para manter o usuário conectado o máximo de tempo possível. Pesquisadores de Harvard e alertas da OMS mostram como esse modelo pode estimular comportamentos compulsivos, prejudicar o sono e impactar o bem-estar emocional — e por que entender esse mecanismo é o primeiro passo para usá-las de forma mais saudável.
Conversar com máquinas deixou de ser algo estranho e passou a fazer parte da rotina. Por trás desse comportamento aparentemente simples, existem motivações profundas ligadas à forma como lidamos com o tempo, a curiosidade e a necessidade de conexão em um mundo cada vez mais acelerado.