Uma rede de satélites criada para levar internet ao planeta virou peça-chave em disputas geopolíticas de alto risco. Um estudo militar revelou uma proposta extrema para tentar neutralizar essa tecnologia — cara, complexa e possivelmente inviável. O simples fato de ela existir já acendeu alertas no mundo inteiro.
O lançamento do Gemini 3, a expansão dos chips personalizados da empresa e uma possível parceria bilionária com a Meta reacenderam o debate: Google está prestes a liderar a corrida global da inteligência artificial? Enquanto OpenAI enfrenta pressão competitiva e a Nvidia domina o hardware, o Google avança simultaneamente nos dois fronts.
A texana Paradromics recebeu aprovação da FDA para testar em humanos seu novo implante cerebral de altíssimo desempenho. O objetivo: permitir que pessoas com paralisia grave voltem a se comunicar por meio de voz digital e texto. O dispositivo Connexus promete velocidades inéditas e marca uma nova fase das interfaces cérebro-computador.
Uma suspeita tomou conta das redes: milhares de usuários passaram dias acreditando que seus e-mails estavam sendo lidos para treinar sistemas de IA. A teoria caiu por terra após desmentidos oficiais — mas o episódio escancarou algo ainda mais inquietante: como nos tornamos vulneráveis a acreditar no pior sobre as big techs.
Claude Opus 4.5, lançado pela Anthropic, atingiu um marco histórico: programar melhor que candidatos reais em testes profissionais, superar GPT-5.1 e Gemini 3 Pro e dominar benchmarks de engenharia de software. Com mais raciocínio, mais contexto e custo muito baixo, o modelo inaugura uma nova era para a computação.
O Gemini 3 marca a fase mais ambiciosa da inteligência artificial do Google. Integrado à Busca, ao Modo IA e à plataforma Antigravity, o modelo funciona como um agente capaz de planejar, executar e validar tarefas em paralelo. Suas funções vão de simulações científicas e ensino personalizado a programação avançada e gestão financeira.
A Rússia acaba de introduzir um sistema de ataque renovado, capaz de destruir posições fortificadas, neutralizar drones e alterar o equilíbrio no campo de batalha. Com munição de efeito expansivo e nova proteção antimísseis, sua chegada reacende preocupações globais sobre o rumo do conflito e o futuro da guerra moderna.
Uma curtida pode parecer inofensiva, mas hoje ela molda o que você vê, o que sente e até no que acredita. A inteligência artificial está no centro dessa transformação, especialmente por causa dos algoritmos de recomendação que dominam redes sociais e plataformas de vídeo. E o resultado? Emoções extremas, conteúdos polarizados e uma onda crescente de desinformação.
Apresentado na NeurIPS 2025, o Nested Learning é a nova proposta do Google Research para romper a limitação mais profunda dos modelos atuais: a incapacidade de aprender continuamente. Inspirado na consolidação da memória humana, o método organiza o aprendizado em múltiplos níveis e ritmos, aproximando a IA da flexibilidade do cérebro.
Um novo relatório revela um salto preocupante no número de adolescentes que recorrem à inteligência artificial em busca de apoio emocional, conselhos e até companhia. A tendência expõe uma geração cada vez mais isolada, dependente de telas e vulnerável a tecnologias que avançam mais rápido do que a capacidade de regulá-las.
Um homem conseguiu explorar uma falha em um aplicativo de entrega e comeu mais de mil vezes sem pagar. A fraude durou dois anos e passou despercebida graças a um esquema meticuloso. Agora, após ser descoberto, ele voltou a comer de graça — mas atrás das grades.
Após quase uma década prometendo a chegada iminente da direção totalmente autônoma, Elon Musk admitiu um erro crucial que pode afetar milhares de proprietários. A revelação expõe fragilidades técnicas, reacende dúvidas sobre o futuro do FSD e coloca Tesla em uma posição delicada diante de clientes que pagaram caro por uma promessa ainda incompleta.
Uma vitória judicial na Alemanha reacende o debate global sobre inteligência artificial, arte e propriedade intelectual. A decisão contra a OpenAI cria um precedente que pode remodelar como modelos de linguagem são treinados, como artistas serão protegidos e quais empresas lucrarão ou perderão espaço. O impacto vai muito além de nove músicas.
Parece roteiro de filme, mas é vida real. Aos 18 anos, um estudante criou um app de IA no próprio quarto e transformou a ideia em um negócio que fatura cerca de US$ 1,4 milhão por mês. O nome por trás disso é Zach Yadegari, fundador do Cal AI, um aplicativo que usa inteligência artificial para contar calorias a partir de fotos. Entenda como essa história viral virou um império.
O Opera One lançou o tema dinâmico Sonic, uma animação que reage em tempo real às músicas tocadas no Spotify. A novidade transforma a tela inicial do navegador em um painel visual sincronizado com ritmo, volume e variações sonoras — e chega acompanhada de meses grátis de Spotify Premium em países selecionados.
Ferramentas de inteligência artificial já ajudam médicos no Brasil a identificar sinais de AVC em exames de imagem, agilizando decisões que podem salvar vidas. A tecnologia detecta padrões sutis e envia alertas em tempo real, mas ainda depende totalmente da avaliação médica e enfrenta barreiras de acesso, custos e validação contínua.
Uma apresentação tecnológica na Ásia deixou especialistas e espectadores atônitos. Um novo robô humanoide, com aparência feminina e movimentos incrivelmente naturais, gerou tanta dúvida que os engenheiros tiveram de demonstrar ao vivo que não se tratava de uma atriz. A revelação abriu um debate sobre o futuro da robótica avançada.
Um avanço técnico que muitos consideravam improvável começa a ganhar forma dentro da Intel. Dois novos nós de fabricação prometem redefinir sua competitividade global e marcar o retorno dos processadores totalmente produzidos “em casa”. Os primeiros resultados já acendem alertas — e esperanças — em todo o setor.
Depois do sucesso do segundo voo do New Glenn, a Blue Origin revelou planos para uma versão superpesada de seu foguete, equipada com mais motores e mais capacidade de carga. O novo modelo, chamado New Glenn 9×4, mira diretamente o mercado dominado pela Starship — e leva a disputa espacial a um novo patamar.
Um engenheiro de segurança acusa a Figure AI, criadora de robôs humanoides, de ignorar riscos graves enquanto corre para lançar máquinas capazes de golpes com força “quebra-ossos”. A empresa nega tudo, mas a ação judicial reúne relatos tão dramáticos que parecem roteiro de Michael Clayton misturado com RoboCop. Aqui está o que a denúncia alega — e o que está em jogo.