Um novo estudo revela que modelos de IA podem estar indo além da escrita convincente. O que eles começaram a fazer com o próprio conceito de linguagem levanta uma questão difícil de ignorar.
Duas ações coletivas nos Estados Unidos acusam a plataforma de analisar extensões instaladas nos navegadores dos usuários sem transparência suficiente. A empresa nega irregularidades e afirma que a prática serve para combater abusos, mas o caso levanta dúvidas sobre até onde vai o controle das big techs.
Um recurso simples, mas muito aguardado, acaba de chegar ao Instagram. A novidade resolve um problema antigo — mas vem com algumas limitações importantes.
Após derrotas judiciais importantes, a Meta começou a derrubar anúncios de escritórios que buscam clientes para ações sobre vício em redes sociais. A medida revela a pressão crescente sobre a empresa e pode marcar um ponto de virada na responsabilização das plataformas.
Os resumos automáticos do Google, alimentados por inteligência artificial, estão mais precisos do que no lançamento. Ainda assim, a taxa de erro de cerca de 10% levanta dúvidas sobre até que ponto é seguro confiar nessas respostas sem verificação.
Uma investigação revelou milhares de usuários em grupos que compartilham imagens íntimas sem consentimento, vendem serviços de espionagem e praticam assédio digital. O caso reacende o debate sobre regulação de plataformas e proteção de vítimas.
Décadas após suas declarações, previsões sobre inteligência artificial voltam ao debate. Entre avanços impressionantes e riscos reais, um alerta continua ecoando com força.
Bancos e governos já se preparam para um cenário que ainda não aconteceu, mas que pode mudar tudo. Um ponto de virada silencioso ameaça expor sistemas que hoje parecem impossíveis de quebrar.
Um novo modelo surpreendeu até seus próprios criadores ao demonstrar capacidades inesperadas. O que parecia um avanço técnico virou um dilema real sobre limites, controle e risco.
Um suposto ataque a uma infraestrutura crítica levanta dúvidas inquietantes sobre segurança, escala e controle. A dimensão do que pode ter sido exposto é tão grande que desafia qualquer referência conhecida.
Um homem com paralisia severa conseguiu transformar sinais do próprio cérebro em sons reais. O resultado não é apenas tecnológico — é uma nova forma de criar música.
O roubo de credenciais já supera o phishing tradicional como principal ameaça digital. Em meio a esse cenário, especialistas alertam que pequenas atitudes no dia a dia podem fazer a diferença entre manter seus dados seguros ou cair em uma fraude online.
Em um cenário de escassez crescente e sistemas cada vez mais pressionados, a inteligência artificial surge como uma aliada poderosa. Ela não substitui rios nem aquíferos, mas promete transformar a forma como gerimos, distribuímos e consumimos um dos recursos mais essenciais do planeta.
Jovens conectados, críticos e organizados fora das estruturas tradicionais estão mudando o cenário político em diversos países. Longe da apatia, a chamada Geração Z demonstra que sua insatisfação pode se transformar em mobilização real — e até em mudanças concretas de poder.
O feito parece desproporcional: milhares de GPUs trabalhando por horas para simular um chip de poucos milímetros. Mas, por trás desse esforço gigantesco, está um avanço que pode acelerar o desenvolvimento dos computadores quânticos e transformar a forma como esses sistemas são projetados.
Novos dados revelam que a inteligência artificial já está impactando o mercado de trabalho, mas de uma forma mais complexa — e menos dramática — do que muitas previsões indicavam.
Um app que todo mundo já usou está ganhando funções inesperadas. O que antes era só tradução agora começa a simular situações reais e desafiar métodos tradicionais de aprendizado.
Uma série improvável, com personagens nada humanos, está dominando as redes sociais. O sucesso revela como a inteligência artificial e os algoritmos estão redefinindo o entretenimento digital.
Serviços que recriam digitalmente pessoas falecidas estão se espalhando rapidamente, misturando tecnologia, emoção e cultura — e abrindo um debate delicado sobre memória, luto e limites éticos.
Chatbots parecem úteis, rápidos e sempre compreensivos — mas essa postura pode esconder um efeito silencioso que influencia escolhas, relações e até a forma como enxergamos a nós mesmos.