Limpar a tela do celular parece uma tarefa simples — até você perceber que pode estar, sem saber, detonando o display aos poucos. Produtos comuns da casa, usados com a melhor das intenções, estão entre os principais vilões de manchas permanentes, perda de sensibilidade ao toque e até defeitos internos. E o pior: o estrago costuma aparecer só depois, quando o reparo já sai caro.
O comércio eletrônico não para de crescer no Brasil — e, com ele, a corrida pela chamada “última milha”. Plataformas como Shopee e Amazon ampliaram a demanda por entregadores, criando oportunidades de renda para quem busca flexibilidade. Mas afinal, quanto vale cada entrega? E o dinheiro realmente compensa?
A OpenAI abriu uma vaga que parece saída de um thriller corporativo: “chefe de prontidão”. Com salário alto e pressão máxima, o cargo envolve antecipar riscos, conter abusos e decidir até onde os modelos de IA podem ir — tudo isso enquanto a empresa acelera lançamentos e metas bilionárias.
Os robotáxis da Tesla mal começaram a circular e já revelaram um detalhe pouco glamouroso da mobilidade autônoma: as taxas por sujeira. De vômito a café derramado e cheiro de vape, há multas previstas — e regras vagas. Veja quanto custa errar e como Tesla, Waymo, Uber e Zoox lidam com o problema.
O círculo azul da Meta AI já apareceu no WhatsApp de milhões de pessoas e virou alvo de críticas. Muitos usuários querem saber se é possível desativar o assistente de inteligência artificial. A resposta oficial frustra expectativas, mas há formas de limitar seu alcance.
O Google Maps acaba de dar um salto tecnológico que redefine o uso de GPS no dia a dia. Com inteligência artificial integrada, a navegação ficou mais natural, contextual e inteligente. O app não apenas mostra caminhos, mas passa a entender o motorista, antecipar necessidades e tornar a direção mais intuitiva.
Uma grande empresa de tecnologia apostou pesado em infraestrutura de inteligência artificial esperando colher crescimento acelerado. O problema é que atrasos, dívidas crescentes e resultados abaixo do esperado transformaram a estratégia em um motivo de preocupação no mercado, reacendendo fantasmas de crises passadas.
Robôs humanoides estão “indo à escola” para aprender a cozinhar, organizar ambientes e operar em fábricas antes de chegar aos lares. Um novo centro de treinamento na China mostra como repetição intensiva, supervisão humana e dados reais podem acelerar a convivência entre máquinas e pessoas.
Em poucos meses, vídeos, áudios e imagens criados por inteligência artificial cruzaram um limite crítico: tornaram-se praticamente indistinguíveis do real. O que antes parecia truque agora engana pessoas e instituições. A pergunta já não é se isso vai piorar, mas quão rápido.
Robôs humanoides alinhados como alunos em sala de aula não são mais ficção científica. Em Pequim, a China inaugurou um centro que funciona como uma verdadeira escola para máquinas, onde instrutores humanos ensinam tarefas industriais e domésticas. O objetivo é claro: acelerar a chegada desses robôs ao mundo real.
Carregar um carro elétrico em poucos minutos sempre pareceu promessa distante. Mas um vídeo que viralizou nos últimos dias sugere que esse futuro pode estar mais perto do que muita gente imaginava. As imagens mostram um modelo elétrico da BYD recuperando quase 400 quilômetros de autonomia em cerca de cinco minutos — um tempo que começa a rivalizar com o abastecimento de um carro a combustão.
A corrida pela inteligência artificial não mudou só o jeito como trabalhamos, consumimos informação ou falamos com máquinas. Em 2025, ela também redefiniu quem ganha — e quanto ganha — no topo do capitalismo global. Em poucos meses, a IA transformou executivos e fundadores do Vale do Silício em alguns dos maiores vencedores financeiros da história recente.
Em um mundo dominado por notificações, mensagens instantâneas e inteligência artificial, jovens da Geração Z estão redescobrindo um hábito quase esquecido: a correspondência em papel. Cartas manuscritas, envelopes decorados e selos viraram um gesto consciente de pausa — e um antídoto inesperado contra a saturação digital.
Perfis antigos e abandonados guardam dados pessoais, usam senhas fracas e quase nunca têm proteção extra. Para criminosos digitais, são alvos fáceis para fraudes, golpes de phishing e roubo de identidade. Entender por que essas contas são perigosas é o primeiro passo para reduzir o risco.
Um experimento de laboratório produziu, pela primeira vez, uma tensão elétrica contínua a partir da rotação da Terra em seu próprio campo magnético. O sinal é minúsculo, longe de qualquer aplicação prática imediata, mas suficiente para recolocar na mesa uma antiga controvérsia do eletromagnetismo.
Com a explosão do consumo energético da inteligência artificial, empresários do Vale do Silício apostam em uma ideia radical: colocar centros de dados em órbita e alimentá-los diretamente com energia solar do espaço. O plano parece ficção científica, mas já envolve satélites em desenvolvimento, bilhões de dólares e um horizonte claro para a próxima década.
Um experimento real colocou uma inteligência artificial no comando de uma simples máquina de vendas automáticas. A promessa era eficiência e lucro. O resultado foi o oposto: prejuízo total, produtos distribuídos de graça e decisões absurdas. O caso expõe limites pouco discutidos da IA quando ela enfrenta pressão humana e regras ambíguas.
A inteligência artificial já deixou de ser promessa futurista para governos locais na América Latina. Com apoio do Google, plataformas digitais estão ajudando prefeituras a responder mais rápido a crimes, ampliar o acesso ao ensino superior e reduzir congestionamentos urbanos. O impacto já aparece em números, políticas públicas e decisões mais bem informadas.
Um comentário direto, feito por uma das vozes mais influentes da tecnologia, expôs uma fragilidade pouco discutida na era da automação. Em meio ao entusiasmo com a IA, a declaração reacendeu o debate sobre emprego jovem, inovação sustentável e decisões que podem cobrar um preço alto no futuro.
Um teste real colocou uma inteligência artificial para administrar um negócio simples com dinheiro de verdade. Em poucas semanas, decisões estranhas, promoções sem sentido e interferência humana levaram a prejuízo total. O experimento revela por que a autonomia econômica da IA ainda está longe de ser confiável.