Um experimento de laboratório produziu, pela primeira vez, uma tensão elétrica contínua a partir da rotação da Terra em seu próprio campo magnético. O sinal é minúsculo, longe de qualquer aplicação prática imediata, mas suficiente para recolocar na mesa uma antiga controvérsia do eletromagnetismo.
Com a explosão do consumo energético da inteligência artificial, empresários do Vale do Silício apostam em uma ideia radical: colocar centros de dados em órbita e alimentá-los diretamente com energia solar do espaço. O plano parece ficção científica, mas já envolve satélites em desenvolvimento, bilhões de dólares e um horizonte claro para a próxima década.
Uma explosão estelar detectada quando o universo tinha apenas 730 milhões de anos pode ser a supernova mais antiga já observada. Captada pelo telescópio James Webb após um raro surto de raios gama, ela desafia teorias consolidadas ao mostrar características surpreendentemente semelhantes às supernovas modernas.
Um experimento real colocou uma inteligência artificial no comando de uma simples máquina de vendas automáticas. A promessa era eficiência e lucro. O resultado foi o oposto: prejuízo total, produtos distribuídos de graça e decisões absurdas. O caso expõe limites pouco discutidos da IA quando ela enfrenta pressão humana e regras ambíguas.
A inteligência artificial já deixou de ser promessa futurista para governos locais na América Latina. Com apoio do Google, plataformas digitais estão ajudando prefeituras a responder mais rápido a crimes, ampliar o acesso ao ensino superior e reduzir congestionamentos urbanos. O impacto já aparece em números, políticas públicas e decisões mais bem informadas.
Enquanto o poder econômico mundial se concentra em poucas nações, um novo ranking internacional revela uma presença latino-americana limitada, mas simbólica. Apenas dois países da região aparecem entre as maiores economias do planeta, um dado que chama atenção e levanta questões sobre o futuro econômico da América Latina.
A capacidade de notar sinais de doença antes que eles se tornem óbvios pode parecer intuitiva, mas não é distribuída igualmente. Um novo estudo científico indica que algumas pessoas captam mudanças sutis no rosto com mais precisão — uma diferença pequena, porém consistente, que pode ter raízes profundas na evolução humana.
Durante anos, a ideia de que o cérebro “termina de se desenvolver” aos 25 virou explicação popular para impulsividade e decisões ruins. Mas a neurociência moderna mostra um cenário bem mais complexo: o cérebro segue mudando, refinando conexões e ganhando eficiência muito além dessa idade.
Um comentário direto, feito por uma das vozes mais influentes da tecnologia, expôs uma fragilidade pouco discutida na era da automação. Em meio ao entusiasmo com a IA, a declaração reacendeu o debate sobre emprego jovem, inovação sustentável e decisões que podem cobrar um preço alto no futuro.
Em poucos anos, vídeos curtos se tornaram o formato dominante da internet. O que parece apenas entretenimento rápido está remodelando atenção, sono e comportamento de crianças e adolescentes. Pesquisas recentes mostram sinais claros de impacto no desenvolvimento — e levantam um alerta que vai além do tempo de tela.
Um teste real colocou uma inteligência artificial para administrar um negócio simples com dinheiro de verdade. Em poucas semanas, decisões estranhas, promoções sem sentido e interferência humana levaram a prejuízo total. O experimento revela por que a autonomia econômica da IA ainda está longe de ser confiável.
Um grande estudo clínico mostrou que uma simples aplicação para celular foi capaz de reduzir sintomas de ansiedade de forma significativa. O resultado desafia a ideia de que apenas a terapia presencial funciona e aponta para um novo caminho no cuidado da saúde mental, mais acessível e imediato.
Eles mal podem ser vistos a olho nu, mas sentem, processam informações e agem sem ajuda externa. Um avanço recente na robótica criou dispositivos microscópicos totalmente autônomos, capazes de operar por meses. O que parecia impossível na microescala agora abre caminhos inesperados para a ciência e a indústria.
Mesmo depois de uma refeição farta, basta o cardápio de sobremesas aparecer para o apetite reaparecer. Longe de ser apenas gula ou falta de autocontrole, esse impulso tem explicações bem fundamentadas na anatomia, no funcionamento do cérebro e até na nossa história evolutiva. A ciência ajuda a entender por que o doce ainda chama.
Um novo material desenvolvido a partir de plantas de áreas alagadas pode transformar a forma como nos protegemos do frio. Sustentável, renovável e com potencial climático positivo, essa inovação europeia aponta para uma moda que aquece o corpo sem aquecer o planeta — e desafia padrões consolidados da indústria têxtil.
Uma parte essencial da comunicação cerebral sempre esteve fora do nosso alcance. Agora, isso mudou. Cientistas desenvolveram uma tecnologia capaz de revelar, em tempo real, como os neurônios recebem e processam informações — um avanço que promete transformar a neurociência e abrir novas portas para o tratamento de doenças neurológicas.
O rock perdeu uma de suas figuras discretas — e fundamentais. Perry Bamonte, guitarrista e tecladista do The Cure, morreu aos 65 anos após uma doença recente. Segundo comunicado oficial da banda, o músico faleceu em casa durante o período de Natal.
O ano de 2025 foi marcado por despedidas que atravessaram fronteiras, idiomas e gerações. Ao longo dos meses, o mundo perdeu líderes políticos, artistas, intelectuais e figuras públicas que ajudaram a moldar debates, culturas e afetos. Algumas dessas mortes encerraram ciclos históricos; outras interromperam trajetórias ainda em movimento. Relembre, a seguir, as mortes que marcaram 2025 e por que esses nomes deixaram um vazio difícil de preencher.
Imagine viver em um lugar onde o calor é tão extremo que aparelhos eletrônicos precisam ser guardados no refrigerador — e pássaros simplesmente caem do céu. No coração do deserto australiano, existe uma cidade que resolveu esse problema de um jeito radical: indo para debaixo da Terra. Em tempos de aquecimento global acelerado, Coober Pedy parece menos excentricidade e mais um vislumbre do futuro.
Entre fogos, promessas e ressaca, o réveillon deixa um efeito colateral pouco comentado: a corrida às farmácias. Um estudo publicado na edição de Natal do British Medical Journal mostra que as vendas da pílula do dia seguinte sobem logo após a virada do ano — um sinal direto de mais sexo desprotegido em um período de acesso limitado a serviços de saúde.