A empresa chinesa SpaceSail inaugurou sua primeira base no Brasil e promete revolucionar a conectividade na América do Sul. Com planos de lançar milhares de satélites até 2030, o projeto desafia o domínio da Starlink de Elon Musk e coloca o país no centro da disputa tecnológica global.
Uma engenheira do Quênia criou uma solução que une sustentabilidade, inovação e impacto social. A fábrica fundada por Nzambi Matee recicla 1,5 tonelada de plástico por dia e produz tijolos até cinco vezes mais resistentes que o concreto — mudando a infraestrutura e a renda em bairros vulneráveis.
À medida que a demanda por computação cresce com a expansão da inteligência artificial, Elon Musk planeja levar a infraestrutura da nuvem para fora da Terra. O próximo passo da SpaceX envolve transformar satélites Starlink de nova geração em centros de dados orbitais, criando uma rede global que processaria informações diretamente no espaço.
Em meio a crises, disputas territoriais e instabilidade regional, um país latino-americano construiu, longe dos holofotes, uma força armada capaz de rivalizar com potências globais. Com submarino nuclear, caças supersônicos e indústria bélica própria, tornou-se uma potência independente, preparada para agir dentro e fora do continente.
Os deepfakes estão se espalhando pela internet com velocidade e realismo assustadores. De discursos falsos a vídeos “fofos” que viram virais, distinguir o real do artificial ficou difícil até para especialistas. Porém, pesquisadores em segurança digital revelam pistas quase imperceptíveis — textura, iluminação, movimentos — que ainda denunciam as criações por IA.
O ChatGPT virou ferramenta diária para estudo, trabalho e diversão — mas quase ninguém paga por ele. Para tornar o negócio sustentável, a OpenAI lançou o ChatGPT Go: uma assinatura mais barata, feita para quem quer mais recursos sem gastar tanto. A estratégia pode mudar o futuro da inteligência artificial no mundo (inclusive no Brasil).
Em 2026, a Apple completa 50 anos e prepara uma ofensiva de produtos para mostrar que continua liderando a inovação global. iPhone dobrável, Siri com IA avançada, novos Macs e dispositivos para casa inteligente fazem parte da lista. A empresa quer deixar claro: depois de meio século, o melhor ainda está por vir.
O Microsoft Teams está prestes a ganhar uma função que promete causar polêmica: o app vai permitir que gestores verifiquem se um funcionário está no escritório ou trabalhando de casa. A novidade chega em 2025 e reacende o debate sobre privacidade e controle digital nas empresas.
Com o crescimento da eletrificação automotiva, o Tesla Model Y segue como líder de vendas entre os elétricos, mas o Toyota Corolla híbrido ainda conquista quem busca equilíbrio entre preço, eficiência e sustentabilidade.
Cinco séculos após a viagem de Fernão de Magalhães, um robô autônomo da Universidade Rutgers embarca em sua própria jornada de circunavegação. O objetivo não é conquistar novas terras, mas decifrar os segredos das correntes oceânicas e prever os efeitos do clima global.
Muitos usuários ainda tratam o ChatGPT como um simples buscador, e esse é o maior equívoco, segundo especialistas. O verdadeiro poder da inteligência artificial está na interação colaborativa — quando o usuário aprende a pensar junto com a máquina.
Após anos de dependência de um único aliado, OpenAI acaba de dar um passo que muda o mapa da tecnologia global: um acordo de US$ 38 bilhões com a Amazon Web Services. A aliança promete capacidade quase ilimitada de computação e envia um recado claro ao mercado: ninguém domina sozinho o futuro da inteligência artificial.
Desenvolvido pela startup 1X Technologies, o robô humanoide Neo usa inteligência artificial para realizar serviços domésticos, como lavar e passar roupas. Ainda em fase inicial, o modelo precisa de supervisão humana, mas representa um avanço importante rumo à automação do lar.
Durante décadas, máquinas aprenderam a traduzir, completar frases e responder perguntas. Mas agora surge algo diferente: um sistema capaz de captar a carga emocional e a familiaridade das palavras, quase como um cérebro humano. O avanço pode transformar a psicologia, a educação e a forma como analisamos o comportamento linguístico.
Pesquisadores espanhóis descobriram que a preferência por modo claro ou escuro não é apenas estética. Nossos olhos, emoções e até a forma como organizamos a informação mudam conforme a interface. O estudo mostra que essa escolha diz algo sobre identidade digital, contexto e até como nosso cérebro processa o mundo.
O bitcoin começou a semana em clima de ressaca. A maior criptomoeda do mundo voltou a cair nesta segunda-feira (3), seguindo a tendência negativa que marcou outubro — o primeiro mês de queda desde 2018. E, ao que tudo indica, o mercado ainda não encontrou um ponto de equilíbrio.
Serviços ilegais de streaming hospedados na Argentina deixaram de funcionar no Brasil neste fim de semana. A decisão, determinada pela Justiça argentina, levou à queda de mais de 30 plataformas — e acendeu um alerta sobre os riscos de consumir conteúdo pirata.
A nova IA da Google, equipada com o modelo “nano banana”, permite restaurar retratos danificados com nitidez e naturalidade sem precisar de conhecimento técnico. O sistema devolve o brilho original a fotos antigas e traz memórias familiares de volta à vida em formato digital.
Pesquisadores da Universidade de Pequim apresentaram um chip que desafia os limites da computação digital. Capaz de processar dados mil vezes mais rápido e com cem vezes mais eficiência energética, o dispositivo pode transformar a inteligência artificial e abrir caminho para o futuro das redes 6G.
Um robô canadense projetado para medir a saúde dos mares fez uma descoberta inquietante: os oceanos estão liberando pulsos biológicos cada vez mais intensos. O estudo revela um aumento anômalo do fitoplâncton — o “pulmão invisível” da Terra — e aponta para um desequilíbrio profundo na respiração do planeta.