Evitar publicar fotos nas redes sociais é mais comum do que parece e não tem relação apenas com timidez ou desapego digital. Segundo especialistas em comportamento e bem-estar emocional, essa escolha pode refletir autoconhecimento, limites saudáveis e uma forma de reduzir comparações, pressões sociais e a busca por validação externa.
Um estudo recente traça o mapa global da inovação e revela o novo equilíbrio de poder tecnológico. A China avança em ritmo acelerado em inteligência artificial, semicondutores e computação quântica, enquanto os Estados Unidos consolidam sua liderança e a Europa tenta reagir antes que a distância se torne irreversível.
A crise climática está acelerando, o planeta está esquentando e o sistema alimentar global está longe de acompanhar as soluções necessárias. Mas uma resposta promissora já está no horizonte — e pode estar no seu prato mais cedo do que imagina. As proteínas alternativas surgem como uma das armas mais eficientes para enfrentar o aquecimento global e reduzir as emissões na cadeia de alimentos. Agora, com a COP30 acontecendo no Brasil, o tema finalmente ganhou o palco que merece.
Um estudo global da Deezer revelou que 97% das pessoas não conseguem identificar quando uma música foi criada por inteligência artificial. A descoberta acende um alerta para a indústria musical, que já enfrenta um aumento massivo de conteúdo automatizado e um debate urgente sobre direitos autorais e transparência.
A nova ferramenta do WhatsApp permite apagar fotos, vídeos e áudios pesados sem precisar excluir os chats. O recurso “Gerenciar armazenamento” ajuda a identificar rapidamente quais arquivos ocupam mais espaço e otimiza o desempenho e a bateria do celular, prometendo acabar com o problema da memória cheia.
Documentos obtidos pelo Wall Street Journal revelam que a Anthropic, criadora do Claude, planeja alcançar rentabilidade já em 2028, enquanto a OpenAI só espera chegar lá em 2030. As duas maiores startups de IA seguem estratégias opostas: uma prioriza eficiência e lucro, a outra aposta em dominar o futuro — a qualquer custo.
Durante uma reunião com acionistas da Tesla, Elon Musk apresentou uma ideia que parece saída de um filme de ficção científica: abolir as prisões e usar robôs humanoides para vigiar criminosos em tempo integral. Segundo ele, seria uma forma “mais humana” de justiça. Especialistas, porém, enxergam uma distopia disfarçada de compaixão.
A Dinamarca se torna o primeiro país da União Europeia a proibir o uso de redes sociais por menores de 15 anos. A decisão, inédita, busca conter os efeitos da exposição precoce à violência digital, ao vício em telas e aos riscos emocionais entre crianças e adolescentes. A Europa observa atenta o experimento que pode redefinir a infância digital.
Grandes modelos de linguagem parecem cada vez mais humanos — mas isso significa que são conscientes? Neurocientistas explicam por que ainda não temos uma resposta. Para alguns, a consciência artificial é possível; para outros, é um erro conceitual. Antes de testá-la em máquinas, dizem, precisamos entender o que ela realmente é.
Executivos do Vale do Silício afirmam que uma inteligência artificial capaz de superar humanos em praticamente todas as tarefas chegará em poucos anos. No entanto, uma pesquisa recente mostra que a maior parte dos especialistas considera esse cronograma otimista demais. O debate revela duas visões opostas sobre o futuro da tecnologia.
Transportar pás de turbinas eólicas gigantes por terra é caro, lento e cheio de obstáculos. A startup norte-americana Radia quer resolver isso com o WindRunner, um avião colosal capaz de levar estruturas de até 105 metros diretamente para parques eólicos em regiões remotas. Se der certo, pode destravar uma nova fase da energia limpa.
Navegar pela internet pode ser muito mais rápido do que você imagina. Com combinações simples no teclado, dá para trocar de abas, reorganizar janelas, salvar grupos inteiros de sites e até monitorar o consumo de memória do navegador. Esses atalhos do Google Chrome ajudam a ganhar tempo, foco e eficiência no dia a dia.
A ideia de que proteger o clima exige sacrificar o crescimento econômico ganhou força em debates públicos. No entanto, estudos mostram que países avançados já estão crescendo enquanto reduzem emissões e consumo de energia. A transição energética pode caminhar junto de prosperidade, desde que seja acompanhada de eficiência, eletrificação e políticas econômicas adequadas.
Dubai prepara a abertura do hotel mais alto do planeta: 365 metros, 82 andares, mais de mil quartos e uma piscina infinita suspensa a centenas de metros de altura. Com design futurista, jardins internos e um observatório panorâmico, o projeto quer redefinir o que significa viajar com luxo.
A nova batalha pelo poder global não é militar, é digital. Os EUA financiaram dois supercomputadores gigantes, Lux AI e Discovery, que treinarão as próximas gerações de inteligência artificial. Por trás do investimento está uma disputa silenciosa com a China pelo controle do conhecimento, da inovação e do futuro tecnológico.
Maior que qualquer foguete já construído, a Starship tem altura equivalente a um prédio de 40 andares e capacidade para levar 100 toneladas até a Lua. Mas seu objetivo vai além de explorar: é colonizar. Ao revelar o interior do módulo lunar HLS, a SpaceX mostra que a corrida espacial está longe de terminar.
Durante décadas, o hidrogênio foi visto como a grande promessa de um futuro limpo. Agora, uma empresa japonesa acaba de provar que essa promessa pode ser integrada ao presente. O novo motor da Kawasaki combina gás natural e hidrogênio em um único sistema, reduzindo emissões e funcionando com as mesmas redes energéticas já existentes. Uma solução prática para uma transição que parecia impossível.
Um estudo da FGV encomendado pelo Airbnb mostra que o Distrito Federal lucrou mais de R$ 1,3 bilhão com hospedagens em 2024, impulsionando renda, empregos e arrecadação de impostos. Mas o crescimento acelerado da plataforma levanta debates sobre regulação e impacto urbano.
Pesquisadores espanhóis e árabes desenvolveram uma técnica que pode revolucionar as baterias de celulares, notebooks e até carros elétricos. O método acelera o carregamento, amplia a capacidade de energia e prolonga a vida útil — tudo graças a uma descoberta sobre como os íons se movem dentro da pilha.
Escolher uma linguagem de programação deveria ser algo racional: comparar desempenho, manutenção e custos. Mas um veterano do Google afirma que não funciona assim. A neurociência confirma: quando alguém critica a linguagem que amamos, nosso cérebro reage como se fosse um ataque pessoal. Programar, no fundo, também é um ato tribal.