Planilhas, apresentações e dezenas de aplicativos diferentes estão perdendo protagonismo. A nova geração de inteligências artificiais não apenas responde perguntas: ela executa tarefas inteiras no seu lugar. E isso muda radicalmente a forma como trabalhamos, pagamos por tecnologia e lidamos com computadores.
Enquanto novos modelos de IA são anunciados com promessas cada vez mais ambiciosas, um gargalo silencioso começa a ditar o ritmo real dessa revolução. Não é apenas uma questão de energia ou meio ambiente: é um limite físico, escondido dentro dos próprios sistemas, que coloca a eletrônica de potência no centro do futuro da inteligência artificial.
Um desabafo inesperado nas redes sociais transformou um pequeno recurso do iPhone em debate global. O episódio revela como detalhes cotidianos podem irritar milhões — e ganhar palco internacional.
Enquanto o ouro domina o discurso de proteção, uma nova leitura do mercado sugere que a relação entre risco e retorno mudou — e a criptomoeda pode estar mais interessante do que parece.
Os voos suborbitais do foguete New Shepard ficarão suspensos por pelo menos dois anos. A decisão revela que o turismo espacial, apesar de lucrativo, nunca foi o objetivo final da Blue Origin, que agora concentra engenheiros, orçamento e estratégia no programa Artemis e no módulo lunar Blue Moon.
Um smartphone conectado diretamente à constelação de satélites da Starlink poderia redefinir a ideia de conectividade móvel. Embora o projeto ainda não esteja em desenvolvimento, declarações de Elon Musk e um relatório da Reuters revelam ambições que vão além de Apple e Samsung — e colocam a inteligência artificial no centro da estratégia.
Uma mudança está transformando a forma como criamos movimento. Não se trata apenas de novas ferramentas, mas de uma virada profunda na lógica da animação e no acesso ao poder criativo.
Um volume financeiro inédito chamou a atenção em 2025 e colocou o sistema de pagamentos brasileiro em outro patamar. Os dados ajudam a entender por que o Pix virou peça central da economia.
Após o anúncio do governo espanhol de que pretende proibir o acesso de menores de 16 anos às redes sociais, representantes de empresas, Estado e organizações sociais defenderam que a educação digital, a cooperação institucional e a transparência das plataformas são mais eficazes do que a simples proibição.
Um teste com perfis juvenis expõe como, em poucos minutos, a lógica de recomendações de uma das redes mais populares pode empurrar adolescentes vulneráveis para conteúdos que amplificam o sofrimento.
Uma nova geração de fraudes digitais abandona o envio em massa e aposta em ataques personalizados, usando dados públicos para criar mensagens quase perfeitas e difíceis de detectar.
Na China, máquinas autônomas já pegam metrô sozinhas, usam elevadores e entregam mercadorias sem ajuda humana.
Filas, atrasos e preços em alta começaram a surgir em um setor que parecia estável. A expansão acelerada da inteligência artificial está pressionando um elo pouco comentado da cadeia tecnológica.
Depois de decisões polêmicas em outros países, um novo governo europeu avalia limitar o acesso de crianças e adolescentes às redes sociais. A proposta divide partidos e reacende um debate que só cresce.
O novo Claude Opus 4.6 chegou prometendo revolucionar a programação, a análise de segurança e até tarefas corporativas. Durante testes, o modelo identificou centenas de vulnerabilidades inéditas sem instruções explícitas — um feito que animou desenvolvedores e, ao mesmo tempo, sacudiu investidores de tecnologia.
Reguladores europeus afirmam que recursos centrais do TikTok — como rolagem infinita, reprodução automática e recomendações personalizadas — podem infringir a legislação do bloco. A decisão preliminar reacende o debate global sobre redes sociais e saúde mental, especialmente entre crianças e adolescentes.
Enquanto alguns países já avançaram em leis para inteligência artificial, a maior parte da América Latina ainda opera entre rascunhos e princípios éticos inspirados na Europa. Especialistas alertam que copiar modelos estrangeiros pode aprofundar desigualdades — e defendem regras que levem em conta recursos naturais, soberania de dados e capacidade institucional.
Muito antes dos assistentes atuais, um robô começou a circular por lojas e escolas. Seu legado ganhou reconhecimento histórico — e uma nova versão promete ir ainda mais longe.
Um país decidiu cortar o acesso de crianças e adolescentes às redes sociais. A medida buscava proteção, mas seus efeitos colaterais reacenderam um debate global sobre controle, privacidade e bem-estar digital.
Poucos dias após unir suas empresas de foguetes e inteligência artificial, Elon Musk já colocou em movimento um plano que parece saído da ficção científica: transformar a órbita da Terra em uma gigantesca infraestrutura computacional. A autorização inicial prevê um enxame de satélites capaz de multiplicar por dezenas a presença atual da Starlink — e levanta questões sérias sobre energia, lixo espacial e o futuro da IA.