Uma nova tendência viral revela como pessoas estão pagando para simular experiências nas redes sociais, levantando questões sobre identidade digital, pressão social e o valor da realidade.
Uma tecnologia criada para o dia a dia encontrou um uso inesperado em um dos cenários mais extremos do mundo — e seu impacto vai muito além do que parece.
Um julgamento inédito coloca grandes plataformas no centro de uma discussão global sobre saúde mental, responsabilidade digital e os limites do design viciante na internet.
Um sistema antigo e pouco compreendido continua operando no coração de bancos e governos. O problema não é sua idade — é o risco real de tentar abandoná-lo.
Um alerta recente do Google reacendeu o debate sobre um cenário preocupante: o chamado “Q-Day”. A empresa agora estima que esse momento pode chegar até 2029 — quando a criptografia atual deixaria de ser segura diante do avanço da computação quântica.
Um novo sistema inspirado na natureza promete revolucionar a visão artificial ao reagir à luz de forma autônoma, sem depender de software complexo — e os resultados já surpreendem.
Um experimento recente revelou robôs criados por inteligência artificial de uma forma inesperada. O mais curioso não é como eles se movem, mas o que acontece quando algo dá errado.
Checar notificações, esperar respostas e buscar curtidas não é apenas hábito digital — é biologia. A teoria do apego ajuda a entender por que usamos redes sociais como fonte de validação e conexão emocional, e como isso molda nossas relações no mundo online.
Após ser surpreendido pela ascensão do ChatGPT em 2022, Sundar Pichai reposicionou o Google no centro da revolução da IA. Com o avanço do Gemini, a empresa recuperou protagonismo e alcançou uma valorização histórica, redefinindo o equilíbrio de forças no setor.
A constelação de satélites da SpaceX ultrapassou um marco simbólico — mas o avanço rápido começa a preocupar cientistas. Entre reentradas diárias, impactos ambientais e risco de colisões em cadeia, o céu está ficando mais congestionado do que nunca.
Robôs que fazem kung fu, caminham como humanos e prometem trabalhar ao nosso lado até 2030. O avanço da robótica ganhou velocidade, mas ainda enfrenta limitações importantes. Entre entusiasmo e ceticismo, especialistas apontam o que é real — e o que ainda é promessa.
Uma aparição fora do comum durante um evento oficial surpreendeu convidados e levantou novas questões sobre o papel da inteligência artificial no cotidiano — inclusive nos espaços mais tradicionais.
O que parecia ultrapassado está voltando a ganhar espaço. Entre qualidade de som, estilo e uma certa fadiga tecnológica, os fones com fio estão reaparecendo onde menos se esperava.
Um golpe simples está se espalhando rapidamente e usa algo que você recebe todos os dias. Basta um código compartilhado por engano — e o controle da sua conta pode desaparecer.
Uma solução inusitada começa a transformar a forma como grandes obras acontecem nas cidades. Por trás dela, uma promessa silenciosa: reduzir drasticamente um problema que sempre pareceu inevitável.
Algumas dessas mudanças já começaram a transformar o mundo de maneiras que poucos perceberam.
Protótipos cada vez mais avançados já limpam, organizam e até conversam com humanos. O mercado de robôs domésticos cresce rapidamente, mas a verdadeira revolução ainda depende de um desafio técnico: adaptar essas máquinas ao caos imprevisível da vida real.
A América Latina vive um momento decisivo. Enquanto o uso de inteligência artificial cresce rapidamente na região, um novo relatório da CEPAL revela um cenário de contrastes: potencial enorme de transformação, mas também riscos de ampliar desigualdades se a adoção não vier acompanhada de estratégia, investimento e governança.
Muito além de responder a hora ou o clima, a Alexa pode assumir funções que transformam a rotina — e uma nova atualização promete levar isso a outro nível.
Uma revelação recente expõe uma mudança silenciosa no topo das grandes empresas. Executivos não estão apenas usando IA — estão passando a depender dela para enxergar melhor suas próprias organizações e tomar decisões mais rápidas e informadas.