A Nvidia informou clientes chineses que pretende iniciar, nos próximos meses, o envio do chip de inteligência artificial H200 para a China. A decisão ocorre após uma flexibilização das regras de exportação dos EUA e pode render bilhões à empresa, mas também reacende preocupações geopolíticas.
O WhatsApp começou a liberar as figurinhas de perguntas nos Status, um recurso que permite criar enquetes abertas e receber respostas diretas dos contatos. A novidade amplia o uso dos Status, aproxima o app de outras redes sociais e reforça a estratégia da Meta de estimular conversas dentro da plataforma.
Uma atualização aguardada por muitos finalmente chegou e promete alterar a experiência de uso de forma profunda. Sem mudar o conteúdo das respostas, a novidade permite ajustar como elas são entregues, tornando a interação mais próxima, neutra ou objetiva conforme a preferência de cada usuário.
À medida que navegadores com IA ganham autonomia para ler e-mails, acessar contas e executar tarefas sozinhos, cresce também um risco difícil de eliminar: a chamada prompt injection. A OpenAI reconhece que o problema não tem solução definitiva — mas acredita que sistemas de defesa baseados em IA podem reduzir o impacto no mundo real.
Em Brownsville, no Texas, pais se encantaram com a ideia de uma microescola em que softwares fariam o papel de tutor e “guias” substituiriam professores. Mas relatos de ex-alunos, funcionários e responsáveis apontam um outro lado: metas rígidas ditadas por aplicativos, vigilância digital e crianças trabalhando no horário do almoço para não “ficar para trás”.
Plataformas como TikTok e Instagram não funcionam por acaso: seus algoritmos são projetados para manter o usuário conectado o máximo de tempo possível. Pesquisadores de Harvard e alertas da OMS mostram como esse modelo pode estimular comportamentos compulsivos, prejudicar o sono e impactar o bem-estar emocional — e por que entender esse mecanismo é o primeiro passo para usá-las de forma mais saudável.
Conversar com máquinas deixou de ser algo estranho e passou a fazer parte da rotina. Por trás desse comportamento aparentemente simples, existem motivações profundas ligadas à forma como lidamos com o tempo, a curiosidade e a necessidade de conexão em um mundo cada vez mais acelerado.
Uma anomalia identificada logo após a decolagem fez com que o veículo perdesse estabilidade e fosse envolto por uma nuvem de fogo. O incidente reacende o debate sobre os desafios técnicos e operacionais dos lançamentos comerciais no Centro de Lançamento de Alcântara.
Tem coisas que funcionam como uma máquina do tempo instantânea. Basta ouvir um som, ver um conector estranho ou lembrar de um ritual específico para o cérebro voltar direto aos anos 1990 e 2000. Se você viveu essa fase da informática, prepare-se: estes hardwares antigos de PC não só marcaram época como também entregam, sem piedade, há quanto tempo você usa computador.
Se alguém ainda achava que segurança digital era um problema distante, 2025 tratou de acabar com essa ilusão. O ano foi marcado por ciberataques em larga escala e vazamentos de dados que atingiram governos, empresas e milhões de pessoas, expondo falhas graves em sistemas considerados críticos.
A inteligência artificial está mudando a forma como conteúdos circulam na internet — e isso inclui um lado bem mais sombrio. Grupos extremistas estão usando ferramentas de IA para ampliar alcance, engajamento e influência, com técnicas que vão de clonagem de voz a traduções automáticas quase perfeitas.
O Spotify confirmou um incidente que acendeu o sinal de alerta na indústria musical. Hackers conseguiram acessar de forma não autorizada parte do catálogo da plataforma e divulgaram metadados de 256 milhões de faixas, além de informações associadas a milhões de arquivos de áudio. O caso reacendeu debates sobre pirataria, preservação cultural e uso de dados por inteligência artificial.
Pagar todo mês para assistir TV aberta começa a soar estranho em 2025. Com o sinal analógico desligado na maior parte do Brasil e as mensalidades da TV por assinatura só subindo, muita gente redescobriu a antena digital — também chamada de antena japonesa — como solução prática para ter imagem em HD, som limpo e zero boleto no fim do mês. Simples, barata e eficiente, ela voltou ao centro da sala.
Às vésperas de 2026, uma declaração vinda do coração do setor tecnológico acendeu um alerta entre estudantes e profissionais. O avanço acelerado da inteligência artificial já começa a redefinir o valor de certas carreiras — e a questão central vai muito além de escolher um curso universitário.
Recomeçar a vida profissional depois dos 40 deixou de ser exceção e virou estratégia. Para muita gente, essa fase marca o fim da pressa e o início de escolhas mais conscientes, focadas em liberdade, estabilidade e sentido no trabalho. A boa notícia é que experiência conta — e muito — em várias áreas que seguem aquecidas.
Ainda distante do cotidiano, uma tecnologia experimental começa a atrair volumes crescentes de capital e atenção estratégica. Avanços técnicos, apoio estatal e o interesse de grandes empresas indicam que algo importante está em formação — com potencial para transformar mercados inteiros no longo prazo.
Um projeto controverso afirma ter feito o maior backup musical já conhecido da internet, com milhões de faixas extraídas do Spotify. A iniciativa, apresentada como um esforço de preservação, levanta questões legais, técnicas e éticas sobre quem deve guardar a memória musical da era do streaming.
Um novo modelo de inteligência artificial em desenvolvimento dentro da Meta quer elevar o nível da geração visual automatizada. Batizado de Mango, o sistema nasce no recém-criado Meta Superintelligence Labs e pode marcar uma virada na estratégia de IA da empresa de Mark Zuckerberg.
Entrevistas conduzidas por inteligência artificial e cartas de apresentação geradas automaticamente estão mudando o mercado de trabalho nos Estados Unidos. Em um cenário de desaceleração econômica, a promessa de eficiência virou um círculo vicioso que dificulta contratações, aumenta a insatisfação e levanta alertas sobre vieses, discriminação e perda do toque humano.
Pesquisas recentes revelam que algo invisível e profundamente pessoal pode funcionar como um identificador único. A atividade do cérebro, analisada por novas tecnologias, mostra padrões tão precisos que levantam possibilidades inéditas — e também dilemas éticos — sobre identidade e privacidade.