Um trecho experimental está redefinindo a mobilidade elétrica ao permitir que veículos recarreguem enquanto seguem viagem. Sem cabos, sem paradas longas e com energia fluindo sob o asfalto, essa tecnologia promete tornar a recarga algo automático, contínuo e totalmente integrado ao dia a dia.
Em meio a uma internet inundada por imagens perfeitas geradas por máquinas, surge um movimento que faz exatamente o oposto: exalta o erro, a crueza e a imperfeição humana. O que parecia apenas uma tendência visual já se transformou em manifesto estético e político contra a padronização algorítmica.
O especialista em ética tecnológica Tristan Harris fez um alerta contundente: a inteligência artificial está avançando sem controle, impulsionada por incentivos econômicos e militares que ignoram riscos sociais, psicológicos e trabalhistas. Em entrevista recente, ele afirmou que já existem sinais de comportamento perigoso em grandes modelos e que o mundo caminha para um cenário potencialmente catastrófico.
A OpenAI entrou em estado de “código vermelho” para priorizar melhorias urgentes no ChatGPT. A decisão, revelada em um memorando interno, surge após avanços do Google com o Gemini e o crescimento de rivais como Anthropic. Projetos foram adiados, equipes realocadas e novas metas de desempenho definidas para proteger a liderança da empresa em IA.
A ideia de dar um smartphone para uma criança parece prática — mas novas pesquisas mostram que essa decisão pode ter efeitos muito mais profundos do que muitos pais imaginam. Um estudo com mais de 10 mil jovens revela uma associação direta entre celulares precoces e problemas como obesidade, depressão e noites mal dormidas. Entenda por que o alerta precisa ser levado a sério.
A inteligência artificial surge como heroína do combate climático, mas seu crescimento acelerado esconde um custo ambiental que quase ninguém vê. Entre consumo energético explosivo, centros de dados sedentos e uma nova avalanche de lixo eletrônico, a tecnologia que pode nos salvar também ameaça agravar a crise que tenta resolver.
Um número crescente de millennials e jovens da geração Z está usando ChatGPT para obter orientação jurídica e até emocional. Apesar da facilidade e da rapidez, especialistas alertam que depender da IA para decisões legais, divórcios ou questões de saúde mental pode gerar erros graves, diagnósticos inadequados e escolhas precipitadas.
Um levantamento da Redbelt Security revelou que o Golpe da Tarefa — também chamado de Golpe da Renda Extra — se tornou uma das fraudes que mais crescem no Brasil. Adaptada de esquemas asiáticos, a prática combina engenharia social, apps maliciosos e Pix para enganar vítimas e movimentar milhões em redes clandestinas.
Um grupo de pesquisadores dos EUA testou uma ferramenta capaz de bloquear, em tempo real, conteúdos políticos extremistas na rede X. Durante dez dias, mais de mil usuários navegaram sem posts agressivos ou antidemocráticos — e os resultados surpreenderam: menos ira, menos polarização e mais empatia entre pessoas de posições políticas diferentes.
Se você já rolou o feed e encontrou um “creme milagroso”, um suplemento “aprovado por todos os famosos” ou uma goma que promete resolver problemas de saúde complexos, você não está sozinho. A publicidade feita por influenciadores digitais se tornou tão presente — e tão poderosa — que muitos consumidores acabam acreditando em promessas irreais. E é justamente aí que mora o perigo.
A OpenAI passa por um momento delicado. Dados internos apontam milhões de usuários discutindo sofrimento psicológico com o ChatGPT, incluindo ideação suicida. No mesmo período, a pesquisadora Andrea Vallone, peça-chave na construção de protocolos de resposta emocional, deixou a empresa. A tensão entre proteção ao usuário e expansão comercial reacende o debate ético sobre o uso de IAs conversacionais.
Um estudo recente revela que muitos usuários acreditam ser “viciados” em Instagram, mesmo sem apresentar sinais clínicos de dependência. A forma como a mídia descreve o uso das redes pode influenciar essa percepção — reduzindo nossa sensação de controle e aumentando a culpa. O problema, na maioria dos casos, não é vício, mas hábito.
Mais do que um GPS, o Google Maps oferece 22 ferramentas pouco conhecidas que ajudam a economizar tempo, combustível e tornar o trajeto mais seguro. Planejamento antecipado, rotas inteligentes, suporte para carros elétricos e recursos com inteligência artificial tornam o aplicativo um copiloto completo — mas a maioria dos usuários ainda não explora seu potencial.
Quatro anos após um banimento histórico, uma atividade que muitos acreditavam extinta voltou a dar sinais de vida. O Estado reforça o cerco, cria novas frentes de controle e endurece o discurso. Ainda assim, o fenômeno insiste em reaparecer por caminhos que desafiam qualquer sistema.
A NASA realizou o primeiro voo do X-59, um avião experimental que pode revolucionar o transporte aéreo global. Com design futurista e tecnologia que reduz o estampido sônico a um leve ruído, a aeronave inaugura a era do supersônico silencioso, capaz de acelerar viagens sem violar restrições sobre áreas povoadas.
A Inteligência Artificial já dirige carros, recomenda filmes e vence campeões de Go — mas nada disso significa que pense como nós. Afinal, para ser eficiente a IA precisa ser inteligente? Ou basta funcionar bem, mesmo sem consciência? Entre filosofia e tecnologia, o debate revela uma ruptura profunda entre capacidade e compreensão.
O que antes era apenas diversão agora se transformou em um dos espaços mais disputados do consumo global. Dentro de universos digitais, as marcas encontraram uma forma silenciosa — e extremamente eficaz — de influenciar decisões, criar vínculos emocionais e redefinir a forma como compramos sem sair do jogo.
Uma mudança estratégica silenciosa colocou gigantes em estado de alerta. Elogios públicos de rivais, reações do mercado e alianças sendo revistas mostram que algo grande acaba de acontecer. O jogo da inteligência artificial entrou em uma nova fase — e ninguém quer ficar para trás.
A inteligência artificial deixou de ser um “poder secreto” reservado a programadores e virou ferramenta de todo mundo — do estagiário ao CEO. Mas, na prática, o que separa quem só “usa IA” de quem realmente lidera na era digital? A resposta não está no domínio técnico: está na clareza, no pensamento crítico e na capacidade humana de fazer boas perguntas.
A Airbus ordenou a atualização imediata de milhares de aeronaves da família A320 após detectar que radiação solar intensa pode corromper dados dos computadores de voo. O caso ganhou notoriedade quando um A320 da JetBlue sofreu perda brusca de altitude devido a uma possível falha induzida por um surto solar. Especialistas alertam que o Sol está entrando em uma fase de atividade elevada, aumentando riscos para aviação e infraestrutura global.